BBCast Agro

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By BrotoBusiness
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BBCast Agro episodes

  • 04/04/2025 - Cenário do milho
    Olá, hoje é sexta-feira, 04 de março de 2025, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgou na última segunda-feira, dia 31 de março, seu primeiro boletim referente às intenções oficiais de plantio do produtor americano para a Safra 2025/26. O órgão estimou possível aumento na área cultivada, em torno de 5% em relação à safra anterior, sendo estimado 38,5 milhões de hectares, quase dois milhões de hectares a mais que na Safra 2024/25. Caso se concretize, seria a maior área semeada norte-americana desde 2013. O aumento da área semeada com milho refletiu nas estimativas para a soja, que apresentou recuo de 4% em relação à safra anterior.   Com a divulgação das estimativas iniciais do USDA para a próxima safra americana e as preocupações com a possível implementação de tarifas pelo governo Trump, a Bolsa de Chicago apresentou volatilidade. No dia 01/04, o contrato referência maio/25 encerrou cotado a US$ 4,61/bushel.      No Brasil, a semeadura do milho 2ª safra praticamente foi finalizada. De acordo com a Conab, em seu último relatório de acompanhamento de safra, indicou que 97,9% da área esperada já foi implantada. Já para o milho 1ª safra (verão), a colheita chegou a 53,3%, com os estados da região sul mais adiantados.   No mercado físico, segundo levantamento do CEPEA, as cotações em algumas regiões do Brasil têm sofrido pressão negativa, consequência da colheita da safra verão, que avança bem e consumidores internos se mostram abastecidos. Na última terça-feira, o indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou cotado a R$ 86,62 por saca.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.   Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Maio/25, com strike/preço garantido entre R$ 74,01 e R$ 77,41 por saca, e  - Julho/25, com strike/preço entre R$ 68,50 e R$ 72,99 por saca.    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB > Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!
    4 min
  • 03/04/2025 - Cenário da suinocultura
    Olá, hoje é 03 de abril de 2025, meu nome é Afonso Schneider, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Toledo-PR e falaremos sobre o cenário da suinocultura. O mercado da suinocultura nacional encontra-se num momento de desafio. Após ter se recuperado da queda de preço do suíno vivo verificada no início do ano, com as altas sucessivas nas três primeiras semanas de fevereiro, novas quedas de preço nesse mês de março reduziram o valor pago ao produtor ao patamar médio de R$ 7,70/kg suíno vivo. Apesar do ótimo ritmo das exportações neste início de ano, com acumulado de janeiro a fevereiro apresentando um acréscimo de quase 20 mil toneladas (+12,4%) de carne suína in natura embarcada, em relação ao mesmo período do ano passado, vê-se uma tendência de baixa liquidez das vendas de carne suína no mercado atacadista, que combinada com uma oferta de animais que supera a demanda atual dos frigoríficos por novos lotes, tem pressionado para baixo o preço pago ao suinocultor. Analisando a destinação das exportações brasileiras neste início de ano, conclui-se pela mesma tendência de crescimento de compradores alternativos à China verificada no ano anterior, como Filipinas, Japão e México, visto que o gigante asiático vem reduzindo suas compras desde o ano passado. Preocupa o setor, além da queda que se verifica nos preços do suíno vivo, um eventual aumento dos custos de produção, notadamente do milho, principal insumo componente da ração. Isso porque a oferta do milho no mercado interno é incerta, por depender basicamente da produção da safrinha, que responde por 80% da oferta total do milho, e esta ainda se encontrar a campo, sujeita aos riscos climáticos que definirão o tamanho real da produção final. Notícia boa é o aumento que se tem verificado no consumo interno da carne suína nos últimos anos. Conforme publicado pela APCS-Associação Paulista de Criadores de Suínos, o consumo per capita de carne suína do Brasil em 2024 foi de 19,5 kg/habitante/ano. Considerando que em 2015 o consumo estimado era de 14,5 kg/habitante/ano, houve um incremento no consumo individual de quase 35% na última década. A carne suína foi a proteína animal que mais ganhou espaço na dieta do consumidor brasileiro neste período.” Ressaltamos que mesmo com o recuo nos preços recebidos pelo suinocultor nas últimas semanas de comercialização, a atividade apresenta ainda margem de rentabilidade positiva. A expectativa para o ano de 2025 continua positiva, com manutenção de bons volumes exportados e produção interna estável, devendo resultar em boas margens de rentabilidade para a atividade. O suinocultor deve manter um planejamento para a compra de insumos, acompanhando as tendências dos preços dos grãos. O Banco do Brasil oferece mecanismos de proteção de preços do grão no mercado futuro e a possibilidade de realizar o financiamento das diferentes despesas da sua produção com o Custeio Agropecuário, garantindo os melhores preços e insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.
    4 min
  • 02/04/2025 - Cenário do feijão
    Olá, hoje é quarta-feira, 02/04/2025, meu nome é Ana Paula Cunha, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil e falaremos sobre o cenário do feijão.    Segundo o 6º Levantamento da Safra Brasileira de Grãos da CONAB, a produção total de feijão 1ª safra, no Brasil, foi de um milhão e setenta mil toneladas na safra 2024/2025, resultado 13,6% superior à safra 2023/2024.   O Estado do Paraná é o principal produtor de feijão 2ª safra. Na safra 23/24, de acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral), foram cultivados 435 mil hectares, área 48% maior que na safra 22/23. Na safra 24/25 foram plantados 332 mil hectares, área 24% menor, quando comparada à safra 23/24 e 13% maior que a safra 22/23.   A área cultivada de 166 mil hectares, no Paraná, teve um grande impulso, aumentando 54%, ante 107,8 mil hectares. A produtividade da safra 24/25 foi de 2.043 kg/há, enquanto 23/24 entregou 1489 kg/há, resultando numa produção de 179 mil toneladas superior à safra anterior.   Em áreas importantes de produção, no Paraná, houve irregularidade de chuva, entre a 2ª quinzena de fevereiro e primeira quinzena de março, aliada às altas temperaturas.  Esse fato pode comprometer a produtividade das lavouras.   Outro fator importante, trata-se da estimativa de produtividade para a safra 24/25 que, atualmente, é de 1.839 kg/há, rendimento maior que aquele obtido na safra passada, onde foram colhidos 1.563 kg/há.   Segundo a CONAB, para o feijão preto, a ampliação da oferta, por ocasião do aumento de área e de produtividade, associada a uma baixa liquidez, pressiona os preços, com o preço do produto comercial sendo praticado entre R$ 160 e R$ 180 reais por saca de 60 quilos, ao passo que o extra se manteve cotado a cerca de R$ 230. Em relação ao feijão cores, a expectativa é que tenhamos uma redução na produção da 2ª safra, o que pode valorizar as cotações e o preço atingir R$ 250,00 por saca de 60 kg.   O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais, linhas de crédito de investimento e custeio para a cultura do feijão – com prazos adequados e taxas de juros compatíveis com o mercado.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.   Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    5 min
  • 28/03/2025 - Cenário da soja
    Olá, hoje é sexta-feira 28 de março de 2025, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja. O relatório de março do USDA teve impacto limitado no mercado, apresentando manutenção na safra e nos estoques mundiais. Os preços futuros na CBOT tiveram comportamento misto e fecharam a semana em leve queda. Mantem-se a expectativa de supersafra no Brasil, com previsão de 169 milhões de toneladas e estoques finais para a safra 24/25 em 31,52 milhões de toneladas. Os EUA devem produzir 118,8 milhões de toneladas e seus estoques finais previstos em 10,3 milhões de toneladas. A Argentina deve fechar sua produção com 49 milhões de toneladas. A previsão de produção global foi mantida em 420,7 milhões de toneladas e estoques globais previstos em 121,4 milhões de toneladas. Seguem as expectativas e o acompanhamento das políticas tarifárias do governo Trump e seus impactos no mercado mundial, principalmente com retaliação dos países afetados.  No Brasil, a colheita já se aproxima de 80% da área cultivada, superando a média dos últimos 5 anos que é de 70%. O assessoramento técnico do Banco do Brasil projeta a safra brasileira em 168,4 milhões de toneladas. As condições das lavouras apresentaram 52,0% em condições excelentes e boas, 17% regulares, 21% entre ruins e péssimas. As dificuldades logísticas seguem impondo desafios ao escoamento da safra brasileira. O contrato futuro de soja na CBOT com vencimento em maio/25 encerrou o dia 26/03 cotado a US$ 10,01/bushel. O mercado segue refletindo os números da supersafra da América do Sul. O indicador CEPEA em 26/03 foi cotado a R$ 131,72 reais por saca, apresentando estabilidade nas cotações desde o início de março. Os prêmios nos portos dão suporte a manutenção da cotação. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, diante da volatilidade do mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, operação de travamento de câmbio e as opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em: - abr/25 com strike/preço garantido entre 9,91 e U$ 10,13/bushel e - jun/25 com strike entre U$ 9,77 e U$ 10,27/ bushel Você pode consultar outros vencimentos e faz/er simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.” Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    4 min
  • 27/03/2025 - Cenário do leite
    Olá, hoje é 27 de março de 2025, meu nome é Nátaly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru/SP  e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite. De acordo com o CEPEA, em janeiro de 2025 os preços do leite apresentaram uma alta de 2,5% em relação ao mês anterior e de 18,7% frente a janeiro/24. O preço leite captado em janeiro foi de R$ 2,65/litro na “Média Brasil”. Segundo a EMBRAPA, os custos de produção em janeiro de 2025 cresceram mais do que o ano todo de 2024, o ICPLeite registrou alta de 3,2 %, os principais fatores que impactaram foram reajuste do salário-mínimo e aumento nos preços dos mineirais, concentrado e volumoso. Dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), sobre as exportações de leite, creme de leite e laticínios, exceto manteiga ou queijo, diminuíram 29,1% em fevereiro de 2025, comparado com o mesmo período de 2024, com volume de 3.493,2 toneladas a um preço de US$ 2.506,50 por tonelada. Por sua vez, as importações aumentaram em 19,7% em toneladas, totalizando 20.217,1 toneladas em fevereiro de 2025, com preço de U$3.687,2 por tonelada. De acordo com a publicação do Centro de Inteligência do Leite da EMBRAPA, as importações brasileiras de leite e derivados em fevereiro de 2025, subiram tanto na comparação com o mês anterior como com fevereiro de 2024.  No acumulado de 2025, a balança comercial de lácteos apresentou déficit de US$ 93 milhões, correspondente ao volume de 402 milhões de litros de leite equivalentes. Em consulta aos Conseleites do: Paraná (PR), Rio Grande do Sul (RS), de Minas Gerais (MG) e Santa Catarina (SC), verificamos para fevereiro de 2025 uma projeção média de alta no valor do litro de leite pago ao produtor de 3,5%, com a menor variação sendo para o estado do rio Grande do Sul com aumento de 1,4% e Minas Gerais com a maior variação, 6,5%. Diante deste cenário, o produtor de leite pode buscar a melhor gestão de custos dentro da porteira contando com as linhas de Custeio do BB para aquisição de insumos no momento oportuno. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.
    4 min
  • 26/03/2025 - Cenário do café conilon
    Olá, hoje é quarta-feira, 26 de março de 2025. Eu sou Gildenize Barbosa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares, Espírito Santo, e vamos falar sobre o cenário atual do café conilon. A colheita do café conilon começa em abril na maior parte das regiões produtoras. Neste momento, os cafezais estão na fase crucial de granação, que determina a qualidade final dos frutos. Porém, no Espírito Santo, o clima adverso, com temperaturas elevadas e intensa insolação, causou tombamento dos galhos e desfolha das plantas, o que pode comprometer a produtividade da safra deste ano. Outro fator importante para o mercado global do café é a situação no Vietnã, que também enfrenta desafios em sua produção de café robusta. A seca causada pelo fenômeno El Niño provocou perdas expressivas em áreas cultivadas. Além disso, mudanças recentes nas políticas agrícolas locais incentivaram alguns produtores vietnamitas a migrarem para outras culturas consideradas mais lucrativas. Tudo isso, combinado ao alto custo de transporte e baixos estoques mundiais, contribui diretamente para a volatilidade dos preços internacionais. Aqui no Espírito Santo, as exportações de café caíram mais de 53% no primeiro bimestre de 2025 em comparação com o mesmo período do ano anterior, reflexo dos baixos estoques e do aumento dos preços. No mercado futuro, a Bolsa de Londres mostra uma leve recuperação, com contratos para maio negociados a US$ 5.517 por tonelada. Já no mercado interno, as cotações do conilon seguem voláteis, com tendência de baixa, fechando a última semana a R$ 1.940 por saca de 60 kg. No curto e médio prazos, o mercado sinaliza estabilidade, mas há previsão de baixa nos preços a longo prazo devido à expectativa de recuperação da produção mundial. Para minimizar riscos e proteger suas margens, o produtor deve acompanhar atentamente as cotações e considerar alternativas como contratos a termo e linhas de crédito para estocagem. O Banco do Brasil dispõe de diversas opções de crédito para apoiar o produtor em suas decisões comerciais. Para mais informações, procure seu gerente de relacionamento. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    3 min
  • 25/03/2025 - Cenário do algodão
    Olá, hoje é 25 de março de 2025. Eu sou Karol Furlaneto, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Lucas do Rio Verde, Mato Grosso, e vamos falar sobre o cenário do algodão. O último boletim do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) não apresentou mudanças significativas nos preços, porém o mercado ficou atento a fatores importantes no cenário macroeconômico neste mês de março. Destacamos a previsão de redução em 11% da área de plantio do algodão nos EUA, segundo relatório Cotton Outlook do USDA, publicado no final de fevereiro. Outro ponto relevante foi o aumento, a partir de 10 de março, da tarifa chinesa em até 15% sobre alguns produtos agrícolas norte-americanos, incluindo o algodão. A medida é uma retaliação à recente política tarifária adotada pelos Estados Unidos contra produtos chineses. Essa situação de tensão comercial lembra o cenário de 2018, durante o primeiro mandato do presidente Trump. Naquela época, o Brasil se beneficiou com o aumento das exportações agrícolas. Agora, como maior exportador mundial de algodão, o país pode novamente aproveitar as oportunidades comerciais que surgem nesse contexto. Nos Estados Unidos, a semeadura da safra está começando. Já no Brasil, as lavouras seguem em boas condições após as chuvas regulares dos últimos meses, e o plantio foi praticamente finalizado ainda em fevereiro. De acordo com a CONAB, o Brasil deverá colher mais de 3,7 milhões de toneladas de pluma. No entanto, vale lembrar que Mato Grosso, principal estado produtor, já comercializou antecipadamente 50% da safra atual, uma evolução em relação aos 46% vendidos no mesmo período do ano passado. Esse movimento demonstra a atenção e estratégia dos cotonicultores brasileiros em aproveitar os melhores momentos do mercado. Considerando a volatilidade recente da cotação da pluma e do dólar, é fundamental que o produtor minimize esses riscos. Para isso, o Banco do Brasil disponibiliza produtos específicos, como as Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF). Destacamos ainda as Opções de Venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em junho de 2025, apresentando strike entre U$c 63 e U$c 67 por libra-peso. Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre   com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.
    3 min
  • 21/03/2025 - Cenário do milho
    Olá, hoje é sexta-feira, 21 de março de 2025, meu nome é Leandro Milléo, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Presidente Prudente, São Paulo, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    As cotações na Bolsa de Chicago foram pressionadas, negativamente, nos últimos dias, justificada principalmente pela guerra comercial do governo americano, o mercado externo continua monitorando os desdobramentos da imposição das tarifas a parceiros comerciais como México, Canadá e China. Além disso, o relatório de oferta e demanda para o mês de março, publicado no último dia 11 pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o órgão manteve os estoques finais americanos e deu sinais de menor demanda para o cereal, reduzindo a demanda chinesa em 65% em relação à Safra 2023/24. O contrato referência maio/25 encerrou na última quarta-feira, cotado a US$ 4,62/bushel.   No Brasil, segundo dados da Conab, o plantio do milho 2ª safra chegou a 89% da área total, avanço de 6% em relação à semana anterior. O estado do Mato Grosso, maior produtor de milho 2ª safra, o plantio se aproxima do fim, com 99% das áreas já cultivadas. Já no Paraná, segundo maior produtor, apesar de novas chuvas que atingiram o estado permitirem o avanço de 7% em relação à semana anterior, chegando a 82% da área esperada, a baixa umidade do solo, principalmente na região Oeste do estado, impede um maior avanço no plantio.   No mercado físico, o indicador referência CEPEA/B3 apresentou alta de 19% nos últimos 30 dias, encerrando o dia 19 de março cotado a R$ 90,18 por saca. Segundo pesquisadores do CEPEA, o impulso nos preços vem da combinação de estoques baixos com a demanda aquecida pelo cereal.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.   Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Maio/25, com strike/preço garantido entre R$ 79,48  e R$83,08 por saca, e  - Julho/25, com strike/preço entre R$ 70,02 e R$ 74,58 por saca.    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB > Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!
    3 min
  • 20/03/2025 - Cenário do boi gordo
    Olá, hoje é 20 de março de 2025, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne bovina in natura, nos oito primeiros dias úteis de março, foram de 117,4 mil toneladas, com média diária de 14,7 mil toneladas, representando uma alta de 76% no volume diário exportado em relação a mar/24. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.869,00, representando avanço de 7,5% em relação ao mesmo período de 2024. No dia 19 de março de 2025, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba foi precificada em R$ 310,10, com alta de 0,29% no dia. Já na B3, o contrato futuro de março de 2025 fechou o dia cotado em R$ 315,10. O preço da reposição continua fortalecido desde dezembro de 2024, na primeira quinzena do mês de março, o indicador do bezerro CEPEA/ESALQ – MATO GROSSO DO SUL subiu 2,6%, cotado a R$ 2.704,10. De acordo com os dados de abates divulgados pelo IBGE, em 2024 foram abatidos 14% a mais de bovinos em relação ao ano de 2023, desse total 43% foram fêmeas. O estado do Mato Grosso foi o líder nacional de abates, seguido por Goiás, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Com o aumento do preço do milho no mercado interno e queda no preço da arroba bovina, a relação de troca em março recuou 21,7%, com uma arroba de boi gordo comprando 3,43 sacos de milho, neste momento. Reforçamos a necessidade de adoção de estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar os riscos da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: Abril de 2025 com preço garantido (strike) entre R$ 313,00 e 316,00/@, e Maio de 2025 com strike entre R$ 310,00 e 318,00/@. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    4 min

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