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Or


“A oração é, na verdade, um estilo de vida, não algo para usar em casos de emergência”. Faça dela um hábito e, quando a necessidade chegar, você estará na prática”. (Billy Graham) Uma ilha para habitar Seja de olhos bem fechados ou totalmente abertos, orar é ver o invisível, fruir a amizade possível, enxergar a esperança improvável, sentir a liberdade inimaginável. Pela manhã, com o rosto por lavar, ou à noite, com a pálpebra a pesar, orar é confiar que há um poder imenso e disponível, afável mas imanipulável, pronto para fazer o que nós, cheios de certeza e admiração, chamamos de natural ou sobrenatural com a nossa voz. Com as mãos em concha ou cruzadas, os braços caídos ou levantados, orar é submeter nossa vontade que nada conhece à vontade de quem tudo, absolutamente tudo, no todo e nos detalhes, sabe e reconhece. De joelhos ou em pé, andando ou parados, orar é trovejar necessidades com gemidos tão altos que atravessam nuvens de preocupação e depois nos vêm não como terrores mas como sorrisos de aprovação. Em particular ou em público, orar é entregar o que traz ansiedade ao Pai Eterno e então simplesmente repousar no oásis da tranquilidade. Quem ora encontra a paz almejada, paz que não é ausência do medo mas vitória, paz que não é inexistência do conflito mas harmonia que nos conquista, paz que não é falta de desejo, mas desejo realizado ou desejo renunciado. Quem ora pede, mas agradece, clama mas louva, humilha-se e exalta. Ora quem se lembra com alegria e emoção do seu pai ajoelhado, de sua mãe de mãos dadas à mesa, do seu corpo no colo inclinado de um avô em oração. Orar é como beber água no copo. Quem não aprendeu a orar pode começar a tradição que será um dia de sua família; na imensidão dos mares agitados, orar é encontrar e habitar uma ilha. “Quando você começou a fazer as suas súplicas, foi dada uma ordem, e eu vim para explicar tudo a você, porque Deus o ama muito”. (Daniel 9.23a) Bom dia! Israel Belo de Azevedo
By Israel Belo de Azevedo“A oração é, na verdade, um estilo de vida, não algo para usar em casos de emergência”. Faça dela um hábito e, quando a necessidade chegar, você estará na prática”. (Billy Graham) Uma ilha para habitar Seja de olhos bem fechados ou totalmente abertos, orar é ver o invisível, fruir a amizade possível, enxergar a esperança improvável, sentir a liberdade inimaginável. Pela manhã, com o rosto por lavar, ou à noite, com a pálpebra a pesar, orar é confiar que há um poder imenso e disponível, afável mas imanipulável, pronto para fazer o que nós, cheios de certeza e admiração, chamamos de natural ou sobrenatural com a nossa voz. Com as mãos em concha ou cruzadas, os braços caídos ou levantados, orar é submeter nossa vontade que nada conhece à vontade de quem tudo, absolutamente tudo, no todo e nos detalhes, sabe e reconhece. De joelhos ou em pé, andando ou parados, orar é trovejar necessidades com gemidos tão altos que atravessam nuvens de preocupação e depois nos vêm não como terrores mas como sorrisos de aprovação. Em particular ou em público, orar é entregar o que traz ansiedade ao Pai Eterno e então simplesmente repousar no oásis da tranquilidade. Quem ora encontra a paz almejada, paz que não é ausência do medo mas vitória, paz que não é inexistência do conflito mas harmonia que nos conquista, paz que não é falta de desejo, mas desejo realizado ou desejo renunciado. Quem ora pede, mas agradece, clama mas louva, humilha-se e exalta. Ora quem se lembra com alegria e emoção do seu pai ajoelhado, de sua mãe de mãos dadas à mesa, do seu corpo no colo inclinado de um avô em oração. Orar é como beber água no copo. Quem não aprendeu a orar pode começar a tradição que será um dia de sua família; na imensidão dos mares agitados, orar é encontrar e habitar uma ilha. “Quando você começou a fazer as suas súplicas, foi dada uma ordem, e eu vim para explicar tudo a você, porque Deus o ama muito”. (Daniel 9.23a) Bom dia! Israel Belo de Azevedo