BBCast Agro

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By BrotoBusiness
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BBCast Agro episodes

  • 06/06/2025 - Cenário do milho
    Olá! Hoje é sexta-feira, 6 de junho de 2025. Meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.   O plantio da safra norte-americana 2025/26 está praticamente finalizado. De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), em publicação do último dia 2, já foi semeada 93% da área total. Segundo o órgão, 69% das lavouras encontram-se em condições entre boas e excelentes, seis pontos percentuais abaixo do registrado no mesmo período do ano passado. No entanto, a previsão de chuvas regulares para os próximos dias no Meio-Oeste pode favorecer a melhora dessas condições.   Na Bolsa de Chicago, o contrato referência setembro/25 encerrou o pregão do dia 3 cotado a US$ 4,23/bushel. A recente valorização acompanha a alta do petróleo, uma vez que o aumento no preço do combustível fóssil melhora a competitividade do etanol, importante derivado do cereal nos Estados Unidos.   No Brasil, os preços físicos continuam pressionados negativamente, conforme observado nas últimas semanas, devido à perspectiva de elevada oferta do milho da segunda safra, cuja colheita já começou timidamente em algumas regiões. O indicador do milho CEPEA/B3, com base em Campinas/SP, encerrou na terça dia 3 cotado a R$ 68,89 por saca.   Produtores avaliam os danos causados pelo frio e os relatos de geadas pontuais ocorridas na semana passada, especialmente no Mato Grosso do Sul e no Paraná. Entretanto, o mercado entende que as perdas foram limitadas e localizadas, sem impacto significativo no volume final esperado.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF) com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e preservar suas margens. Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimentos em:
    • Setembro/25, com strike/preço garantido entre R$ 61,60 e R$ 65,20 por saca;
    • Novembro/25, com strike/preço garantido entre R$ 64,37 e R$ 68,59 por saca.
      Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis, acesse sua conta no App BB > Menu Agro.   Para mais informações, consulte seu gerente de relacionamento.   Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica: crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    4 min
  • 05/06/2025 - Cenário da suinocultura
    Olá, hoje é 05 de junho de 2025, meu nome é Bruno Viglioni, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Belo Horizonte-MG e falaremos sobre o cenário da suinocultura. Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirmam que a suinocultura brasileira iniciou 2025 em ritmo de crescimento. O país abateu 14,27 milhões de cabeças de suínos no primeiro trimestre deste ano, o que representa alta de 2,5% em relação ao mesmo período de 2024 e de 0,3% na comparação com o último trimestre do ano anterior. O ano de 2024 encerrou com recorde histórico no abate de suínos — 57,86 milhões de cabeças. A alta no início de 2025 é atribuída à demanda consistente no mercado interno e ao bom desempenho das exportações. As vendas externas de carne suína seguiram registrando excelente desempenho no mês de abril. O volume de carne in natura e processada exportada foi recorde para este mês e o terceiro maior da série histórica da Secex (Secretaria de Comércio Exterior), iniciada em 1997. Além disso, a receita arrecadada em abril foi a segunda mais elevada da série da Secretaria. Em abril, foram escoadas 127,8 mil toneladas de produtos suinícolas, alta de 11,4% em relação ao volume de março/25 e 14,5% acima do volume de abril/24, de acordo com os dados da Secex Países da Ásia e da América Latina seguem como principais destinos da carne brasileira. As Filipinas permaneceram como o mercado mais relevante – o volume escoado ao país, em abril, somou 29,8 mil toneladas, volume 10,2% superior ao de março. À China, segundo maior destino, foram exportadas 15 mil toneladas, 7,1% a mais que em março. O preço do suíno vivo recuou nesses últimos dois meses, situando-se ao redor de R$ 8,00 o kg, mas permanecendo ainda em patamares superiores aos praticados no mesmo período do ano anterior. A queda nessas últimas duas semanas está relacionada às especulações em torno dos supostos casos de gripe aviária no Brasil, gerando incertezas e influenciando o comportamento do mercado. O embargo de diversos países à importação de carne de frango do Brasil em decorrência da constatação da gripe aviária em granja comercial no RS poderá ter reflexos, num curto prazo, na maior disponibilidade interna de carne de frango, podendo retrair o preço dessa e de outras carnes no mercado interno. Importante destacar que a atuação do Ministério da Agricultura-MAPA e dos demais órgãos estaduais e federais na análise e divulgação transparente dos possíveis casos de gripe aviária tem fortalecido o sistema de defesa sanitária do país, gerando confiança nos países importadores de carne brasileira, o que certamente beneficiará todo o complexo de exportação de proteína animal do Brasil.   Os preços médios dos principais insumos da produção de suinos nacional – farelo de soja e milho – apresentaram retrações de março para abril no mercado interno. O início da colheita do milho safrinha, que responde por 80% da oferta total do milho, deve continuar pressionando para baixo o preço do grão nos próximos meses. Ressaltamos que, mesmo com o recuo nos preços recebidos pelo suinocultor nesse último período de comercialização, a atividade continua apresentando margem de rentabilidade positiva. A expectativa para o ano de 2025 continua positiva, com manutenção de bons volumes exportados e produção interna estável, devendo resultar em boas margens de rentabilidade para a atividade. O suinocultor deve manter um planejamento para a compra de insumos, acompanhando as tendências dos preços dos grãos. O Banco do Brasil oferece mecanismos de proteção de preços do grão no mercado futuro e a possibilidade de realizar o financiamento das diferentes despesas da sua produção com o Custeio Agropecuário, garantindo os melhores preços e insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.
    5 min
  • 04/06/2025 - Cenário do café arábica
    Olá, hoje é 04 de junho de 2025. Eu sou Alexandre Carvalho Queiroz, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas, Minas Gerais, e vamos falar sobre o mercado de café arábica. Apesar dos baixos estoques globais, o início da colheita da safra brasileira e o aumento dos estoques de café certificado pela ICE têm pressionado negativamente os preços da commodity nas bolsas internacionais. O clima seco vem favorecendo o avanço da colheita no Brasil, que, segundo a consultoria Safras & Mercado, já ultrapassou 14% para o arábica. Outro fator de pressão sobre os preços foi a divulgação de uma revisão positiva nas estimativas da safra brasileira pelas principais consultorias do setor. Segundo dados do USDA, publicados em 20 de maio, a produção de café arábica está projetada em 40,9 milhões de sacas — uma queda de 6,4% frente à safra 2024. No entanto, ao somar o conilon, a safra total brasileira foi estimada em 65 milhões de sacas, um crescimento de 0,5% em relação ao ano anterior. Com o aumento do consumo global de café, especialmente nos países asiáticos, e os impactos climáticos nos principais países produtores, o mercado se manteve atento à oferta. Como resultado, os preços do arábica atingiram os maiores patamares dos últimos anos. Em 30 de maio, a saca do café arábica no mercado físico superou, em média, R$ 2.300 nas principais praças do país. Diante desse cenário de incertezas climáticas e de mercado, há perspectiva de manutenção dos preços em níveis elevados, considerando a média histórica recente. O Banco do Brasil oferece linhas de crédito para custeio, investimento e comercialização, além de mecanismos de proteção contra intempéries e volatilidade de preços. Entre as ferramentas disponíveis, destacam-se o termo de mercadoria e as opções agro, que contribuem para garantir margens sustentáveis ao produtor. Contate seu gerente Agro. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    3 min
  • 03/06/2025 - Cenário do melão
    Atualmente, o melão originado da fruticultura Irrigada de Mossoró é conhecido por sua grande qualidade. Hoje é 03 de junho, sou Narcélio Góes, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Mossoró – RN e falaremos sobre o cenário do Melão.   A produção de melão é desenvolvida com a captação de água subterrânea de poços e a implementação de sistemas de irrigação eficientes, garantindo o fornecimento adequado de água às plantações, mesmo em áreas áridas.   A irrigação e o controle de pragas e doenças são essenciais durante o ciclo de desenvolvimento do meloeiro. A colheita ocorre quando os melões atingem o ponto de maturação ideal, com base em critérios como cor, tamanho, formato e sabor. A pós-colheita inclui a classificação e o armazenamento, para garantir a qualidade e a conservação dos frutos.   O preparo de melão para exportação envolve várias etapas, desde a colheita, quando os melões devem ser selecionados e classificados de acordo com o tamanho, forma e características externas. No transporte, o foco é a qualidade e conservação. É fundamental garantir que o melão atenda aos padrões de qualidade exigidos pelo mercado internacional, incluindo aparência, tamanho, teor de açúcar (ºBrix) e ausência de defeitos.   Dependendo das práticas de produção e dos destinos de exportação, a lavagem dos melões pode ser realizada para remover restos de terra ou outros resíduos.   O transporte deve ser feito em condições de refrigeração adequadas, para prolongar a vida útil das frutas. É importante realizar um pré-resfriamento, reduzindo a temperatura o mais rapidamente possível para garantir que a temperatura da fruta se mantenha baixa durante toda a viagem. Para as variedades como Cantaloupe e Gália, o transporte deve ser feito a 0°C, enquanto para a variedade Charentais, a temperatura ideal é de 8 a 9 °C.   No Brasil, os principais estados exportadores foram o Rio Grande do Norte, Ceará, São Paulo e Pernambuco. Em 2024, o Rio Grande do Norte exportou cerca de 357 mil toneladas de melão, principalmente para a União Europeia, Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, Chile, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos. O estado é o maior produtor de melão do Brasil, com mais de 600 mil toneladas em 2024, e 59% da produção nacional.   Segundo o Comitê Executivo de Fruticultura do RN (COEX-RN), as exportações de melão potiguar podem crescer até 40% nos próximos três anos, caso seja viabilizada uma nova rota marítima direta entre o Nordeste e a China, a fim de reduzir o tempo de trânsito atual de 54 para 32 dias.   A China é atualmente o maior produtor mundial de melão, com média de 10 milhões de toneladas anuais. Apesar disso, em virtude de condições climáticas severas entre outubro e abril, os chineses ficam sem produzir a fruta, o que abre excelente janela de oportunidade ao melão brasileiro.   O melão produzido na área livre de Mossoró é a primeira fruta brasileira a ter autorização para comercialização com a China, há quatro anos.   O grande desafio do setor não é apenas a logística, mas também a limitação de trabalhadores para ampliar as áreas plantadas.   Em todas essas etapas de produção, o Banco do Brasil está presente, desde o preparo do solo, perfuração de poços para captação de água, aquisição de maquinário, construção de “packing houses”, até linhas de crédito específicas para comercialização e exportação.   Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.
    5 min
  • 30/05/2025 - Cenário da soja
    Olá, hoje é sexta-feira 23 de maio de 2025, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor 
    de Agronegócios do Banco do Brasil, e falaremos sobre o cenário da soja.
    O mercado futuro da oleaginosa reagiu com alta após o feriado nos EUA, diante das 
    fortes chuvas registradas na maioria das regiões produtoras no Corn Belt. O USDA 
    atualizou os dados de avanço de plantio, o boletim apresentou 66% da área projetada 
    já foi semeada e 34% das lavouras já germinaram. Entretanto, o excesso de umidade 
    no solo poderá causar diminuição no ritmo de plantio nos EUA. 
    Na Argentina, as chuvas na última semana assolaram principalmente a Provincia de 
    Buenos Aires e causaram perdas potenciais, ainda sem estimativas.
    A colheita perdeu ritmo devido às chuvas excessivas que vem dificultando o acesso às 
    lavouras, tendo 80% da área cultivada já colhida. A estimativa de produção deverá ser
    reduzida nos próximos boletins. 
    No macro cenário, a administração Trump gera apreensão nos mercados diante da 
    possibilidade de uma nova campanha tarifaria sobre os produtos importados da União 
    Europeia.
    O contrato futuro de soja na CBOT com vencimento em julho/25 encerrou o dia 28/05
    cotado a US$ 10,57/bushel, refletindo, alta de 1,2% no mes de maio. O principal fator 
    de alta em Chicago, foi a trégua estabelecida entre EUA e China por 90 dias.
    O indicador CEPEA em 28/05 foi cotado a R$ 133,98/saca, apresentando estabilidade
    nas cotações desde o início de maio. Os prêmios vêm se mantendo positivos. Os preços 
    ofertados variam entre US$ 0,35 e US$ 0,50 por bushel na posição junho/25 e entre 
    US$ 0,70 e US$ 0,80 por bushel na posição julho/25 nos portos de referência. 
    Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar 
    oportunidades negociais para comercialização de sua safra, diante da volatilidade do 
    mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, operação 
    de travamento de câmbio e as opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda 
    (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:
    - jun/25 com strike/preço garantido entre 10,12 e U$ 10,44/bushel e
    - jul/25 com strike entre U$ 9,80 e U$ 10,40/ bushel
    Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, 
    acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”
    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do 
    Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    4 min
  • 29/05/2025 - Cenário do boi gordo
    Olá, hoje é 29 de maio de 2025, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne bovina in natura, nos dezesseis primeiros dias úteis de maio, foram de 173,8 mil toneladas, com média diária de 10,8 mil toneladas, representando uma alta de 7% no volume diário exportado em relação a maio/24. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.177,00, representando avanço de 15% em relação ao mesmo período de 2024. No dia 27 de maio de 2025, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba foi precificada em R$ 305,60, com alta de 1,39% no dia. Já na B3, o contrato futuro de junho de 2025 fechou o dia cotado em R$ 307,40. Desde março de 2025 foram observadas sucessivas altas no preço do bezerro, nesse período o indicador CEPEA/ESALQ – MATO GROSSO DO SUL subiu 8,6%, e está cotado a R$ 2.915,00 por animal. No mês de maio observamos uma queda no preço da arroba do boi gordo, esta pressão de baixa neste período do ano é considerada historicamente típica no final da oferta de animais terminados a pasto. No dia 16 de maio de 2025 foi identificado um foco de influenza aviária de alta patogenicidade em granja comercial, no município de Montenegro (RS), o que causou a interrupção da exportação de carne de frango para alguns países, com uma ação rápida do Ministério da Agricultura e dos órgãos de defesa sanitária do Rio Grande do Sul foram tomadas todas as medidas previstas no Plano de Contingência. Até o momento este caso não trouxe consequências negativas ao preço da arroba do boi gordo. Reforçamos a necessidade de adoção de estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar os riscos da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: 02 de junho de 2025 com preço garantido (strike) entre R$ 297,00 e 304,00/@, e 01 de julho de 2025 com strike entre R$ 291,00 e 306,00/@. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    5 min
  • 28/05/2025 - Cenário do algodão
    Olá, hoje é quarta-feira, 28 de maio de 2025, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor 
    de Agronegócios no Banco do Brasil em Campos de Holambra, São Paulo, e vamos 
    conversar sobre o cenário do algodão.
    Um evento ocorrido em maio acendeu um alerta na cadeia: a disputa entre 
    Paquistão e Índia pela região da Caxemira, uma região produtora de grãos e fibra e 
    rica em água. Os desdobramentos do conflito podem trazer consequências à 
    cadeia produtiva dos países, visto se tratar de grandes consumidores e do quinto e 
    segundo maiores produtores mundiais de pluma, respectivamente.
    No que diz respeito aos números da safra 25/26, o boletim de maio do 
    departamento de agricultura dos Estados Unidos, USDA, trouxe um equilíbrio entre 
    a oferta e demanda mundiais: ambas se encontram em patamares próximos a 25
    milhões de toneladas de pluma, situação diferente da safra passada na qual a 
    produção superava o consumo em quase 1 milhão de toneladas.
    A China destoa dos principais consumidores, conforme descrito no relatório: 
    previsão de recuo de 1,35%, enquanto outros países como Vietnã, Bangladesh e 
    Paquistão apresentam expectativa de aumento de 8,1%, 2,4% e 2,9% 
    respectivamente na comparação com a safra 24/25.
    Do lado da produção, a China – maior produtora mundial – poderá não repetir o 
    desempenho da safra anterior, quando atingiu 7 milhões de toneladas. A projeção 
    para 2025/26 indica uma retração de 9,37%.
    Quanto à exportação, o Brasil poderá se manter como maior fornecedor de matériaprima com perspectiva de aumento de 8,5%, ou seja, 3 milhões de toneladas, 
    seguido dos Estados Unidos com 2,7 milhões de toneladas previstas para 
    exportação, segundo o último relatório do órgão norte-americano.
    A colheita se iniciou em São Paulo e Paraná com previsão de safra recorde no Brasil.
    Em Mato Grosso e Bahia, responsáveis por 90% da produção nacional, a colheita 
    começará em junho e ganhará volume em julho. Com a maior oferta de pluma, 
    devido à colheita, o mercado poderá apresentar nova dinâmica de preços.
    Desta forma, é essencial o produtor proteger suas margens. Para isso, o Banco do 
    Brasil disponibiliza instrumentos como as Opções Agro BB, o Termo de Moedas 
    (NDF) e as Opções de Venda (PUT) na B3, com vencimento em junho de 2025 e 
    preços de exercício entre U$c 64 e U$c 67 por libra-peso.
    Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre 
    com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do 
    Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.
    3 min
  • 27/05/2025 - Banco do Brasil, o banco mais sustentável do mundo
    Olá, eu sou a Ana Paula, Assessora de Agronegócios em Brasília e hoje vamos falar sobre um tema que nos enche de orgulho: o Banco do Brasil foi eleito, pelo sexto ano, o banco mais sustentável do mundo, segundo o Dow Jones Sustainability Index. Isso mesmo! E mais do que um título, isso mostra o quanto uma instituição financeira pode – e deve – ser protagonista na transformação socioambiental do país, especialmente no agronegócio.  O Dow Jones Sustainability Index é um dos mais respeitados rankings de sustentabilidade do planeta. Ele avalia critérios como governança corporativa, gestão de riscos, eficiência energética, diversidade, responsabilidade social e práticas ambientais.  O Banco do Brasil se destaca por incorporar a sustentabilidade em todas as áreas da gestão: da estratégia de negócios aos produtos financeiros. Ser reconhecido seis vezes não é apenas uma honra – é uma prova de consistência, compromisso e visão de longo prazo.  Mas como isso se traduz na prática? Principalmente no agronegócio, onde o Banco do Brasil tem forte atuação?   Se resume em:   * Crédito Rural Sustentável: O BB oferece linhas de financiamento específicas para práticas agrícolas sustentáveis, como o Programa Renovagro, que apoia tecnologias que reduzem gases de efeito estufa, melhoram o uso da terra e aumentam a produtividade com respeito ao meio ambiente.  * Inovação e tecnologia verde: O banco também apoia projetos de inovação tecnológica no campo, com foco em eficiência hídrica, energias renováveis, e manejo inteligente do solo e das florestas.  * Educação e capacitação: Por meio de parcerias com instituições públicas e privadas e através do Circuito Agro BB, o banco investe em educação e capacitação de produtores rurais para que eles possam adotar práticas mais sustentáveis sem comprometer a rentabilidade.   * Monitoramento e responsabilidade socioambiental: As análises de crédito rural consideram critérios ambientais e sociais. Ou seja, produtores que respeitam legislações ambientais e promovem boas práticas têm mais acesso ao crédito, com melhores condições.  E o resultado?  Um agronegócio mais competitivo, responsável e preparado para o futuro. O Banco do Brasil prova que é possível aliar rentabilidade com consciência ambiental e inclusão social.   Além disso, o BB também promove a inclusão financeira no campo, apoia pequenos produtores, e tem compromisso com as comunidades rurais, levando desenvolvimento para onde ele é mais necessário.  Sustentabilidade não é só sobre o meio ambiente – é sobre o futuro das próximas gerações. E quando o setor financeiro assume essa responsabilidade, todos ganham. E assim ficamos com a dica de crédito consciente  e sustentável.  Até o próximo episódio.
    4 min

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Boletim realizado por especialistas da Diretoria de Agronegócios e Gerências de Assessoramento Técnico ao Agronegócio do Banco do Brasil. A cada dia, uma análise sobre o cenário de uma cultura…