Jesus, a luz do mundoJoão 8.12-30
Naquele contexto, na Festa dos Tabernáculos, há um momento em que o povo acende tochas de fogo e acende as luzes da cidade com o intuito de trazer à memória a promessa do messias que viria para resplandecer as nações. Ele viria como luz, era tão esperado, mas as pessoas não entendiam o que Jesus era ele e dizia: "Eu sou o messias que estão esperando".
Jesus sabia exatamente de onde veio e para onde iria, mas aqueles judeus, mestres e escribas que celebravam a festa e estudavam religiosamente a Palavra, não sabiam de onde vinham, para onde iriam e nem quem Jesus era.
Dentro de um contexto religioso, aquele povo não conhecia verdadeiramente a Deus, julgava segundo a carne e era indiferente quanto ao que Jesus proferia. Jesus dizia que Seu juízo é verdadeiro, já que era enviado de Deus. Porém, era tanta cegueira espiritual que as pessoas não entendiam quem era o Pai que havia enviado Jesus ali.
Jesus começa a dizer àquele povo sobre sua missão, e que não estaria ali sempre, logo se retiraria e não poderia ser encontrado novamente, pois onde Ele estivesse jamais seria aceito qualquer pecado.
Jesus já havia se revelado, mas muitos continuava a indagar quem Ele era. A religiosidade não os deixava reconhecerem Jesus como o Messias enviado para cumprir a promessa. Depois da revelação de Jesus, muitos creram nele, mas ainda assim muitos continuaram cegos diante do Rei.
Em Mateus 5.14, Jesus diz que nós, filhos, somos a luz do mundo. Isso nos traz a identificação com o Pai. Em Efésios 1.17, Paulo ora para que os filhos de Deus se despertem para uma vida de relacionamento com Ele. Sua oração é para que nós, ainda nos dias de hoje, não sejamos apenas estudiosos da Palavra, mas praticantes das suas obras.
Em Atos 13.46, este versículo nos faz refletir sobre esse ensinamento de que temos que ser luz sobre as trevas aonde estamos. Será que temos iluminado os ambientes os quais frequentamos?
(Resumo: Renata Giori)