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O trabalho contou com a voz padrão do radialista juiz-forano Douglas Polato, um dos timbres mais requisitados em estúdios de gravação do eixo Rio-São Paulo.
São doze vinhetas que serão distribuídas nos curtos intervalos do programa, a cada meia hora, durante a estação transitória que sucede o verão e antecede o inverno, com início no dia 20 de março e término em 21 de junho, quando se inicia a época mais fria do ano.
O Momento MPB, produzido pela jornalista Carolina Julião e apresentado por Marcos Niemeyer, vai ao ar todo domingo, das oito às dez da noite, pela Achei FM Juiz de Fora.
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A confraternização de fim de ano na “Cabana do Pajé”, programa líder de audiência no horário, das quatro às seis da manhã, de segunda a sexta-feira, na Rádio Assunção de Fortaleza, vem reunindo memoráveis momentos da comunicação com jornalistas, radialistas e ouvintes da emissora.
Na sexta-feira, 26 de dezembro, este humílimo aprendiz de escrevinhador também foi convidado pelo apresentador da atração, Carlos Roberto Pajeú, para um bate-papo que trouxe, dentre outros, o comunicador Roberto Canazio, ex-Rádio Globo, atualmente na Rádio Tupi do Rio de Janeiro; Adelzon Alves, ex-Rádio Globo, agora na Rádio Nacional do Rio; Jota Lacerda, apresentador da Rádio Assunção e da FM Assembleia, da capital cearense, além do cantor e compositor Carlos Dafé, ex-músico de Tim Maia. Na quinta-feira de Natal quem também marcou presença no bate-papo foi o nosso querido Paulo Cézar Gomes, jornalista baiano.
Foi uma resenha no mais autêntico estilo “filosofia e conversa de boteco copo sujo”, daquelas em que o café já esfriou, o sol ainda nem deu sinal de vida e as ideias seguem quentes, soltas e ligeiramente desordenadas. “Causos” impagáveis, risadas phodásticas, um território livre pra boa conversa, amizade e memórias afetivas.
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Podcast Bons Papos recebe o jornalista e radialista baiano Paulo Cézar Gomes, que relembra histórias do rádio, da música e de personagens marcantes em sua trajetória.
O encontro também resgata a trajetória do sambista Riachão e a origem da canção “Cada macaco no seu galho”, além de contar com a participação de convidados. Durante a resenha, Paulo Cézar compartilha episódios pouco conhecidos dos bastidores do rádio, relembra encontros com grandes nomes da música e recupera passagens que o tempo quase apagou.
São relatos de quem acompanhou de perto transformações importantes na comunicação brasileira, preservando memórias que dificilmente aparecem nos registros oficiais.
Ouça em nosso podcast bate-papo desta quinta-feira (4) com o radialista e DJ Jassvan de Lima, apresentador do programa “Som do Brasil” na WKCR FM (89.9) de Nova York. Na descontraída e agradável conversa, o alagoano Jassvan fala, dentre outros assuntos, sobre sua trajetória que passa por São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais até chegar aos Estados Unidos no final da década de 1960; a atuação na WMFO, emissora radiofônica criada em Boston pelos hippies na década de 1970; a parceria de canções com Nelson Angelo, um dos integrantes do “Clube da Esquina”; das longas viagens de carro até a Califórnia e de sua lembrança do lendário Festival de Woodstock, que viu de perto. Também conta que a WKCR FM, emissora da Columbia University, ainda tem seu lado “à moda antiga” com gravadores de rolo e discos de vinil incluídos em sua seleta programação.
Diz ainda que a Bossa Nova não teria se tornado mundialmente reconhecida e prestigiada se não tivesse passado em seu início pelo Carnegie Hall em Nova York.Participam do bate-papo fazendo perguntas para Jassvan o produtor musical Arnaldo DeSouteiro, que atuou com Tom Jobim, João Donato, Dóris Monteiro, Eumir Deodato, Dom Um Romão, João Gilberto e Ithamara Koorax, dentre outros relevantes nomes da música brasileira; Paulo Cézar Gomes, radialista e jornalista de Salvador; Carlos Dafé, cantor e compositor, um dos músicos de Tim Maia; José Pereira Filho, da Rádio Nacional e TV Globo de Brasília; e o paulista Flávio Haffner, pesquisador da MPB.
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Em nosso podcast desta terça-feira (4), recebemos o radialista paraibano José Pereira de Souza Filho, que trabalhou por vários anos na TV Globo e na Rádio Nacional de Brasília, além de ter atuado na empresa aérea Varig.
Ele nos conta, dentre outros assuntos, a experiência adquirida em sua trajetória profissional. Aposentado, continua morando em Brasília, mas não esquece suas raízes nordestinas, sobretudo Cajazeiras, onde nasceu, a 479 quilômetros de João Pessoa.
No descontraído bate-papo, José Pereira relembra histórias marcantes dos bastidores da comunicação e as transformações que presenciou ao longo da carreira. Também fala com entusiasmo sobre o rádio como meio essencial para levar informação e cultura ao público.
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Ouça nesta edição do nosso podcast um bate-papo rápido e descontraído com o cantor e compositor Fábio Stella, amigo e parceiro musical de Tim Maia (1942-1998).
Ele conta que “Stella”, memorável canção de sua autoria, chegou a ter uma versão em inglês feita por Cazuza (1958-1990), porém não gravada. Por sua vez, Roberto Carlos, amigo de Fábio, disse que gravaria uma de suas canções, mas ficou só na promessa.
Lançada em 1959, Stella, que também ficou marcada na voz de Cauby Peixoto (1931-2016) foi um dos maiores sucessos de todos os tempos no Brasil.
O refrão da melodia se transformou na famosa vinheta radiofônica “Fiu, fiu Rádio Globoooo” e no chamado “grito de guerra” dos times de futebol: “Flamengooooo”, “Fluminenseeeee”, “Palmeirasssss”, “Corinthiansssss...”
O veterano radialista Paulo Lopes, de 78 anos, publicou um vídeo nas redes sociais criticando o atual estado do rádio brasileiro, que já foi o mais influente meio de comunicação do país. O comunicador iniciou sua carreira na antiga Rádio Sociedade de Juiz de Fora e passou por emissoras de grande prestígio entre as quais Tupi do Rio de Janeiro, Globo e Capital de São Paulo. Aposentado, diz estar desiludido com o rumo tomado pelo rádio e descarta retornar à profissão.
Entre suas críticas, estão o excesso de comerciais, a locução agressiva das rádios populares e o declínio musical das programações. Para ele, o ouvinte foi deixado de lado em favor da gritaria e da banalidade. Com o fim do AM, as FMs herdaram a audiência, mas perderam a essência e o respeito pelo público. Paulo Lopes lamenta o uso político das emissoras e a perda da credibilidade.
Em outro vídeo, na sequência, Fernanda Montenegro, aos 96 anos, recorda o tempo em que o rádio era arte e encantamento. Ela iniciou a carreira na RádioMEC, aos 15 anos, como locutora e atriz. Para Fernanda, a competitividade e o imediatismo dos novos tempos acabaram com o fascínio do rádio.
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Símbolo do Brasil e de maior maior audiência nas décadas de 1940 e 1950, a Rádio Nacional do Rio de Janeiro também se destacou pelas vinhetas que marcaram sua programação. Em trabalho de resgate, a jornalista Carolina Julião reuniu oito delas, gravadas pelo grupo musical Roupa Nova e, em suas duas últimas, pela voz marcante do radialista Arlênio Lívio.
Esses sons, cheios de harmonia e emoção, evocam uma época em que o rádio era companheiro das famílias brasileiras. Para Carolina, preservar essa memória é valorizar a cultura e apresentá-la às novas gerações.
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Em nosso Podcast Bons Papos de hoje, o destaque é um talento que não se aprende em sala de aula: a arte de narrar futebol no rádio. Esse ofício não vem do livro nem de diploma, mas de um dom que transforma noventa minutos de bola rolando em pura emoção.
Vamos falar dos narradores que fazem do microfone um estádio inteiro, descrevendo cada jogada como se fosse final de campeonato.
É a voz que alimenta o imaginário do torcedor, acelera o coração e eterniza bordões marcantes. Para conversar conosco sobre o assunto, convidamos o radialista e jornalista baiano Paulo Gomes, que também é narrador esportivo. Clique no play e venha com a gente nesta agradável resenha.
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Responsável pela criação, no início da década de 1970, do "Globo Estrada", boletim informativo de dez minutos levado ao ar inicialmente na Rádio Record e, posteriormente, na extinta Rádio Globo de São Paulo (AM-1100), com informações destinadas aos caminhoneiros de todo o Brasil, o radialista Carlos Alberto da Silva, o "Calé", falecido em 1996, aos 78 anos, é homenageado em nosso podcast desta sexta-feira (18).
Carlos Alberto da Silva foi um dos funcionários mais antigos da Rádio Globo paulista, pois começou na emissora da Rua das Palmeiras, quando ainda era Rádio Nacional, onde trabalhou com Silvio Santos e Hebe Camargo, dentre outros importantes nomes da comunicação brasileira.
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