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· *Hoje os principais índices ao redor do globo seguem em queda, com os investidores reduzindo risco após o debate acirrado da noite anterior*. Na Europa, os setores mais afetados são turismo, indústria e tecnologia, com preocupações crescentes com o aumento de casos de coronavírus, e possivelmente volta de algumas restrições de atividade.
· *O breve otimismo de ontem está desaparecendo* à medida que os investidores avaliam a realidade sobre as chances de estímulo fiscal e os riscos do coronavírus.
· *Os futuros de S&P500 oscilam entre o positivo e o negativo hoje pela manhã*, sugerindo que os índices vão lutar para ganhar tração após a abertura em Nova York. Ontem o S&P500 fechou o dia em alta de 1,6%, sendo o terceiro dia consecutivo de alta.
· *Na Europa, os principais índices seguem negativos hoje, à medida que os casos de coronavírus continuaram a subir, aumentando o risco de medidas mais rigorosas serem introduzidas pelos governos da região*. O índice de Londres segue negativo hoje à medida que os investidores ficavam cada vez mais nervosos com as negociações sobre o Brexit.
· *Hoje haverá o primeiro debate presidencial* entre Donald Trump e Joe Biden.
· *Os mercados estão amplamente em alta hoje pela amanhã*, com os principais índices na Ásia, Europa e nas américas no território positivo, dando um tom de otimismo em uma semana importante em termos de dados econômicos e decisões políticas.
· *Um dos fatores ajudando essa alta foram dados econômicos mais sólidos da China*. Os dados do fim de semana mostraram que os lucros das empresas industriais chinesas cresceram pelo quarto mês consecutivo em agosto.
· *Além disso, a rodada final de negociações programada entre o Reino Unido e a UE sobre um acordo comercial pós-Brexit ocorrerá hoje, em Bruxelas*. A maioria dos setores está em alta, mostrando uma alta saudável, com o setor financeiro sendo o principal setor em alta nessa manhã na Europa.
· *Ainda nessa semana, na terça-feira, o primeiro debate presidencial dos EUA* acontecerá entre o presidente Donald Trump e o oponente democrata Joe Biden.
· *Por último, o relatório de emprego dos EUA de setembro na sexta-feira* será o último antes da eleição de novembro.
· *O fechamento em alta de ontem nos principais índices norte-americanos, que foram impulsionados por esperanças de mais estímulos fiscais, está desaparecendo hoje*. As bolsas globais estão em território negativo nessa manhã, de olho no aumento de casos de COVID-19 em países como França e Reino Unido.
· *Além disso, o risco de uma desaceleração na recuperação econômica na maior economia do mundo aumentou com a falta de outro pacote de estímulo*, levando os economistas do Goldman Sachs Group a cortar sua previsão para o crescimento para os EUA no quarto trimestre.
· *Soma-se a isso os alertas do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, reiterando que "é provável que seja necessário um apoio fiscal adicional"*, enquanto o presidente do Fed de St. Louis, James Bullard, disse que a economia pode estar perto de uma "recuperação total" no final do ano.
· *A maioria dos índices globais hoje estão em território negativo, com poucos deles oscilando entre o negativo e o positivo, porém com pouco folego*. A queda da tarde de ontem nos índices americanos chegou a parecer uma correção nos mercados, com os investidores reagindo aos discursos de membros do Fed, que alertavam sobre a necessidade de mais estímulos para sustentar alguma recuperação econômica. Esse cenário de ontem está pesando sobre as ações globais hoje.
· *O recente movimento de redução de risco surge em meio a uma escalada de casos de vírus que aumentou as chances de outra rodada de medidas restritivas que poderiam sufocar a recuperação econômica ainda incipiente*. Enquanto isso, as chances de outro pacote de ajuda do Congresso americano, que poderia suavizar o golpe de uma segunda onda da pandemia, estão diminuindo. Por último, todo esse cenários é permeado por uma eleição complicada nos EUA, onde, ainda com 40 dias até o pleito, Joe Biden parece liderar com uma pequena margem.
· *As bolsas globais estão positivas nessa manhã*, refletindo notícias positivas vindo dos EUA e dados de atividade industrial na Europa melhores que o esperado.
· *Os EUA evitaram uma paralisação do governo em 1º de outubro*. A Câmara aprovou um projeto provisório de financiamento para manter o governo funcionando até 11 de dezembro, depois que os dois partidos e a Casa Branca chegaram a um acordo para fornecer ajuda aos agricultores e assistência alimentar para famílias de baixa renda. O projeto de lei de gastos temporários agora vai para o Senado para votação antes de 30 de setembro.
· *Dados preliminares do PMI da Europa mostram que a atividade industrial continua melhorando* enquanto o setor de serviços parou de melhorar e agora segue pressionado principalmente por setores ligados ao turismo, como hotéis, transporte e restaurantes. O principal destaque foi o PMI industrial da Alemanha que saiu de 52,2 para 56,6. O PMI composto da zona do euro não ficou tão bem assim, cedendo para 50,1.
· *Depois de uma sessão turbulenta ontem, os mercados estão positivos nessa manhã. A turbulência entrou em uma nova fase na segunda-feira, quando as ações de setores altamente sensíveis ao crescimento econômico, como bancos, materiais e industriais, sofreram as maiores quedas*. As ações de tecnologia, cujas oscilações pesaram sobre os mercados nas últimas semanas, avançaram ontem, levando índices como NASDAQ100 a fechar o dia com +0,40% de alta, refletindo um cenário de pandemia ainda incerto.
· *Os investidores estão com uma perspectiva negativa para mais estímulos fiscais dos EUA, além do desconforto com o aumento de casos da Covid-19 em vários países e expectativas de aumento na volatilidade do mercado em torno da eleição presidencial de 3 de novembro*. As tensões entre EUA e China também estão pesando nos mercados, com dúvidas surgindo sobre se o acordo da Oracle com a TikTok receberá aprovação dos governos dos EUA e da China.
· *Os mercados estão amplamente no território negativo hoje, refletindo notícias durante a madrugada que detalharam transações suspeitas de bancos internacionais e uma piora no sentimento em relação a um aumento nas restrições de atividade por conta do COVID-19*. Tensões políticas também deixam os participantes do mercado mais nervosos, com os republicanos e democratas nos EUA se preparam para lutar por quem será o próximo juiz da Suprema Corte. O reflexo disso é que os piores setores nas bolsas são os Bancos e companhias aéreas.
· *Os mercados estão mistos e calmos nessa manhã*, em um dia que se espera maior volatilidade devido ao grande número de vencimentos de derivativos nos EUA.
· *Opções e futuros sobre índices e sobre ações terão seu vencimento hoje, um evento trimestral conhecido como quadruple witching, que normalmente impulsiona as negociações à medida que grandes posições de derivativos são roladas para os próximos vencimentos*. Embora picos de volume geralmente ocorram em torno da abertura e fechamento, fornecendo janelas de liquidez robusta, grandes oscilações de preços podem acontecer repentinamente a qualquer hora do dia.
· *O petróleo deverá ter seu maior avanço semanal desde o início de junho*. Os futuros em Nova York sobem quase 11% esta semana, com a Arábia Saudita aumentando a pressão sobre os membros da OPEP+ para aderir aos cortes de produção do grupo.
· *Os mercado estão amplamente no território negativo hoje, refletindo as falas do presidente do FED ontem sobre a incerteza no cenário econômico*. Além disso, os mercados estão refletindo outras decisões de bancos centrais que mantiveram suas políticas monetária inalteradas, porém ecoaram o cenário econômico incerto expressado ontem por Jerome Powell.
· *O Banco do Japão manteve a taxa de juros e a política de compra de ativos inalteradas, e atualizou sua previsão de crescimento doméstico*.
· *O Banco central Britânico também manteve suas taxa de juros inalterada*, porém, na mesma linha do FED, traçou um cenário econômico incerto e adiantou que está explorando como implementar taxas de juros negativas caso a conjuntura econômica não melhore, derrubando a cotação da Libra esterlina.
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