BBCast Agro

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By BrotoBusiness
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BBCast Agro episodes

  • 07/02/2024 - Cenário do café arábica
    Olá, hoje é quarta-feira, 07 de fevereiro de 2024, sou José Antônio Luiz de Oliveira Silva, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARÁBICA.

    Mantida previsão de chuvas nas regiões produtoras e oscilações das temperaturas para os próximos dias e estas condições continuam favorecendo o enchimento dos grãos. O clima ainda gera incertezas para o arábica, pois as chuvas regulares e temperaturas amenas até o fim de março/24 são fundamentais para a definição da safra.

    O café arábica continua com bastante volatilidade nos preços em função dos problemas logísticos nos portos brasileiros, os baixos estoques certificados na bolsa de Nova York e com os importadores, os problemas climáticos no Brasil, oferta restrita dos produtores brasileiros e os conflitos do Oriente Médio que podem afetar a economia mundial.

    Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamento nos estoques externos mais reduzidos, consideramos perspectiva de manutenção da oscilação nos preços. Em 5 de fevereiro os preços internos nas principais praças registraram uma média de R$ 1.050,00 por saca, mantendo a estabilidade em relação a 31 de janeiro.

    O Banco do Brasil oferece créditos de custeio, investimento e comercialização para a condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços, possibilitando assegurar margens diante da alta volatilidade do mercado cafeeiro e preocupações climáticas.

    O BB disponibiliza as opções agro para proteção das margens de rentabilidade. Atualmente temos Opções PUT de Café arábica, referenciadas na bolsa de NY, com vencimento em abril/24 com strike/preço garantido entre U$ 1,71 e 1,81/lp e vencimento novembro/24 com strike entre 1,64 e 1,78/lp.

    Faça uma simulação acessando sua conta no aplicativo BB no celular, menu agro, contratar opções agro.

    Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    3 min
  • 06/02/2024 - Cenário climático
    Olá, hoje é terça-feira, 06 de fevereiro de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o cenário climático.

    O mês de janeiro foi marcado por chuvas intensas na Região Sudeste, evidenciadas principalmente nas capitais, características da influência do Fenômeno El Niño.

    No monitoramento da NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos), em último relatório, cita a possibilidade de um “El Niño Neutro” entre abril e maio de 2.024.

    De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia – INMET, a previsão para o mês de fevereiro indica tendência de chuva abaixo da média em parte da Região Norte e em áreas da Região Sul e dos estados de Mato Grosso e Goiás. Já em grande parte das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste do País, além de áreas do Pará, Amapá, Tocantins e Paraná, a previsão indica chuvas dentro ou ligeiramente acima da média.

    As temperaturas devem ficar acima da média em praticamente todo o País com valores acima de 25ºC. Em áreas do Amazonas, Pará, Amapá, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Matopiba, Ceará, Rio Grande do Norte e Pernambuco, a temperatura média poderá chegar aos 30ºC.

    A Previsão Climática Trimestral de fevereiro a abril, indica grande tendência de chuvas abaixo da média entre o centro, norte e leste do Brasil. Entre a parte da Região Sul, de MS, SP e oeste da Região Norte, a previsão indica chuva acima da média. Previsões que refletem as características típicas de El Niño sobre o Brasil.

    Na faixa central do país, o período é chuvoso e há possibilidade de chuvas acima da média. Sobre o norte do Nordeste, que iniciará o período chuvoso, a tendência é de chuvas abaixo da média, com possibilidade de normalidade, devido ao aquecimento generalizado no oceano Atlântico Tropical. A previsão de temperatura indica tendência acima da média, na maior parte do Brasil.

    Para a disponibilidade de água no solo, conforme observado no Sistema de Monitoramento Agroclimático (Agritempo), ocorre atenção em áreas mais ao Norte e Nordeste. Demais Regiões, em situação mais favorável. Devido as oscilações dos eventos climáticos frente as previsões, o monitoramento do clima, se tornou importante ferramenta para a tomada de decisões.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.
    4 min
  • 05/02/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro
    Olá! Hoje é segunda-feira, 05 de fevereiro de 2024, meu nome é Fabíola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.
    Iniciando com a soja, espera-se que O mercado siga dividido entre os fundamentos e os movimentos técnicos, com destaque para a movimentação dos fundos de investimento. O principal fundamento técnico atualmente, é a evolução da safra da Argentina, que segundo a Bolsa de Cereales de Buenos Aires, novamente elevou sua estimativa de produção. Na Argentina, há previsão do retorno das chuvas, ainda pequenas nessa semana (até 40 mm), em importantes províncias, como Córdoba e Buenos Aires, segundo o Serviço Meteorológico Nacional da Argentina (SMN). Para o Brasil, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), prevê chuvas para todos os Estados produtores, que podem atingir 50 mm, porém com distribuição irregular na Região Centro Norte do PR e na faixa Oeste de MG. O quadro fundamental segue de pressão, com a entrada da safra brasileira e as perspectivas favoráveis para a Argentina. Com isso, os importadores concentrarão suas compras na América do Sul. Diante dos baixos indicadores da economia chinesa, principal comprador da commodity e a véspera do seu tradicional feriado do Ano Lunar, somados as boas estimativas para a safra sul-americana, o mercado interno deverá manter o viés de baixa para o curto e médio prazos.
    No tocante ao milho, O mercado externo seguirá reagindo à demanda pelo milho norte-americano. De acordo com o USDA, no relatório semanal de exportações, publicado no dia 01/02, o país já havia exportado 33,68 milhões de ton. O ritmo de exportação americano está dentro das expectativas do mercado e 31,41% acima que o mesmo período do ano passado. O órgão divulgará no dia 08/02 seu relatório de oferta e demanda de grãos referente ao mês de fevereiro. O relatório poderá trazer volatilidade ao mercado externo caso ocorra revisão na produção estimada para o Brasil. Em janeiro, foi apontada produção total de milho brasileiro em 127 milhões de ton, cerca de 10 milhões de ton a mais que as estimativas da Conab. No Brasil, a Conab também divulgará seu 5º Levantamento Safra 2023/24, no dia 08/02. Internamente, o avanço da colheita da 1ª safra pode continuar pressionando negativamente os preços físicos no curto prazo, devido a maior oferta do cereal.
    Para o café, destaca-se que, A meteorologia mantém previsão de chuvas e temperaturas amenas para a semana nas regiões produtoras, favorecendo o enchimento dos grãos. Os problemas logísticos no Brasil, os baixos estoques certificados em bolsas, os problemas de oferta de robusta na Ásia e as condições climáticas continuam impactando a volatilidade do mercado. A permanência dos conflitos no Oriente Médio na região do Mar Vermelho já elevaram os preços internacionais dos fretes marítimos, pressionando os preços do robusta e diminuindo ainda mais sua oferta na Europa. O mês de jan/24 fechou com 3.439.508 sacas exportadas. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamento nos estoques externos mais reduzidos, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.
    Quanto ao Boi Gordo, é importante frisar que: O mês de janeiro começou com o indicador do boi gordo CEPEA/B3 em R$ 252,00/@ e terminou em R$ 245,00, acumulando uma queda de 2,9%. Mercado futuro do boi gordo para fev/24 segue com tendência de baixa, com contratos sendo negociados com valores cerca de 2,45% abaixo do indicador CEPEA/B3. O início de fevereiro gera perspectivas positivas para demanda de carne bovina, com pagamentos no início do mês, volta às aulas e feriado de carnaval, podendo ocorrer leve reação no preço da arroba. As escalas de abates podem recuar na medida que as vendas para o varejo aumentarem, devido a recomposição dos estoques de começo de mês.

    Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!
    6 min
  • 02/02/2024 - Cenário da soja
    Olá, hoje é sexta-feira 02 de fevereiro de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja.

    A colheita no Brasil segue avançando, atingindo 10% da área cultivada, destaques para os Estados do MT, que alcançou 20% e PR com 14% das áreas semeadas. As primeiras áreas colhidas, de modo geral, estão confirmando as baixas produtividades previstas, em função das irregularidades climáticas, principalmente escassez de chuvas e temperaturas elevadas ocorridas nos meses de outubro e novembro.

    As lavouras encontram-se com 74,1% na fase reprodutiva, sendo que 38% na fase de enchimento de grãos, 14,6% em floração e 21,5% em maturação.

    Na Argentina o plantio já está praticamente concluído, com previsão de produção de 50 milhões de ton. Nos últimos dias ocorreram redução das chuvas e aumento da temperatura no país, esse cenário deve persistir até a próxima semana.

    O contrato de soja na CBOT com vencimento em março/24 encerrou o dia 29/01 cotado a US$ 11,94/bushel, (12,06 em 15/01) apresentando queda em relação ao início do mês de 6,7%. Fatores que contribuíram para a queda das cotações foram: aumento das expectativas de produção da américa do Sul, destaque para a Argentina, menor demanda da China com origem na safra dos EUA, a manutenção das previsões favoráveis de clima no Brasil e a sazonalidade da oferta maior em função da colheita com reflexo no aumento da posição vendida pelos fundos de investimento.

    O indicador CEPEA em 29/01 foi cotado a R$ 116,13 (02/01 R$ 141,65) saca, apresentando queda de 18,02% desde o início do mês. De acordo com o INMET, teremos precipitações que podem atingir 50 mm em praticamente todos os Estados produtores, porém com distribuição irregular na região Centro Norte do PR e na faixa Oeste de MG.

    Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:

    - fev/24 com strike/preço garantido entre U$ 11,80 e U$ 12,02/bushel e
    - abril/24 com strike entre U$ 11,72 e U$ 12,09/ bushel

    Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    4 min
  • 01/02/2024 - Cenário do boi gordo
    Olá, hoje é 01 de fevereiro de 2024, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.

    Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram exportadas cerca de 168 mil toneladas de carne bovina in natura nos 19 dias úteis de janeiro de 2.024, volume 5% superior ao exportado no mês de janeiro de 2.023. O preço médio da tonelada, foi comercializado a US$ 4.508, queda de cerca de 6,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

    De acordo com o relatório disponibilizado pelo USDA em janeiro deste ano, as exportações de carne bovina in natura do Brasil continuarão em patamares elevados, a previsão é de que serão exportadas cerca 2,98 milhões de toneladas em 2.024, aumento de 2,7% em comparação a 2.023.

    Os frigoríficos estão com escalas de abate confortáveis nas principais praças pecuárias, em GO a escala média está em 10 dias úteis. Na segunda quinzena do mês de janeiro, a comercialização de carne bovina no atacado e varejo perdeu força com a demanda enfraquecida, devido ao menor poder aquisitivo da população.

    No dia 30 de janeiro de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 247,20 com queda de 0,54% no dia. O indicador do bezerro ESALQ/BM&FBOVESPA - MS, foi cotado a R$ 2.072,93 com queda de 0,65% no dia. Na B3, os contratos futuros de fevereiro e março de 2024 fecharam o dia cotados em R$ 239,50 e R$235,50 a arroba, respectivamente. A necessidade de utilização de ferramentas de proteção de preço é fundamental para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro.

    Atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em:

    - Março/24 com preço garantido (strike) entre R$ 235,50 e R$ 238,00/@,
    e - Maio/24 com strike entre R$ 224,80 e R$ 237,50/@

    Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    5 min
  • 31/01/2024 - Cenário do café Conilon
    Olá, hoje é quarta-feira, 31 de janeiro de 2024, me chamo Rossana Maria Claudia , sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON. As condições climáticas adversas, marcadas por altas temperaturas e chuvas abaixo do esperado no início do período produtivo, impactaram a florada dos cafezais em regiões como o Espírito Santo e Rondônia, mesmo com o uso de irrigação.

    O estresse fisiológico nas lavouras tornou-as suscetíveis a pragas, como a cochonilha-da-roseta, desafiando o controle preventivo. Embora haja informações sobre a redução da safra de 2024 devido aos efeitos climáticos desfavoráveis, ainda não é possível quantificar as perdas para a safra de 2023/2024. O mês de janeiro apresentou um volume de chuva expressivo, etapa crucial para granação do café. No mercado internacional, o café conilon em Londres teve valorização, com o contrato de maio/2024 com alta de US$43 por tonelada, chegando a US$3155.

    Conflitos na região do mar Vermelho estão dificultando o escoamento da produção do Vietnã, os produtores resistem à venda, monitorando as condições climáticas e prevendo redução nas safras do Vietnã e Indonésia, mantendo os preços a curto prazo com tendencia de alta, e de estabilidade no médio. No mercado interno, os preços do café conilon apresentaram alta na última semana.

    O café tipo 7 alcançou R$790,00 a saca de 60kg na COOABRIEL, enquanto em Rondônia, o preço médio informado pelos cafeicultores foi de R$680,00 a saca de 60kg. Diante das incertezas em relação à produção 23/24, os produtores são aconselhados a acompanhar o mercado do café e utilizar mecanismos de proteção disponíveis, como seguros e linhas de crédito para estocagem. Essas medidas visam proteger contra variações nos preços e riscos climáticos, proporcionando segurança aos produtores em um cenário desafiador.

    O Banco do Brasil está sempre ao lado do produtor rural, atendendo a todas as necessidades da sua propriedade. Como linhas de crédito de custeio para manutenção e manejo da safra em andamento. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!"
    4 min
  • 30/01/2024 - Cenário da batata doce
    Olá, hoje é 30 de janeiro de 2024, meu nome é Barbara Corrêa, Assessora de Agronegócios, na região de São Gotardo-MG, e falaremos hoje sobre a cultura da batata-doce.

    A batata-doce é uma raiz cultivada há mais de 8 mil anos, fazendo parte da dieta da maior parcela da população mundial, sendo considerada uma fonte de carboidrato bastante saudável, rica em fibras, proteínas, vitaminas do complexo B, vitamina A, C e diferentes sais minerais. A presença dessas vitaminas fortalece o sistema imunológico enquanto os sais minerais ajudam a controlar a pressão arterial.

    Além do seu baixo teor de gordura, possui betacaroteno e antocianinas, substâncias que auxiliam na prevenção do envelhecimento precoce e na saúde da visão. Grande parte do sucesso do cultivo desta raiz se dá pela rusticidade na exigência hídrica e de fertilidade, tolerando baixas precipitações e solos pobres de nutrientes.

    Contudo, os produtores devem atentar para a escolha de cultivares que se adaptem às condições edafoclimáticas locais e ao nível tecnológico disponível, bem como às exigências do mercado consumidor. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), a África detém a maior área de cultivo do mundo, quase 58% do total, seguido pela Ásia, com 37%. Contudo, a maior produção se concentra na China, com mais de 7,5 milhões de toneladas anuais.

    Com metade da produção concentrada nos Estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Ceará, o Brasil produz mais de 800 mil toneladas de batata-doce ao ano, em 60 mil ha, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A produtividade média está em torno de 14,5 t/ha. São bons números, considerando-se que produzimos safras de verão, de inverno e da seca, inclusive, mediante irrigação. Entretanto, ainda temos um grande potencial de crescimento, visto que países como Austrália e Senegal mantém suas produtividades médias, próximas de 40 t/ha.

    O custo de produção oscila entre R$ 15 mil/ha e R$ 17 mil/ha para lavouras de sequeiro e R$ 20 mil/ha, quando irrigadas, considerando produtividades médias estimadas entre 18 e 22 mil kg/ha. Os preços do produto praticados atualmente nas Centrais de Abastecimentos (Ceasa) no Oeste Paulista, estão variando entre R$ 2,10/kg e R$ 2,40/kg. A rentabilidade da atividade tem se mostrado positiva, porém o preço de comercialização pode variar muito dentre as diversas regiões produtoras, exigindo boa gestão da atividade.

    O Banco do Brasil coloca à disposição dos produtores rurais, linhas de crédito de investimento e de custeio, para condução das lavouras de batata-doce. Conte sempre com a Assessoria especializada em Agronegócios do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    4 min
  • 29/01/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro
    Olá! Hoje é segunda-feira, 29 de janeiro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.
    Iniciando com a soja, espera-se que O fundamento clima na América do Sul, tanto para o desenvolvimento das lavouras como para a evolução da colheita, permaneceça no foco dos traders. A América do Sul, portanto, seguirá no centro das atenções do mercado. As projeções para a produção da safra ainda são boas, mantendo a estimativa de oferta equilibrada. Na Argentina, há previsão do retorno das chuvas nessa semana, ainda pequenas (até 30 mm), segundo o Serviço Meteorológico Nacional da Argentina (SMN). Para o Brasil, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), prevê chuvas para todos os Estados produtores, com volumes que podem atingir 90 mm, exceto a microrregião centro-sul do Rio Grande do Sul. No macro cenário geopolítico, voltam as preocupações quanto a escalada do conflito no Oriente Médio, expectativa de diminuição da taxa de juros pelo Banco Central dos EUA, Federal Reserve (FED), e a efetividade do fomento na economia chinesa. Com a safra brasileira ainda duvidosa, principalmente quanto ao tamanho da produção, e o programa chinês de importação começando a se voltar para a América do Sul, o mercado interno deverá manter o viés de lateralidade para o curto e médio prazos.
    No tocante ao milho, O mercado externo seguirá atento à demanda pelo milho norte-americano. De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), no relatório semanal de exportações, publicado no dia 18/01, o país já havia exportado 32,48 milhões de toneladas. O ritmo de exportação americano está mais acelerado que no ano passado, quando o volume era de 24,03 milhões de toneladas para o mesmo período. Preocupações com o aumento das tensões no Mar Vermelho podem trazer volatilidade nos próximos dias, podendo influenciar na precificação do cereal na Bolsa de Chicago (CBOT). No Brasil, a Conab informou avanço de 1,8 pontos percentuais na colheita do milho 1ª safra, chegando a 8,6% do total da área. A semeadura da 2ª safra foi estimada em 5,0% do total da área, estando 4,10 pontos percentuais acima em relação ao mesmo período do ano passado. Internamente, os preços físicos podem continuar pressionados negativamente no curto prazo, em razão da maior oferta com a colheita da 1ª safra.
    Para o café, destaca-se que, A meteorologia mantém previsão de chuvas e temperaturas amenas para a semana nas regiões produtoras, favorecendo o enchimento dos grãos; Os problemas logísticos no Brasil, os baixos estoques certificados em bolsas, os problemas de oferta de robusta na Ásia e as condições climáticas ainda impactarão a volatilidade do mercado. Permanência dos conflitos no Oriente Médio na região do Mar Vermelho já elevaram os preços internacionais dos fretes marítimos, pressionando os preços do robusta. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamento nos estoques externos mais reduzidos, consideramos perspectiva de manutenção nos preços. Quanto ao Boi Gordo, é importante frisar que: O volume de exportação de carne bovina segue em bom ritmo neste início de ano. Entretanto, o valor da carne bovina no mercado internacional segue em queda, prejudicando a receita da indústria exportadora. Sazonalmente, em decorrência das chuvas, que possibilitam boas condições de pastagens, poderá ocorrer altas pontuais no valor da arroba no primeiro trimestre, devido ao poder do pecuarista em segurar o animal no pasto por mais tempo, aguardando melhores oportunidades de negociações. Em decorrência dos gastos de início do ano (impostos, material escolar e outros) a população se encontra descapitalizada, assim, o consumidor busca por fontes de proteínas mais acessíveis, como a carne de frango, suínos e ovos. Com o escoamento da carne bovina no mercado doméstico enfraquecido, a indústria, com grande volume de produto em estoque, deve reduzir a produção e seguir com escalas de abate confortáveis, refletindo em pressão negativa nos preços da arroba no curto prazo.
    Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!
    6 min
  • 26/01/2024 - Cenário do milho
    Olá, hoje é sexta-feira, 26 de janeiro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.

    Os preços futuros no mercado externo apresentaram leves recuperações nos últimos dias, após elevada desvalorização, refletindo as estimativas de oferta e demanda do cereal pelo Departamento de Agricultura dos EUA, divulgado no dia 12 de janeiro. Nesta publicação, o órgão apontou que a safra americana 2023/24 deverá ser a maior já registrada, próximo de 390 milhões de toneladas. Além desta revisão, ocorreram elevação dos estoques finais do país e globais, acima do que o mercado projetava. O contrato na Bolsa de Chicago, referência Março/24, encerrou o dia 24 de janeiro cotado a U$4,52/bushel.

    No Brasil, a Conab divulgou no dia 22, em seu acompanhamento das lavouras, que a colheita do milho 1ª safra (verão) chegou a 8,6% da área total, com o Rio Grande do Sul à frente dos trabalhos. O milho 2ª safra, conhecido como safrinha, já está sendo semeado. Foi levantado que 5% da área já foi cultivada, e está em um maior ritmo quando se compara ao mesmo período do ano passado. O estado que lidera o plantio é o Mato Grosso.

    A colheita do milho verão e a semeadura adiantada da 2ª safra têm trazido pressão negativa para os preços internos. Adicionalmente, compradores estão cautelosos nas aquisições, aguardando uma maior oferta para os próximos dias.

    O indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou a quarta-feira dia 24, precificado a R$62,64 por saca. Entre os dias 15 e 24 de janeiro, o indicador apresentou desvalorização de 5,2% no período. O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens. Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:

    - março/24, com strike/preço garantido entre R$ 63,97 e R$ 66,29 por saca,
    e - setembro/24, com strike entre R$ 62,65 e R$ 67,37 por saca.

    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB > Menu Agro.

    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!
    4 min
  • 25/01/2024 - Cenário do leite
    Olá, hoje é quinta-feira, 25 de janeiro de 2024, meu nome é Teodoro Contin, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos-SP e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.

    Apesar da elevação da cotação do preço do leite pago ao produtor no último indicador CEPEA, a atividade leiteira continua a atravessar um momento crítico.

    A volta das chuvas ainda não ocorreu dentro de uma normalidade para estabilizar a produção forrageira e, consequentemente, melhorar o fluxo de caixa com uso de alternativas mais baratas de alimento, como o próprio pasto em sistema de pastejo.

    O mercado atacadista internacional se manteve estável no final de dezembro e começo do ano, sugerindo estabilidade no valor do leite a ser pago ao produtor em janeiro de 2024, referente ao leite coletado por laticínios e cooperativas em dezembro de 2023.

    Diante deste cenário, o produtor de leite deve buscar melhorar a gestão de custos dentro da porteira e pode contar com o BB INVESTE AGRO, buscando otimizar a infraestrutura da propriedade e produzir fontes alternativas de forragem volumosa para uso durante o ano.

    Para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br/bbcast-agro ou busque por BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.
    2 min

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Boletim realizado por especialistas da Diretoria de Agronegócios e Gerências de Assessoramento Técnico ao Agronegócio do Banco do Brasil. A cada dia, uma análise sobre o cenário de uma cultura…