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Nerd Surdo foi o convidado especial do 17º episódio do Bits Podcast, que vai ao ar todas as quintas, no canal do SBT Games na Twitch.
Logo na abertura do bate-papo, André falou sobre o momento em que perdeu, repentinamente, a audição, e como esse acontecimento se tornou uma motivação para o início de sua carreira de streamer. "Pessoal que não me conhece, eu sou surdo mesmo, eu tenho 25% de audição no ouvido da direita. Um belo dia, eu joguei meu LoLzinho, fui dormir e acordei no outro dia, estava surdo. E aí foi evoluindo essa história... eu fiquei com esses 25% de audição no ouvido da direita e o ouvido da esquerda zerou".
O streamer também explicou para Colosimus e Cabeção as diferentes formas que a surdez pode se manifestar. "A gente tem muito essa cultura de achar que o surdo, entre aspas né, porque não é o certo a falar, que o surdo é mudo, que só usa libras, exatamente porque a gente criou uma cultura em torno disso. Mas eu explico para o pessoal que a surdez é uma coisa plural, não existe só um tipo de surdez", disse André, falando ainda sobre como foi se adaptando, ao longo do tempo, à sua surdez.
Nerd Surdo ainda falou sobre a sua relação com o universo dos games, principalmente League of Legends, como transformou o que antes era um hobby em uma missão: a inclusão por meio dos Esports, por meio da Liga dos Surdos.
Evelynn foi a convidada especial do 16º episódio do Bits Podcast, que foi ao ar na última quinta-feira (25), no canal do SBT Games na Twitch.
Em conversa com Colosimus e Cabeção, a jornalista e caster de Esports contou que, desde muito nova sonhava em ser jornalista, muito por influência da Revista Mundo Estranho, publicação de curiosidades científicas e culturais da Editora Abril, mas que se viu encantada com a possibilidade de trabalhar na cobertura de modalidades de esportes eletrônicos quando descobriu o CBLoL.
Evelynn relembrou alguns acontecimentos marcantes do início de sua carreira e falou sobre o período em que conseguiu realizar esses dois sonhos, enquanto ainda era estudante de jornalismo. "Cada notinha que eu escrevia para a revista era muito muito especial para mim, porque eu sempre tinha sonhado em fazer aquilo. E aí eu chegava no CBLoL e tinha a oportunidade de entrevistar o Tockers, então eu fui entrevistando um pessoal que eu acompanhava há muitos anos. Foi um tempinho em que eu estava vivendo meu sonho todos os dias", disse emocionada.
Hoje com uma trajetória consolidada no cenário, Evelynn comentou sobre a experiência fazer coberturas ao lado de grandes nomes do Esports e seu atual trabalho como caster da Riot Games e da ESPN, no Valorant Challengers Brasil.
Leko foi o convidado especial do 15º episódio do Bits Podcast, que foi ao ar na última quinta-feira (18), no canal do SBT Games na Twitch.
Um dos grandes percursores do cenário competitivo de League of Legends no Brasil, Leko contou com o o jogo deixou de ser um hobby para se tornar algo mais sério de forma muito natural e que, no início, nem havia de fato um interesse no retorno financeiro: "A gente não tinha ideia, não tinha um parâmetro. A gente disputava um campeonato sábado e domingo o dia inteiro por 'pirulito', sabe? A galera sempre me pergunta: 'mas por que você foi jogar o competitivo?' E eu falo: 'sei lá, eu só jogava!'".
Ao longo da conversa com Colosimus e Cabeção, o convidado também comentou sobre sua trajetória por algumas competições de League of Legends e revelou ter se aventurado por outras modalidades, como o Hearthstone, onde conquistou o vice-campeonato brasileiro, e o Teamfight Tactics (TFT), jogo ao qual tem se dedicado mais desde que deixou o cenário profissional de LoL.
"Na stream sempre me perguntam: 'vai entrar em alguma organização?' E eu falo assim: 'cara, eu não quero ser jogador profissional. A minha meta é estar no TFT jogando em outro nível e participar desta parte de casting. Então, com certeza, a minha vontade é participar novamente deste mundial como comentarista e narrador de TFT", explicou Leko.
Marcelo Tavares foi o convidado especial do 14º episódio do Bits Podcast, que foi ao ar na última quinta-feira (04), no canal do SBT Games na Twitch.
No bate-papo com Colosimus e Cabeção, o idealizador da Brasil Game Show falou sobre a origem desta que se tornou a maior feira de games da América Latina.
O convidado também contou sobre sua paixão por videogames, que o levou a ser um dos grandes colecionadores de produtos do gênero no país, com cerca de 350 consoles e mais de 3 mil jogos em seu acervo pessoal.
Confira a entrevista completa com o Marcelo Tavares no Bits Podcast e fique ligado nas nossas redes sociais para não perder os próximos episódios.
Fred Mascarenhas foi o convidado especial do 13º episódio do Bits Podcast, que foi ao ar na última quinta-feira (04), no canal do SBT Games na Twitch.
No bate-papo com Colosimus e Cabeção, Fred falou sobre sua "multifacetada" carreira de dublador, humorista, ator e streamer (do SBT Games, inclusive) e sobre como iniciou sua trajetória em cada uma dessas atividades.
O convidado ainda eu uma palhinha de cada um dos personagens famosos aos quais emprestou a sua voz.
Takeshi foi o convidado especial do 12º episódio do Bits Podcast, que foi ao ar na última quinta-feira (29), no canal do SBT Games na Twitch.
Um dos maiores nomes do cenário de eSports do Brasil, o convidado contou sobre seu primeiro contato com League of League, ainda na adolescência, e a transição das jogatinas por lazer para o meio competitivo do game.
Ao longo do bate-papo com o Colosimus e o Cabeção, Takeshi também contou sobre sua trajetória como pro player de LoL, além de alguns bastidores de grandes campeonatos no qual competiu, como o CBLoL, por exemplo.
Hoje do outro lado da mesa, Takeshi comentou sobre os planos para o futuro de sua carreira no cenário, agora como caster, e comparou a rotina que tem como criador de conteúdo com a que tinha como jogador profissional.
Confira a entrevista completa com o Takeshi no Bits Podcast e fique ligado nas nossas redes sociais para não perder os próximos episódios.
Daniels foi a convidada especial do 11º episódio do Bits Podcast, que foi ao ar na última quinta-feira (22), no canal do SBT Games na Twitch.
Em conversa com Colosimus e Cabeção, o streamer e criador de conteúdo contou sobre o início de sua carreira, passagens como criador de conteúdo na INTZ e também várias histórias engraçadas que aconteceram em sua jornada.
Em conversa com Colosimus e Cabeção, a jogadora profissional de CS:GO e criadora de conteúdo contou sobre o início de sua carreira, das partidas recreativas em lan houses aos grandes campeonatos nacionais e mundiais da modalidade, e sobre o a evolução do cenário ao longo deste período.
"Eu comecei em 2014, passei por organizações de vários países até, não foi só essa da Argentina né [9z Team-FEM], já fui da OpTic, que é americana, já fui da Alientech, que é portuguesa, então eu já rodei um monte de time. E sim, quando eu comecei, a gente não ganhava absolutamente um real. Era uma época em que eu trabalhava, eu era CLT, eu estudava à noite e ainda treinava CS. Então, a gente levava os campeonatos como um hobby; hoje, a gente chama de profissão".
A jogadora também revelou alguns bastidores sobre o período em que atuou profissionalmente no CS:GO e os momentos mais marcantes de sua trajetória. "Eu lembro que, em 2017, teve a Game XP no Rock in Rio, nossa aquilo pra mim foi a mais, por incrível que pareça. Foi o que mais me marcou, porque eu gosto de rock, então estar lá sem pagar nada, em um apartamento perto, e ir todos os dias... nossa, isso pra mim foi surreal. (...) E de viagem, foi em 2016, em Paris; foi muito especial pra mim".
Mas, como em nenhuma profissão tudo são flores, inclusive nos eSports, a convidada falou sobre as dificuldades que os jogadores encontram dentro do cenário, como a falta de suporte e de condições financeiras para investir em sua performance (seja em tecnologia ou em tempo para focar apenas nas competições), e apontou quais circuntâncias a fizeram repensar a sua carreira e mudar o seu foco de atuação.
"A parte que faz a gente querer parar é quando a gente vai ficando mais velho, eu por exemplo, e acaba saindo de um time. Na época da Vivo Keyd, em 2018, depois o mesmo time, só que a gente era paiN e daí, da mesma forma, eu acabei saindo de novo... e você está com tantos planos na cabeça, e do nada... acaba! Então, por isso que você tem que fazer outras coisas, porque você nunca sabe se vai entrar em outro time, você não sabe se vai querer continuar jogando", contou.
Hoje, do outro lado da mesa no cenário competitivo de CS, não mais defendendo uma camisa e jogando por um título, mas contribuindo com conhecimento e análise das partidas, como caster e criadora de conteúdo, Camyy contou estar entusiasmada em aprender mais e crescer dentro da nova função, na qual disse se sentir mais feliz e segura profissionalmente.
"Por mais que eu não esteja atuando em time, eu consigo estar [no cenário] como caster. Então, isso me deixa muito feliz porque eu consigo estar acompanhando, e também aprendendo né, porque essa coisa de caster não é uma coisa que você sai sabendo. Foi uma coisa que eu comecei a aprender e, pelo menos, eu estou inserida no cenário de alguma forma também", concluiu.
Jogador profissional de Counter-Strike desde 2000 e hoje coach da MIBR, Raphael "cogu" Camargo falou sobre o início de sua carreira e os primeiros contatos com o game que, alguns anos depois, o levaria a conquistar o primeiro título mundial de uma equipe brasileira na modalidade. Vale destacar que a taça da Electronic Sports World Cup e a segunda maior premiação da história do CS foi conguistada, na França, por Cogu e os demais jogadores da MIBR época: Thiago "btt" Monteiro, Carlos "KIKO" Segal, Renato "nak" Nakano, Guilherme "spacca" Spacca, Lincoln "fnx" Lau e Bruno "bruno" Ono.
Cogu também comentou sobre a nova fase de sua carreira, com a mudança de pro player para coach e manager, e sobre os seus objetivos futuros na função. "Na vida, tudo que a gente for fazer, tem que colocar muito esforço, independente do que a gente escolha pra vida. Esse foi sempre meu lema. Graças a Deus que eu tenho uma carreira vencedora nos games e eu espero que eu continue dando essa alegria para o povo brasileiro, agora em uma nova função, que estou como Coach do MIBR. (...) Então, eu quero continuar essa minha experiência como coach, quero continuar trabalhando com esse meninos que estou no momento e ser campeão no CS, só que agora em uma função diferente", concluiu.
Pulga foi o convidado especial do 8º episódio do Bits Podcast, que foi ao ar na última quinta-feira (31), no canal do SBT Games na Twitch.
Em conversa com Colosimus e Cabeção, Pulga falou sobre o início de sua carreira e revelou ter se dedicado por quase 8 anos ao League of Legends, antes de conhecer Fortnite e se tornar jogador profissional.
"Eu estava chegando no top do League of Legends, mas nunca pensei em ser pro player nessa época. E nessa mesma época lançou o Fortnite; e mano, quando eu entrei nesse jogo, eu não saí nunca mais!" Pulga também comentou sobre o momento em que decidiu deixar a equipe da qual era um dos fundadores e CEOs para se dedicar à sua carreira como jogador. "Eu nem tinha vontade de jogar. Às vezes, alguma coisa dava errada ou dava certa, independente, eu ainda tinha que ir lá; não tinha muito tempo para treinar... na verdade, eu até tinha, mas fica com aquilo na cabeça, então eu não estava 100% preparado psicologicamente. Foi uma decisão muito difícil pra mim, porque tudo que eu construí na The Boys com os meninos eu tive que largar mão. E meu sonho sempre foi jogar competitivamente, sabe?", explicou.
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