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A segurança de ativistas negras em articulação com a atuação política voltada para o Bem Viver é o tema da conversa no último episódio da série com Mônica Sacramento, pedagoga e doutora em Educação, coordenadora de projetos de Criola nas áreas de formação, fortalecimento de mulheres negras e segurança de ativistas.
A pandemia de Covid-19 escancarou as desigualdades sociais e o racismo existente no país. Um dos segmentos da população mais impactados por essa realidade são as comunidades quilombolas. Na linha de frente da luta política, Bia Nunes, educadora e liderança quilombola, apresenta neste podcast os desafios por reconhecimento, titulação das terras e garantia de direitos.
As defensoras e defensores de direitos humanos cumprem um papel ativo no fortalecimento da democracia, nas lutas sociais e no enfrentamento às violações que assolam o Brasil. No #EP08 da série Bem Viver Criola, Felipe Carvalho, coordenador geral do Programa de Defensores de Direitos Humanos no estado do Rio de Janeiro, aborda os temas de proteção e garantia de direitos para defensoras e defensores dos direitos humanos.
Conheça a trajetória de luta e ativismo de Clátia Vieira, coordenadora executiva do Fórum Nacional de Mulheres Negras. No #EP07 da série Bem Viver Criola, ela aborda a luta das mulheres negras a partir da participação política.
O combate ao racismo e a luta contra as desigualdades sociais como temas impulsores para a ação política de mulheres negras são pontos abordados pela psicóloga Luciene Lacerda, integrante do Instituto Búzios e da Agenda 21 Dias de Ativismo contra o Racismo, no #EP06 da série Bem Viver Criola.
A importância da intersecção da agenda direitos de mulheres trans com as pautas do movimento de mulheres negras, e o combate à transfobia são temas abordados pela ativista de direitos humanos e presidente do Instituto Transformar Shelida Ayana, Alessandra Ramos, nossa convidada no #EP05 da série Bem Viver Criola.
A pastora Nilza Valéria Zacarias, coordenadora da Frente Evangélica pelo Estado de Direito, é nossa convidada no #EP4 da série Bem Viver Criola. No diálogo desta semana vamos conversar sobre como a espiritualidade se converte em fortalecimento da ação política de mulheres negras.
No #EP3 da série Bem Viver Criola, vamos conversar sobre o papel de acolhimento e cuidado com mulheres negras protagonizado pelas religiões de matriz africana. Nossa convidada para este diálogo é Mãe Nilce Naira Nascimento, Iyá Egbe do Ilê Axé Omulu e coordenadora da Rede de Religiões Afro-brasileiras e Saúde.
A saúde é um espaço essencial para todas as pessoas e construir mecanismos que garantam atendimento humanizado e o cuidado integral, individual e coletivo, são fundamentais. Na área da saúde, entre os debates atuais sobre garantia de direitos, está a humanização do atendimento no Sistema Único de Saúde e implementação da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra.
O racismo afeta a saúde e é um dos maiores obstáculos para pessoas negras ficarem vivas. A afirmação é da médica Jurema Werneck, doutora em Comunicação e Cultura, uma das fundadoras de Criola e hoje diretora-executiva da Anistia Internacional Brasil.
As desigualdade sempre impactaram na saúde mental, impondo mais sofrimento às pessoas com maior vulnerabilidade social. Racismo, violência, precarização e dificuldade de acesso ao SUS já eram uma realidade brutal antes da Pandemia do novo Coronavírus. O papel de psicólogos e psiquiatras é cada vez mais desafiador nesse contexto. Essa é uma das análises da psicanalista Wânia Cidade, que aponta também estratégias para que, especialmente as mulheres negras, fortaleçam suas redes de apoio e sejam cuidadas.
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