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“Ter coragem diante de qualquer coisa na vida, essa é a base de tudo”. (Teresa de Ávila)
Vergonha e dignidade
Não é vergonhoso pedir ajuda, quando precisamos.
Não é desonroso gritar por socorro, quando o perigo nos ameaça.
Não é feio trocar de lado numa discussão, se fomos convencidos.
Não é fraco retroceder, se o caminho pelo qual vamos terminará num precipício.
Não é ultrajante aceitar um emprego, mesmo que esteja aquém do que merecemos ou
precisamos.
Não é indecoroso admitir que estamos com problemas, com a nossa vida fora do nosso controle,
se for o caso.
Não é covarde deixar no meio da rua os amigos, se a companhia deles nos empurra para o vício.
Não é indigno renunciar a um compromisso, se não mais conseguimos honrá-lo.
Não é humilhante rogar pelo perdão a Deus ou ao próximo, quando pecamos.
Não é aviltante admitir uma dívida, se temos o desejo de pagá-la.
É corajoso pedirmos ajuda.
É digno clamarmos por socorro.
É lindo reconhecermos que estamos errados.
É sábio desistirmos de uma vitória certa mas danosa.
É elevado aceitarmos na crise um salário baixo ou temporário.
É destemido abrirmos o coração com uma pessoa de confiança para lhe dizer que estamos
completamente perdidos e lhe permitir que nos oriente.
É elogioso nos afastarmos de quem se apresenta como amigo mas não é.
É melhor chegarmos atrasados a um evento do que não chegar, desde que a impontualidade não
seja um hábito.
É grande esperarmos que nos venha o perdão que imploramos a Deus ou ao próximo para que
voltemos a sorrir.
É honesto reconhecermos que devemos e vamos pagar a conta do serviço ou produto que
compramos ou devolver o dinheiro ou o livro que pegamos emprestado.
“Senhor, tu me farás ver os caminhos da vida; na tua presença há plenitude de alegria, à tua direita, há delícias perpetuamente”. (Salmo 16.11)
Bom dia!!!!
Israel Belo de Azevedo
By Israel Belo de Azevedo“Ter coragem diante de qualquer coisa na vida, essa é a base de tudo”. (Teresa de Ávila)
Vergonha e dignidade
Não é vergonhoso pedir ajuda, quando precisamos.
Não é desonroso gritar por socorro, quando o perigo nos ameaça.
Não é feio trocar de lado numa discussão, se fomos convencidos.
Não é fraco retroceder, se o caminho pelo qual vamos terminará num precipício.
Não é ultrajante aceitar um emprego, mesmo que esteja aquém do que merecemos ou
precisamos.
Não é indecoroso admitir que estamos com problemas, com a nossa vida fora do nosso controle,
se for o caso.
Não é covarde deixar no meio da rua os amigos, se a companhia deles nos empurra para o vício.
Não é indigno renunciar a um compromisso, se não mais conseguimos honrá-lo.
Não é humilhante rogar pelo perdão a Deus ou ao próximo, quando pecamos.
Não é aviltante admitir uma dívida, se temos o desejo de pagá-la.
É corajoso pedirmos ajuda.
É digno clamarmos por socorro.
É lindo reconhecermos que estamos errados.
É sábio desistirmos de uma vitória certa mas danosa.
É elevado aceitarmos na crise um salário baixo ou temporário.
É destemido abrirmos o coração com uma pessoa de confiança para lhe dizer que estamos
completamente perdidos e lhe permitir que nos oriente.
É elogioso nos afastarmos de quem se apresenta como amigo mas não é.
É melhor chegarmos atrasados a um evento do que não chegar, desde que a impontualidade não
seja um hábito.
É grande esperarmos que nos venha o perdão que imploramos a Deus ou ao próximo para que
voltemos a sorrir.
É honesto reconhecermos que devemos e vamos pagar a conta do serviço ou produto que
compramos ou devolver o dinheiro ou o livro que pegamos emprestado.
“Senhor, tu me farás ver os caminhos da vida; na tua presença há plenitude de alegria, à tua direita, há delícias perpetuamente”. (Salmo 16.11)
Bom dia!!!!
Israel Belo de Azevedo