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“A vida é uma questão de escolhas e cada escolha faz de você o que você é”. (John C. Maxwell)
Decidir é perguntar
Como temos que decidir para fazer as coisas acontecerem e não depois, a incerteza e a
angústia nos acompanham.
Somos sempre forçados a calcular os prováveis benefícios e os possíveis prejuízos de
nossas escolhas, o que exige investigação, reflexão e imaginação.
Numa extraordinária história contada por Jesus, um dos filhos resolveu sair de casa. Ele não
imaginou que, fora do cuidado familiar, sua vida correria risco desnecessário e quase a
perdeu. Ele não supôs que gastaria toda herança que recebera por antecipação, como
ocorreu. Ele não percebeu que sua imagem de filho amado e irmão querido seria destruída e
foi. Ele não pensou que, ao partir, estava provocando uma amargura que tornaria
insuportável o ambiente na sua família.
Então, já com a vida açoitada pela fome, o patrimônio zerado, a reputação enlameada, sem
antecipar o conflito que provocaria e sem saber o que o aguardava, desesperadamente
decidiu voltar.
A história se aproxima do seu desfecho surpreendente.
Movido por amor, e tão somente por amor, o pai tomou a decisão certa quando a poeira no
horizonte desenhou a silhueta de uma pessoa. Era o filho voltando para casa que nunca
deveria ter abandonado.
O pai privilegiou a vida: o garoto que estava destinado a morrer agora podia viver. O homem
mandou dar a festa do século, gastando todo o dinheiro disponível para que
a diversão fosse total. Perdoou o menino, restaurando sua imagem, e pastoreou o irmão para que também se alegrasse.
A decisão do filho e a resposta do pai envolveram quatro fatores, na verdade cinco.
“Bem-aventurado é aquele que não se condena naquilo que aprova”. (Romanos 14. 22 b) Bom dia!!!!!!
Israel Belo de Azevedo
By Israel Belo de Azevedo“A vida é uma questão de escolhas e cada escolha faz de você o que você é”. (John C. Maxwell)
Decidir é perguntar
Como temos que decidir para fazer as coisas acontecerem e não depois, a incerteza e a
angústia nos acompanham.
Somos sempre forçados a calcular os prováveis benefícios e os possíveis prejuízos de
nossas escolhas, o que exige investigação, reflexão e imaginação.
Numa extraordinária história contada por Jesus, um dos filhos resolveu sair de casa. Ele não
imaginou que, fora do cuidado familiar, sua vida correria risco desnecessário e quase a
perdeu. Ele não supôs que gastaria toda herança que recebera por antecipação, como
ocorreu. Ele não percebeu que sua imagem de filho amado e irmão querido seria destruída e
foi. Ele não pensou que, ao partir, estava provocando uma amargura que tornaria
insuportável o ambiente na sua família.
Então, já com a vida açoitada pela fome, o patrimônio zerado, a reputação enlameada, sem
antecipar o conflito que provocaria e sem saber o que o aguardava, desesperadamente
decidiu voltar.
A história se aproxima do seu desfecho surpreendente.
Movido por amor, e tão somente por amor, o pai tomou a decisão certa quando a poeira no
horizonte desenhou a silhueta de uma pessoa. Era o filho voltando para casa que nunca
deveria ter abandonado.
O pai privilegiou a vida: o garoto que estava destinado a morrer agora podia viver. O homem
mandou dar a festa do século, gastando todo o dinheiro disponível para que
a diversão fosse total. Perdoou o menino, restaurando sua imagem, e pastoreou o irmão para que também se alegrasse.
A decisão do filho e a resposta do pai envolveram quatro fatores, na verdade cinco.
“Bem-aventurado é aquele que não se condena naquilo que aprova”. (Romanos 14. 22 b) Bom dia!!!!!!
Israel Belo de Azevedo