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“Quanto mais grave é uma doença, maior tem de ser a esperança. Porque a função da esperança é preencher o que nos falta”. (Vergílio Ferreira)
A retomada, 3/4
Adoecemos. Durante a doença, temos que buscar os recursos para a cura, estejam onde estiverem,
custem o que custarem. Diagnosticados, temos que nos submeter ao tratamento, mesmo
que doa. Com paciência, aguardemos a alta que a ciência nos dará.
Durante a doença, antes de talvez mergulhar numa noite profunda, podemos orar, orar muito;
se não orávamos, orar; se orávamos, orar mais, sempre acreditando, sem duvidar, que
estamos sendo ouvidos por Deus em nossa súplica mesmo que balbuciada.
Durante a doença, talvez imobilizados, temos a indisperdiçável oportunidade de refletir
como estávamos vivendo antes da parada forçada. Valorizávamos como importante o que é
realmente importante? Visitávamos os enfermos? Acolhíamos os carentes? Amávamos
como devíamos? A enfermidade pode nos servir como um curso em que aprendemos o que
sabíamos mas não vivíamos. A saúde recuperada pode nos dar a chance de ter uma vida
que não tínhamos.
Durante a doença, devemos assumir nossas responsabilidades por estarmos como
estamos. Em nossa ponderação, não devemos aceitar culpas que não temos, que a
consciência, seja a nossa, seja a de outrem, teimam em nos impingir para aumentar nossa
dor.
Durante a doença, apesar do mal-estar que nos causa, devemos aceitar os que nos ajudam,
sem lamentar os que nos abandonam. Cultivar a decepção abre feridas que não precisamos.
Durante a doença, em cada um dos seus estágios, devemos fazer planos para o futuro, sem
assumir que o nosso fim está próximo, confiando que um novo e alvissareiro começo nos
espera.
“De tudo o que se deve guardar, guarde bem o seu coração, porque dele procedem as fontes da vida”. (Provérbios 4.23)
Bom dia!
Israel Belo de Azevedo
By Israel Belo de Azevedo“Quanto mais grave é uma doença, maior tem de ser a esperança. Porque a função da esperança é preencher o que nos falta”. (Vergílio Ferreira)
A retomada, 3/4
Adoecemos. Durante a doença, temos que buscar os recursos para a cura, estejam onde estiverem,
custem o que custarem. Diagnosticados, temos que nos submeter ao tratamento, mesmo
que doa. Com paciência, aguardemos a alta que a ciência nos dará.
Durante a doença, antes de talvez mergulhar numa noite profunda, podemos orar, orar muito;
se não orávamos, orar; se orávamos, orar mais, sempre acreditando, sem duvidar, que
estamos sendo ouvidos por Deus em nossa súplica mesmo que balbuciada.
Durante a doença, talvez imobilizados, temos a indisperdiçável oportunidade de refletir
como estávamos vivendo antes da parada forçada. Valorizávamos como importante o que é
realmente importante? Visitávamos os enfermos? Acolhíamos os carentes? Amávamos
como devíamos? A enfermidade pode nos servir como um curso em que aprendemos o que
sabíamos mas não vivíamos. A saúde recuperada pode nos dar a chance de ter uma vida
que não tínhamos.
Durante a doença, devemos assumir nossas responsabilidades por estarmos como
estamos. Em nossa ponderação, não devemos aceitar culpas que não temos, que a
consciência, seja a nossa, seja a de outrem, teimam em nos impingir para aumentar nossa
dor.
Durante a doença, apesar do mal-estar que nos causa, devemos aceitar os que nos ajudam,
sem lamentar os que nos abandonam. Cultivar a decepção abre feridas que não precisamos.
Durante a doença, em cada um dos seus estágios, devemos fazer planos para o futuro, sem
assumir que o nosso fim está próximo, confiando que um novo e alvissareiro começo nos
espera.
“De tudo o que se deve guardar, guarde bem o seu coração, porque dele procedem as fontes da vida”. (Provérbios 4.23)
Bom dia!
Israel Belo de Azevedo