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Seguimos na missão de Amplificar as vozes femininas da Brasilândia e no episódio de hoje, Andréa ou Déia, como gosta de ser chamada, vai falar sobre capacitismo! Você sabe o que é? Confira e ajude a compartilhar essa mensagem poderosa que nosso projeto tem a passar.
Estamos pelo site www.vozesfemininas.com.br ou pelo ingragram e facebook @projetovozesfemininas
Neste episódio convidamos mais uma das mulheres da nossa rede de apoio da Brasilândia! Ela conta como as pessoas com deficiência tem um potencial enorme que quase nunca é explorado ou valorizado. Conheça mais essa história e se inpire a lutar pela inclusão e pelo empoderamento feminino.
No episódio, a Responsável técnica do projeto Juliana Russo fala de como se iniciaram as dinâmicas de roda de conversa entre mulheres com deficiência e cuidadoras de familiares com deficiência na Brasilândia.
Mulheres de Inclusão tem a proposta de divulgar histórias de vida das mulheres que trabalham no projeto social Vozes Femininas. www.vozesfemininas.com.br
Essa semana, a história de Deise, mulher do Vista Alegre na Brasilândia, conta como é ser mulher. Ela tem dificuldade para aprender, mas seu maior sonho sempre foi estudar.
O projeto Vozes Femininas é realizado pela BRASA www.brasa.org.br e financiado pela Rehabilitation International www.riglobal.org
Vamos falar sobre o estigma que enfrentam as pessoas com deficiência? No último episódio da série Zero preconceito, convidamos o ouvinte a olhar a sua volta em espaços públicos como universidade, ambiente de trabalho, no cinema e afins e se perguntar, quantas pessoas com deficiência ali estão? E é por isso que falamos de inclusão como um direito a ser conquistado.
Claudionor Araújo, presidente da Associação de Deficientes físicos de Santarém (ADEFIS) e membro do conselho estadual de direitos humanos do Pará faz sua leitura de como o movimento social avança no combate ao preconceito.
A série surgiu da união de organizações membros da Federação Internacional de Associações de Combate à Hanseníase (ILEP) no Brasil - NHR Brasil, BRASA e DAHW Brasil - com o objetivo de seguir dando visibilidade ao tema da hanseníase no Janeiro Roxo, mês de conscientização sobre a doença. Teremos seis episódios para abordar desafios e soluções para enfrentar o preconceito e a discriminação contra pessoas acometidas pela hanseníase.
Iniciamos o terceiro episódio com a provocação de alguns termos discriminatórios usados no Brasil para tratar da pessoa acometida pela hanseníase. Em seguida a convidada Paula Brandão, enfermeira e professora da Universidade do estado do Rio de Janeiro (UERJ) e voluntária do Morhan, aprofunda na razão de alguns desses termos, desde a nossa concepcção de linguagem até o uso deles como uma forma de opressão.
A série surgiu da união de organizações membros da Federação Internacional de Associações de Combate à Hanseníase (ILEP) no Brasil - NHR Brasil, BRASA e DAHW Brasil - com o objetivo de seguir dando visibilidade ao tema da hanseníase no Janeiro Roxo, mês de conscientização sobre a doença. Teremos seis episódios para abordar desafios e soluções para enfrentar o preconceito e a discriminação contra pessoas acometidas pela hanseníase.
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