Hoje, sábado (31), a família Machado e a direita de Pernambuco vivem um dia para entrar na história. Depois de 233 dias de tensão, expectativa e muita especulação, Gilson Machado Neto, ex-ministro do Turismo do governo Bolsonaro e principal liderança da direita pernambucana, está finalmente livre.
A notícia correu rápido, emocionou aliados e reacendeu o debate político no estado. Não foi apenas um desfecho jurídico. Foi um capítulo que marcou a militância, mobilizou bastidores e colocou Pernambuco novamente no centro da conversa nacional.
E sem pensar duas vezes, o ex-ministro, saiu de Recife para encontrar com Gilson Filho em uma das suas fazendas, em Maragogi, no litoral sul de Alagoas, para dá a notícia em primeira mão.
No dia 13 de junho de 2025, o ex-ministro do Turismo Gilson Machado Neto foi preso pela Polícia Federal (PF) no Recife, no âmbito de uma investigação conduzida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A detenção ocorreu porque ele foi suspeito de tentar facilitar a emissão de um passaporte português para o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, que é delator em uma ação penal importante no STF. As autoridades enxergaram isso como possível obstrução de Justiça.
Machado foi levado para o Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima, na Região Metropolitana do Recife, onde passou parte do dia detido.
Enquanto isso, ele negou veementemente ter cometido qualquer crime, afirmando que o contato com o consulado português foi apenas para agendar a renovação do passaporte de seu pai de 85 anos — e que jamais esteve pessoalmente em nenhum consulado.
Ainda na noite do mesmo dia 13, o ministro Alexandre de Moraes revogou a prisão preventiva de Gilson Machado, entendendo que ela não era mais necessária e poderia ser substituída por medidas cautelares.
Com a revogação, Machado foi liberado do Cotel ainda naquela noite e recebeu a família e advogados.
Mesmo com a liberdade física, a Justiça manteve restrições:
• Ele não podia deixar a comarca do Recife sem autorização.
• Em outras reportagens relacionadas ao caso, quando saiu da prisão, houve restrições semelhantes como proibição de participação em eventos como o São João de Caruaru, o que mostra que suas condições continuavam reguladas pela Justiça após a soltura.
Na tarde deste sábado (31/1), a família Machado e a direita de Pernambuco receberam a melhor notícia de todas: O ex-ministro do turismo do governo Bolsonaro, Gilson Machado Neto principal líder da direita pernambucana, depois de 233 dias sem poder sair de Recife, agora está livre!Saiba mais, acesse: borape.com.br