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Bolsonaro cancela Renda Brasil e ameaça equipe econômica


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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciou o cancelamento do programa Renda Brasil, que substituiria o Bolsa Família, aumentando a abrangência. No vídeo, ele ainda disse ter proibido o assunto no governo até 2022. O presidente tomou a decisão após a imprensa publicar que a equipe econômica do governo estudava financiar o programa congelando as aposentadorias e reduzindo o benefício para idosos e deficientes pobres, relata o G1. Pouco antes da postagem do vídeo, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (Dem), defendeu a ideia de cancelar reajustes previdenciários atrelados ao salário mínimo. Bolsonaro afirmou que daria cartão vermelho se o procurassem com tal proposta. O ministro da Economia, Paulo Guedes, negou qualquer atrito com o chefe do Executivo e disse que a imprensa distorceu as informações ao atrelar as medidas de austeridade com o financiamento do Renda Brasil, mostra o Infomoney. O secretário especial da Fazenda, Waldery Rodrigues, autor do comentário sobre o congelamento de aposentadorias está com a posição ameaçada, afirma o G1.

O desmatamento na Amazônia subiu 68% em agosto na comparação com o mesmo mês de 2019, o pior resultado em 10 anos. Os dados do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) apontam alta de 23% no acumulado de oito meses frente igual período de 2019, relata o UOL. Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) mostram que em 14 dias, setembro já supera o número total de focos de incêndio do mesmo mês de 2019. Sem apresentar provas, o vice-presidente, Hamilton Mourão (PRTB), afirmou que o órgão estatal abriga um opositor responsável por vazar informações públicas negativas, reporta o Poder360.

O Ibama foi alvo de operação contra um suposto esquema de liberação irregular de terras embargadas, principalmente no Pará e no Mato Grosso, traz o Metrópoles. Enquanto isso, ONGs e produtores rurais enviaram ao governo propostas conjuntas para combater o desmatamento, mostra o Estadão.

O Brasil registrou 1.090 mortes e 34.755 novos infectados por covid-19 nas últimas 24 horas. Os dados do consórcio de veículos de imprensa apontam que a média móvel de óbitos, em 813 casos, mostra que o país saiu da tendência de queda e voltou à estabilidade, aponta a Folha. Dados do Imperial College London indicam a menor taxa de contágio desde abril. No total, o Brasil tem mais de 133 mil óbitos causados pela doença.

A Anvisa anunciou que dobrará para 10 mil o número de voluntários no teste da vacina da Universidade de Oxford, o mesmo que foi suspenso na semana passada, informa o Correio Braziliense.

Já o Exército pagou 167% mais caro por insumos para a produção de cloroquina em maio na comparação com março. Reportagem da CNN afirma que as Forças Armadas não questionaram o aumento abrupto do preço. A empresa alega que repassou o reajuste do próprio fornecedor.

O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) em 2019 ficou em 4,2 pontos, quando a meta era 5. Os dados do MEC estão na reportagem do Poder360.

O ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli arquivou todos os nove inquéritos baseados em delação do ex-governador fluminense Sérgio Cabral. A medida foi adotada antes de Toffoli deixar a presidência da corte. Ele atendeu a um pedido do Procurador-Geral da República que não via elementos para a continuidade das investigações. O relator da matéria, o ministro Edson Fachin, havia decidido em sentido contrário, lembra o G1.

No mesmo dia, o STF considerou constitucional a divulgação da “Lista Suja”do trabalho escravo. O documento era contestado pelo setor de construção civil. A lista traz nomes de empregadores autuados por submeter trabalhadores a condições análogas à de escravo, relata o Conjur.

A Petrobras foi acusada pelo Ministério Público do Trabalho de manter 73 trabalhadores em cárcere privado dentro de uma refinaria em Cubatão,
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