Antes de julgar ou inscrever um hidromel em concurso, tem uma parte do Guia BJCP que quase ninguém lê: a introdução, que vale para praticamente todos os estilos de hidromel. Ela explica por que essa bebida exige declarações obrigatórias que a cerveja não pede.
Neste episódio, Henrique Boaventura conversa com Maycon Ribeiro, engenheiro químico, professor de produção cervejeira na Unicesumar e conselheiro da ASH (Associação Sul-Brasileira de Produtores de Hidromel), sobre os fundamentos que sustentam todos os estilos de hidromel do BJCP.
O que você vai aprender:
— As três declarações obrigatórias na inscrição de um hidromel: dulçor, carbonatação e força alcoólica
— O tripé do equilíbrio: dulçor, acidez e tanino, sustentado pelo álcool
— Por que o caráter de mel precisa estar perceptível mesmo nos estilos secos
— A diferença entre Still, Petillant e Sparkling, e como o método Champenoise entra nisso
— O potencial (pouco explorado) dos méis brasileiros, do eucalipto ao melato de bracatinga
Com Maycon Ribeiro, engenheiro químico, professor na Unicesumar e conselheiro da ASH (Associação Sul-Brasileira de Produtores de Hidromel).
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