BBCast Agro

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BBCast Agro episodes

  • Milho: Pro Farmer reduz estimativa de produtividade nos EUA e preços avançam | BBCast Agro
    No episódio de hoje do BBCast Agro, Leandro Milléo, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Presidente Prudente (SP), analisa o cenário do milho, com destaque para as perspectivas da safra norte-americana, os impactos do Pro Farmer Crop Tour, a produção europeia e o avanço da colheita da segunda safra no Brasil.

    Destaques do episódio: 

    🌽 Mercado internacional: Os contratos futuros de milho na Bolsa de Chicago apresentaram forte volatilidade em agosto, com vencimentos para dezembro de 2026 negociados acima de US$ 5 por bushel. 🇺🇸 Safra dos EUA: O Pro Farmer Crop Tour apontou produtividade média cerca de 4% inferior à estimada pelo USDA, levantando dúvidas sobre o tamanho da produção norte-americana. 

    📉 Oferta global: Uma possível redução da produção dos Estados Unidos pode diminuir a oferta mundial de milho e contribuir para a sustentação dos preços. 

    🌍 Europa e Mar Negro: Problemas climáticos em importantes regiões produtoras da União Europeia e as incertezas relacionadas ao conflito no Mar Negro seguem influenciando as cotações internacionais. 🇧🇷 Mercado brasileiro: A colheita do milho segunda safra está próxima do fim, com menos de 10% da área ainda a ser colhida. Paraná, Minas Gerais e São Paulo avançaram com os trabalhos favorecidos pelo clima mais seco. 

    💰 Preços: O Indicador CEPEA/Esalq acumulou alta de 5% nos últimos 15 dias, superando R$ 68 por saca. Os contratos futuros para o início de 2027 já registram preços acima de R$ 80 por saca. 

    🛡️ Gestão de risco: O Banco do Brasil oferece Opções Agro BB e Termo de Moedas (NDF) para auxiliar o produtor na proteção contra oscilações de preços e na preservação das margens. 

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. 

    Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!

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    3 min
  • Bovinocultura de Corte: exportações, mercado futuro e perspectivas para a arroba | BBCast Agro
    No episódio de hoje do BBCast Agro, Emerson Gheri, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO), analisa o cenário da bovinocultura de corte, com destaque para o comportamento da arroba, as exportações brasileiras de carne bovina, o mercado futuro e as oportunidades de gestão de risco para o pecuarista.

    Destaques do episódio: 

    🐂 Mercado físico: O indicador CEPEA/ESALQ do boi gordo recuou cerca de 1% no mês, enquanto o indicador do bezerro apresentou leve valorização. 

    📉 Preços da arroba: Após altas nas primeiras semanas de agosto, algumas praças registraram queda de até R$ 5,00/@, com a arroba negociada a R$ 340,00 em São Paulo e no Pará. 

    🌎 Exportações: Os embarques brasileiros de carne bovina in natura recuaram 26,4% nos primeiros 15 dias úteis de agosto, influenciados principalmente pela redução das compras chinesas. 

    📈 Mercado futuro: Os contratos de boi gordo na B3 apresentaram valorização nos vencimentos de setembro e outubro, sinalizando expectativas mais otimistas para os preços. 🇺🇸 Mercado norte-americano: A autorização dos Estados Unidos para importar até 300 mil toneladas de carne bovina para produção de carne moída pode abrir oportunidades para o Brasil e favorecer as exportações. 

    🛡️ Gestão de risco: O Banco do Brasil disponibiliza Opções Agro, incluindo opções de venda (Put) referenciadas na B3, além do Custeio Agropecuário para apoiar o planejamento da atividade. 

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. 

    Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!

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    5 min
  • Feijão: segunda safra concluída, terceira safra avança e El Niño exige atenção | BBCast Agro
    No episódio de hoje do BBCast Agro, Ana Paula Cunha, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário do feijão, com destaque para o encerramento da segunda safra, as perspectivas para a terceira safra e os impactos do fenômeno El Niño sobre a temporada 2026/27.

    Destaques do episódio: 

    🫘 Segunda safra: A colheita está praticamente concluída, com produção estimada em aproximadamente 1,3 milhão de toneladas, consolidando essa etapa como a principal responsável pelo abastecimento interno. 

    📊 Produção nacional: A safra brasileira de feijão 2025/26 deve alcançar cerca de 3 milhões de toneladas, com ligeira redução em relação ao ciclo anterior, principalmente devido à menor área cultivada e a problemas fitossanitários. 

    🌱 Terceira safra: A produção é estimada em aproximadamente 681 mil toneladas. As áreas irrigadas apresentam perspectivas favoráveis, enquanto as lavouras de sequeiro no Nordeste permanecem dependentes da regularidade das chuvas. 

    🌦️ El Niño: A confirmação do fenômeno para a safra verão 2026/27 aumenta a atenção sobre os riscos climáticos, com possibilidade de chuvas acima da média no Sul e menores precipitações em áreas do Norte, Nordeste e Centro-Norte. 

    🌡️ Condições climáticas: A previsão de temperaturas acima da média em grande parte do Brasil pode elevar os riscos produtivos e exigir planejamento mais cuidadoso para a próxima temporada. 

    🛡️ Gestão e crédito: O Banco do Brasil oferece linhas de crédito de investimento e custeio para a cultura do feijão, contribuindo para o planejamento e a adoção de estratégias de mitigação de riscos. 

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. 

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    4 min
  • Cana-de-açúcar: safra 2026/27, etanol, açúcar e desafios para as margens | BBCast Agro
    No episódio de hoje do BBCast Agro, André Longhi Javarez, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da cadeia sucroenergética, com destaque para as perspectivas da safra 2026/27, os mercados de etanol e açúcar e os principais desafios para produtores e usinas.

    Destaques do episódio: 

    🌱 Safra 2026/27: A região Centro-Sul está em plena colheita, com expectativa de produção de aproximadamente 642 milhões de toneladas de cana-de-açúcar e um mix industrial estimado em 42,5% para açúcar e 57,5% para etanol. 

    ⛽ Etanol: A produção de etanol de cana no Centro-Sul deve superar 27,6 bilhões de litros, enquanto o etanol de milho pode alcançar 10,25 bilhões de litros. A competitividade do biocombustível favorece a demanda e contribui para a estabilidade do abastecimento. 

    🍬 Mercado de açúcar: A recuperação das cotações internacionais, influenciada pelas preocupações climáticas e pela possibilidade de redução da produção de cana na Índia, mantém o mercado no radar das usinas. 

    📉 ATR e rentabilidade: O valor do ATR recuou de aproximadamente R$ 1,09/kg em janeiro para R$ 0,88/kg em julho, enquanto os custos de renovação e manutenção dos canaviais permanecem elevados, pressionando as margens da atividade. 

    🌽 Etanol de milho: A expansão da produção, estimada em cerca de 10,25 bilhões de litros, aumenta a participação do cereal na matriz de biocombustíveis e influencia a dinâmica do mercado sucroenergético. 

    ⚠️ Pontos de atenção: Preços do petróleo e da gasolina, condições climáticas globais, cotações do açúcar, expansão do etanol de milho, endividamento e produtividade dos canaviais serão determinantes para os próximos meses. 

    📊 Gestão: Em um ambiente de margens pressionadas, produtividade, tecnologia, eficiência operacional e controle dos custos são fundamentais para preservar a rentabilidade e a sustentabilidade da atividade. 

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. 

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    5 min
  • BBCast Agro - Cenários Agro – 24/08/2026
    🌱 Soja (00:24): Mercado atento ao Pro Farmer Crop Tour e ao clima nos EUA. Preços no Brasil são sustentados pela oferta menor, câmbio e prêmios elevados.

    🌽Milho (01:28): Chuvas no Corn Belt, balanço global ajustado, petróleo volátil e risco climático do El Niño despertam a atenção dos analistas.

    ☕Café (02:23): Tempo seco deve favorecer a colheita e secagem no Brasil. Qualidade do arábica, safra volumosa e retomada parcial das exportações colombianas seguem no radar.

    🐂Boi Gordo (03:31) Exportações, oferta ajustada de animais e reposição no mercado interno devem manter preços firmes, com estabilidade na arroba ao longo da semana.

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    5 min
  • Soja ganha força com clima nos EUA, demanda chinesa e alta do petróleo | BBCast Agro 21/08/2026
    No episódio de hoje do BBCast Agro, Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa os principais fatores que influenciam o mercado da soja. O clima nos Estados Unidos, a demanda chinesa, a valorização do petróleo e os impactos do El Niño na próxima safra brasileira seguem no radar dos produtores e investidores.

    Destaques do episódio: 

    🌱 Clima nos EUA: Chuvas intensas causaram inundações em algumas regiões produtoras, enquanto a previsão de temperaturas elevadas no Kansas mantém a atenção do mercado em um momento decisivo para a definição da produtividade. 

    📈 Demanda e esmagamento: O esmagamento de soja nos Estados Unidos atingiu recorde para o mês, com crescimento de 10,7% em relação ao ano anterior, reforçando a percepção de demanda aquecida. 

    Compras da China: A aquisição de mais de 260 mil toneladas de soja norte-americana pela China e a expectativa de manutenção dos acordos comerciais entre os dois países dão suporte às cotações internacionais. 

    🛢️ Petróleo e óleo de soja: A valorização do petróleo impulsionou os preços do óleo de soja, fortalecendo todo o complexo soja na Bolsa de Chicago. 

    💵 Mercado brasileiro: A alta do dólar frente ao real e os prêmios mais firmes nos portos continuam sustentando os preços internos da soja. 

    🌦️ Safra 2026/27: O mercado já acompanha os possíveis impactos do fenômeno El Niño sobre a próxima safra brasileira, especialmente nas regiões Sul e Norte do país. 

    🛡️ Gestão de risco: O Banco do Brasil oferece soluções de hedge, como travamento de câmbio e Opções Agro, auxiliando o produtor na comercialização da safra e na proteção da renda. 

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    4 min
  • Suinocultura: oferta elevada pressiona preços mesmo com exportações em alta | BBCast Agro - 20/08/2026
    No episódio de hoje do BBCast Agro, Bruno Viglioni, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Belo Horizonte (MG), analisa o cenário da suinocultura brasileira. Apesar do forte desempenho das exportações, o aumento da produção e a dificuldade de absorção pelo mercado interno seguem pressionando a rentabilidade dos produtores.

    Destaques do episódio: 

    🐖 Produção em alta: O aumento do plantel e os ganhos de produtividade elevaram a oferta de carne suína em 2026. Segundo o IBGE, os abates cresceram 5,5% no primeiro trimestre em comparação ao mesmo período de 2025. 

    📉 Pressão sobre os preços: O excesso de oferta no mercado doméstico contribuiu para a queda das cotações do suíno nas principais regiões produtoras do país. 

    🌎 Exportações aquecidas: De acordo com o Comex, o Brasil exportou 914 mil toneladas de carne suína no primeiro semestre de 2026, volume superior ao registrado no mesmo período do ano anterior. 

    🛒 Consumo interno: A demanda doméstica permanece enfraquecida. A concorrência com as carnes bovina e de frango, além das limitações de consumo das famílias, dificulta o equilíbrio entre oferta e demanda. 

    🌽 Custos de produção: A ampla oferta de milho e farelo de soja mantém os custos relativamente controlados. No entanto, a queda nos preços de venda tem reduzido significativamente as margens dos produtores. 

    🌦️ Atenção ao clima: O fortalecimento do El Niño aumenta os riscos de oscilações nos preços dos grãos, reforçando a importância do planejamento na compra de insumos. 

    🛡️ Gestão de risco: O Banco do Brasil oferece mecanismos de proteção de preços no mercado futuro e soluções de custeio agropecuário para auxiliar o produtor na gestão da atividade. 

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. 

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    4 min
  • Café Conilon: colheita avança, exportações reagem e mercado segue atento | BBCast Agro - 19/08/2026
    No episódio de hoje do BBCast Agro, Rômulo Bastos Chagas, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória (ES), analisa o cenário do café conilon. Com a colheita praticamente concluída nas principais regiões produtoras, o mercado acompanha o comportamento dos produtores, o ritmo das exportações e os movimentos da Bolsa de Londres.

    Destaques do episódio: 

    ☕ Colheita avançada: A colheita nacional de café atingiu 76% até o fim de julho, com o conilon praticamente finalizado, alcançando 98% da área colhida. 

    🌱 Produção em campo: Apesar do avanço dos trabalhos, ainda existem relatos de quebras localizadas em áreas produtoras do Espírito Santo e de Rondônia, exigindo atenção do mercado. 

    📊 Oferta e demanda: O mercado já não apresenta o mesmo aperto observado no primeiro semestre, mas a oferta também não é suficiente para provocar quedas mais acentuadas nos preços. 

    🌎 Exportações: Segundo o Cecafé, o Brasil exportou 3 milhões de sacas em julho, volume 9,9% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. No acumulado do ano, os embarques somam 21 milhões de sacas. 

    💱 Fatores de mercado: Câmbio, ritmo dos embarques, qualidade dos lotes e o comportamento das cotações na Bolsa de Londres seguem como os principais direcionadores dos preços nas próximas semanas. 

    📈 Preços: O contrato do conilon para novembro de 2026 na Bolsa de Londres é negociado a USD 3.590 por tonelada, enquanto o café tipo 7 é cotado a R$ 1.003 por saca no mercado capixaba. 

    💡 Soluções BB: O Banco do Brasil oferece soluções de crédito e apoio financeiro para auxiliar o produtor em todas as etapas da atividade agrícola. 

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    4 min
  • Banana: inverno reduz oferta, mas preços seguem pressionados | BBCast Agro - 18/08/2026
    No episódio de hoje do BBCast Agro, Renata Licciardi, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Lages (SC), analisa o cenário da bananicultura brasileira. O mercado acompanha os efeitos do inverno sobre a produção, os desafios fitossanitários e o comportamento dos preços das variedades Nanica e Prata.

    Destaques do episódio: 

    🍌 Produção nacional: A banana segue entre as frutas mais produzidas do Brasil, com cerca de 7,2 milhões de toneladas em 2025. São Paulo, Minas Gerais, Bahia e Santa Catarina permanecem entre os principais estados produtores. 

    ❄️ Efeito do inverno: As temperaturas mais baixas reduziram o desenvolvimento dos bananais e limitaram a oferta de frutos de melhor qualidade, especialmente no Vale do Ribeira (SP) e no Norte de Santa Catarina. 

    📦 Banana Nanica: A oferta mais restrita tem sido acompanhada por uma demanda doméstica moderada, resultando em um mercado relativamente equilibrado e sem pressão significativa de alta nos preços. 

    📈 Banana Prata: A oferta limitada no Norte de Minas Gerais mantém o mercado mais firme, contribuindo para a sustentação das cotações. 

    🌱 Sanidade vegetal: O avanço do Mal-do-Panamá continua impactando áreas produtoras de Minas Gerais e Bahia, reduzindo a produtividade e exigindo atenção dos produtores. 

    🌡️ Clima e preços: As massas de ar frio e episódios de geadas registrados no Centro-Sul influenciaram a produção. Apesar disso, os preços das variedades Nanica e Prata apresentaram recuos em comparação ao mesmo período de 2025, refletindo um mercado mais equilibrado. 

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.

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