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É daqueles episódios que servem bem para demonstrar a amplitude de estilos contidos no espírito “música para dançar de coração nas mãos” do Brava. Há componentes orgânicas, paisagens ambient, break-beat rapidinho em cama de pads, esquisitices xâmanico-urbanas e, claro, chungaria transélica emotiva. Tem também uma confissão.
Deixem-se ficar por aí.
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Neste episódio só tocam discos novos e discos que ainda nem existem, mas não é por isso que deixamos de recuar atrás no tempo. Também olhamos para edições que aí vêm nas próximas semanas e acabamos num grande clímax à boleia de Special Request e seu piano.
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Os repetentes são alguns discos de episódios anteriores que merecem ser revisitados, a senhora PhD é uma doutora da Goldsmiths University of London que aqui escutamos e os erros básicos são comigo 😀 Venham daí! PS: O Brava é gravado live on tape.
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Já se tornou uma tradição acabar com a carne toda no assador, mas antes há toda uma preparação que percorre várias matrizes sonoras afectas ao espírito do Brava. Pensem nisto também: "soulful house" é um termo que dá a volta ao estômago, mas haverá melhor maneira de classificar a colaboração de Omar S com John FM que se ouve neste episódio? VENHA DAÍ À DESCOBERTA!
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O destino decidiu que este Brava ia ser super contemplativo e contido, até que chega a recta final e, como tem sido hábito, abrem-se as portas da euforia e do êxtase.
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Um chaimite de euforia avança furiosamente na vossa direcção. No princípio, nem se apercebem do que vai acontecer: é um veículo blindado lento, mas quando vos acerta na alma sente-se bem. A palavra euforia é dita umas seis vezes na recta final deste episódio porque a vertigem era tanta.
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Juntem-se nesta viagem que o Brava atravessa num vortex tripalhoco provocado por trance evocativo, se é que isso existe. Testemunhem também a transformação que estas experiências sónicas operam em mim enquanto troco orações do género “Ainda bem que o podcast é um Brava” 🥴 O Brava é, como sempre, gravado live-on-tape: o que acontece é o que fica.
Deixem-se ficar por aí.
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O Brava está de volta às vossas vidas. Que bonito! Há música para ouvir fruto do confinamento e havemos de lá chegar, não tenham medo. Enquanto não houver pistas, vamos dançando por aqui de coração nas mãos.
Deixem-se ficar por aí.
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O Brava da semana passada só chegou esta semana, mas vale mais tarde que nunca. Começamos com pop impecável (links abaixo), passamos por delírios polirrítmicos, ouvimos o nosso cérebro a ser enganado e desaguamos em ambient tónico. Ufa.
Links prometidos para as compilações do Bullion e tal playlist:
Compilação de 2013
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Mantenham-se seguros, cuidem da vossa gente, e não façam lives desnecessários. Lembrem-se: o Instagram é uma plataforma de merda para se ouvir música durante mais de 15 segundos. Se quiserem fazer lives decentes, vejam o que o Jens Lekman tem feito, por exemplo.
Deixem-se ficar aí em casa.
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