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“Na busca de uma vida melhor, a sinceridade é a estrada que precisamos percorrer. A sinceridade é a atitude que precisamos se queremos sobreviver”. (Lisa Stansfield)
Em vão
Tomados por uma indignação legítima ou por uma raiva ensaiada, podemos pedir a Deus
que elimine alguém, por considerá-lo indigno de viver. É oração em vão.
Entusiasmados com outros interesses, podemos usar o nome de Deus para fazer negócios,
ganhar dinheiro, fazer nossa fama e mostrar uma piedade que não temos ou nunca tivemos.
Ocupados demais conosco mesmos, podemos pedir a Deus que abençoe o necessitado que
nos procura e o despedir sem o ajudar, como se pudéssemos disfarçar a nossa
insensibilidade.
Encastelados na religião, podemos repetir o nome de Deus, sem crer nele, sem lhe obedecer,
sem permitir que Ele nos incomode.
Cheios de cinismo, podemos jurar em nome de Deus apenas para convencer o outro, sem
nenhuma intenção de fazer o que combinamos.
Embevecidos pela beleza e pelo mistério, podemos cantar louvores que ensinam o amor de
Deus e simplesmente não amar.
Por tradição, podemos exaltar a majestade e a bondade de Deus, mas fazer nossa “fezinha”
no jogo, apelar para um ídolo de barro ou servir a uma ideologia de ferro, como se isto fosse
a nossa esperança.
Agarrados a superstições, podemos carregar a Bíblia de Deus debaixo dos braços, mas
ignorar o que ela diz, não atentar para as suas advertências e não sorver suas promessas.
Esses usuários do nome de Deus em vão não sabem ou se esquecem que Ele não cabe no
seu nome, não se deixa manipular e não ama os que o citam para enganar.
Deus ama os sinceros, quando creem e quando duvidam, quando agradecem e quando
reclamam, quando estão fortes e quando se sentem fracos.
“Não tome o nome do SENHOR, seu Deus, em vão, porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão”. (Êxodo 20.7)
Bom dia!!!!!!
Israel Belo de Azevedo
By Israel Belo de Azevedo“Na busca de uma vida melhor, a sinceridade é a estrada que precisamos percorrer. A sinceridade é a atitude que precisamos se queremos sobreviver”. (Lisa Stansfield)
Em vão
Tomados por uma indignação legítima ou por uma raiva ensaiada, podemos pedir a Deus
que elimine alguém, por considerá-lo indigno de viver. É oração em vão.
Entusiasmados com outros interesses, podemos usar o nome de Deus para fazer negócios,
ganhar dinheiro, fazer nossa fama e mostrar uma piedade que não temos ou nunca tivemos.
Ocupados demais conosco mesmos, podemos pedir a Deus que abençoe o necessitado que
nos procura e o despedir sem o ajudar, como se pudéssemos disfarçar a nossa
insensibilidade.
Encastelados na religião, podemos repetir o nome de Deus, sem crer nele, sem lhe obedecer,
sem permitir que Ele nos incomode.
Cheios de cinismo, podemos jurar em nome de Deus apenas para convencer o outro, sem
nenhuma intenção de fazer o que combinamos.
Embevecidos pela beleza e pelo mistério, podemos cantar louvores que ensinam o amor de
Deus e simplesmente não amar.
Por tradição, podemos exaltar a majestade e a bondade de Deus, mas fazer nossa “fezinha”
no jogo, apelar para um ídolo de barro ou servir a uma ideologia de ferro, como se isto fosse
a nossa esperança.
Agarrados a superstições, podemos carregar a Bíblia de Deus debaixo dos braços, mas
ignorar o que ela diz, não atentar para as suas advertências e não sorver suas promessas.
Esses usuários do nome de Deus em vão não sabem ou se esquecem que Ele não cabe no
seu nome, não se deixa manipular e não ama os que o citam para enganar.
Deus ama os sinceros, quando creem e quando duvidam, quando agradecem e quando
reclamam, quando estão fortes e quando se sentem fracos.
“Não tome o nome do SENHOR, seu Deus, em vão, porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão”. (Êxodo 20.7)
Bom dia!!!!!!
Israel Belo de Azevedo