
Sign up to save your podcasts
Or


“Quem sofre com serenidade sofre pela metade; quem muito se desespera multiplica a dor”. (Austregésilo de Ataíde)
Quando a travessia é longa
Quando a crise é breve, como um rio a ser atravessado, olhamos para o que somos capazes. Vencendo-a, talvez até agradeçamos, mas
provavelmente apenas afirmemos nossa competência, na insolência de que não precisamos de ninguém. Quando a crise é longa, como
um oceano profundo e perigoso, interrompemos o que fazíamos, mas traçamos planos, seguros de que logo voltaremos ao normal.
Embora a dificuldade não arrefeça, uns inacreditavelmente rejeitamos sua existência e outros a exageramos, vendo sombra onde não há.
Depois ficamos confusos, abalados em nossas certezas. Depois procuramos culpados e nos afastamos das pessoas. Se somos crentes,
equivocadamente dizemos que Deus tem um propósito que revelará no futuro, como se a nossa liberdade não nos impusesse responsabilidade.
Seja curta ou longa a crise, precisamos entendê-la, o que se faz com estudo e reflexão, trabalho e oração, confiança e determinação,
sem bravata, sem negação. Com coragem, temos que fixar como viveremos e só pode ser com a seriedade de quem não escamoteia a dor
e com a serenidade de quem busca alternativas boas. Atentos, seguiremos com máximo cuidado para que as ondas agitadas do mar não
nos afoguem. Com sabedoria, escolheremos permanecer unidos, o que implica deixar de lado nossa própria opinião. Com sensibilidade,
ajudaremos a quem pudermos, sob outro teto ou apenas sobre o chão. Com discernimento, meditaremos sobre o que mudaremos em nós
e na civilização. Mantendo a esperança que chegaremos do outro lado, perseverar tem que ser a nossa decisão.
“Prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus”. (Filipenses 3.12)
Bom dia!!!!!!
Israel Belo de Azevedo
By Israel Belo de Azevedo“Quem sofre com serenidade sofre pela metade; quem muito se desespera multiplica a dor”. (Austregésilo de Ataíde)
Quando a travessia é longa
Quando a crise é breve, como um rio a ser atravessado, olhamos para o que somos capazes. Vencendo-a, talvez até agradeçamos, mas
provavelmente apenas afirmemos nossa competência, na insolência de que não precisamos de ninguém. Quando a crise é longa, como
um oceano profundo e perigoso, interrompemos o que fazíamos, mas traçamos planos, seguros de que logo voltaremos ao normal.
Embora a dificuldade não arrefeça, uns inacreditavelmente rejeitamos sua existência e outros a exageramos, vendo sombra onde não há.
Depois ficamos confusos, abalados em nossas certezas. Depois procuramos culpados e nos afastamos das pessoas. Se somos crentes,
equivocadamente dizemos que Deus tem um propósito que revelará no futuro, como se a nossa liberdade não nos impusesse responsabilidade.
Seja curta ou longa a crise, precisamos entendê-la, o que se faz com estudo e reflexão, trabalho e oração, confiança e determinação,
sem bravata, sem negação. Com coragem, temos que fixar como viveremos e só pode ser com a seriedade de quem não escamoteia a dor
e com a serenidade de quem busca alternativas boas. Atentos, seguiremos com máximo cuidado para que as ondas agitadas do mar não
nos afoguem. Com sabedoria, escolheremos permanecer unidos, o que implica deixar de lado nossa própria opinião. Com sensibilidade,
ajudaremos a quem pudermos, sob outro teto ou apenas sobre o chão. Com discernimento, meditaremos sobre o que mudaremos em nós
e na civilização. Mantendo a esperança que chegaremos do outro lado, perseverar tem que ser a nossa decisão.
“Prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus”. (Filipenses 3.12)
Bom dia!!!!!!
Israel Belo de Azevedo