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“Beleza tão antiga e tão nova, tarde te amei. (...) Exalaste e respirei e te aspirei; saboreei e tenho fome e sede; tocaste-me, e ardo na tua paz”. (Agostinho de Hipona)
Totalmente radical
“A graça de Deus se manifestou, trazendo salvação a todos” (Tito 2.11) os que diante dela se rendem. O modo desta rendição à graça pode variar, mas uma existência no seu compasso, com alegria, liberdade e paz, implica em conversão. A conversão é uma resposta à oferta da graça e envolve quatro elementos: fé, arrependimento, certeza e compromisso. A graça é para quem concorda com a verdade ensinada na Bíblia sobre Jesus: Ele é o único Salvador, Ele é o único Senhor. Na verdade, o Evangelho é sobre o único Caminho para a felicidade: Jesus. Sem dúvida, a graça é Jesus. A graça se torna real pelos olhos da fé. A graça é para quem, além de concordar com a verdade sobre Jesus, arrepende-se do domínio do pecado sobre a sua vida e rejeita o padrão de comportamento que ele determina. A conversão chega com a disposição para imitar o jeito como Jesus viveu e ensinou. Agora ancorada na fé, na esperança e no amor, a nova vida carrega as marcas felizes do perdão, da compaixão, da misericórdia, acima da agressão, do egoísmo e da indiferença. A graça se torna pessoal pelos joelhos do arrependimento. A graça é para quem sente, vivamente no seu coração, que Deus tanto o ama que o perdoa, perdoa completamente, razão pela qual pode viver sem medo do presente ou do futuro. A graça se torna poderosa pelas pernas da certeza da salvação. A graça é para quem se dispõe a viver com, por e para Jesus. A verdadeira fé não é algo à parte da vida, mas é a própria vida. A graça se torna aceitável aos outros pelos lábios do compromisso de quem crê.
“Vai alta a noite, e o dia vem chegando. Deixemos, pois, as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz”. (Romanos 13.12)
Bom dia!!!!!!
Israel Belo de Azevedo
By Israel Belo de Azevedo“Beleza tão antiga e tão nova, tarde te amei. (...) Exalaste e respirei e te aspirei; saboreei e tenho fome e sede; tocaste-me, e ardo na tua paz”. (Agostinho de Hipona)
Totalmente radical
“A graça de Deus se manifestou, trazendo salvação a todos” (Tito 2.11) os que diante dela se rendem. O modo desta rendição à graça pode variar, mas uma existência no seu compasso, com alegria, liberdade e paz, implica em conversão. A conversão é uma resposta à oferta da graça e envolve quatro elementos: fé, arrependimento, certeza e compromisso. A graça é para quem concorda com a verdade ensinada na Bíblia sobre Jesus: Ele é o único Salvador, Ele é o único Senhor. Na verdade, o Evangelho é sobre o único Caminho para a felicidade: Jesus. Sem dúvida, a graça é Jesus. A graça se torna real pelos olhos da fé. A graça é para quem, além de concordar com a verdade sobre Jesus, arrepende-se do domínio do pecado sobre a sua vida e rejeita o padrão de comportamento que ele determina. A conversão chega com a disposição para imitar o jeito como Jesus viveu e ensinou. Agora ancorada na fé, na esperança e no amor, a nova vida carrega as marcas felizes do perdão, da compaixão, da misericórdia, acima da agressão, do egoísmo e da indiferença. A graça se torna pessoal pelos joelhos do arrependimento. A graça é para quem sente, vivamente no seu coração, que Deus tanto o ama que o perdoa, perdoa completamente, razão pela qual pode viver sem medo do presente ou do futuro. A graça se torna poderosa pelas pernas da certeza da salvação. A graça é para quem se dispõe a viver com, por e para Jesus. A verdadeira fé não é algo à parte da vida, mas é a própria vida. A graça se torna aceitável aos outros pelos lábios do compromisso de quem crê.
“Vai alta a noite, e o dia vem chegando. Deixemos, pois, as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz”. (Romanos 13.12)
Bom dia!!!!!!
Israel Belo de Azevedo