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“Eu estava acostumado a pedir a Deus para me ajudar. Depois, perguntei se eu podia ajudá-lo. Por último, pedi a Deus para fazer sua obra através de mim”. (Hudson Taylor)
O nome
Para que não usemos seu nome em vão (Êxodo 20.7), Deus não nos disse como se chama.
Nós o chamamos de “Deus”, sabendo que Ele está além da nossa compreensão e que não
conseguimos manipulá-lo, por mais que queiramos.
Oscilamos entre levar a sério em nossa meditação o seu nome ou usá-lo para ofender sua magnífica bondade.
Tomamos em vão nome de Deus quando nossa motivação para lhe dirigir palavras bonitas,
na prece e no louvor, é receber algo em troca.
Desonramos o nome de Deus quando lhe apresentamos nossa oração apenas para clamar
por nossas carências sem nos importar com as aflições dos outros.
Barateamos o nome de Deus quando dizemos “Deus te abençoe” para despedir o irmão que
precisa que o nosso amor vá além das palavras.
Abusamos do nome de Deus quando tentamos fazer da nossa gratidão para com Ele uma
forma de sermos lembrados para merecer mais.
Abafamos o nome de Deus quando não temos a mesma atitude dele de condenação ao
pecado, sobretudo o nosso, como se nos aprovasse no erro que cometemos.
Blasfemamos contra o nome de Deus quando nos juntamos aos berros da discriminação ou
ao silêncio da omissão diante da violência contra os fracos.
Riscamos o nome de Deus da verdadeira fé quando nos calamos diante da opressão ao
“pobre e necessitado”, seja ele vizinho conhecido ou estrangeiro desconhecido
(Deuteronômio 24.14)
Honramos, enriquecemos, valorizamos, exaltamos, glorificamos o nome de Deus quando é
de coração que o louvamos, obedecemos e amamos, de modo que quem nos conhece vê,
por nosso intermédio, a misericórdia de Deus em ação.
“Mas para vocês que temem o meu nome nascerá o sol da justiça, trazendo salvação nas suas asas. Vocês sairão e saltarão como bezerros soltos da estrebaria”. (Malaquias 4.2)
Bom dia!
Israel Belo de Azevedo
By Israel Belo de Azevedo“Eu estava acostumado a pedir a Deus para me ajudar. Depois, perguntei se eu podia ajudá-lo. Por último, pedi a Deus para fazer sua obra através de mim”. (Hudson Taylor)
O nome
Para que não usemos seu nome em vão (Êxodo 20.7), Deus não nos disse como se chama.
Nós o chamamos de “Deus”, sabendo que Ele está além da nossa compreensão e que não
conseguimos manipulá-lo, por mais que queiramos.
Oscilamos entre levar a sério em nossa meditação o seu nome ou usá-lo para ofender sua magnífica bondade.
Tomamos em vão nome de Deus quando nossa motivação para lhe dirigir palavras bonitas,
na prece e no louvor, é receber algo em troca.
Desonramos o nome de Deus quando lhe apresentamos nossa oração apenas para clamar
por nossas carências sem nos importar com as aflições dos outros.
Barateamos o nome de Deus quando dizemos “Deus te abençoe” para despedir o irmão que
precisa que o nosso amor vá além das palavras.
Abusamos do nome de Deus quando tentamos fazer da nossa gratidão para com Ele uma
forma de sermos lembrados para merecer mais.
Abafamos o nome de Deus quando não temos a mesma atitude dele de condenação ao
pecado, sobretudo o nosso, como se nos aprovasse no erro que cometemos.
Blasfemamos contra o nome de Deus quando nos juntamos aos berros da discriminação ou
ao silêncio da omissão diante da violência contra os fracos.
Riscamos o nome de Deus da verdadeira fé quando nos calamos diante da opressão ao
“pobre e necessitado”, seja ele vizinho conhecido ou estrangeiro desconhecido
(Deuteronômio 24.14)
Honramos, enriquecemos, valorizamos, exaltamos, glorificamos o nome de Deus quando é
de coração que o louvamos, obedecemos e amamos, de modo que quem nos conhece vê,
por nosso intermédio, a misericórdia de Deus em ação.
“Mas para vocês que temem o meu nome nascerá o sol da justiça, trazendo salvação nas suas asas. Vocês sairão e saltarão como bezerros soltos da estrebaria”. (Malaquias 4.2)
Bom dia!
Israel Belo de Azevedo