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No novo episódio (#325) do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior), Facioli e Fael batemos um papo profundo e sincero com Harada, Matheus e Cami, desenvolvedores do game Broken Hero: Slime Tower e integrantes do estúdio Green Tale.
A conversa começa justamente no ponto de virada: quando projetos paralelos deixam de ser apenas testes e passam a formar a base de um estúdio de verdade. Falamos sobre os desafios iniciais para que Broken Hero existisse do jeito que é hoje.
O papo aprofunda no design com o Harada e Matheus, passando por decisões difíceis, mecânicas descartadas e os critérios usados para testar se o jogo está realmente divertido. Já com a Cami, falamos sobre a identidade visual poética do game, o papel da pixel art, os desafios entre sprite, cenário e animação, e como a arte conversa diretamente com o design.
O episódio fecha com reflexões importantes sobre escopo, aprendizados, erros que só aparecem no processo, a visão do cenário indie brasileiro hoje e conselhos diretos para quem está começando agora. Um papo honesto, técnico e inspirador sobre criar jogos no Brasil sem romantizar, mas sem perder o sonho.
By Passa de FaseNo novo episódio (#325) do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior), Facioli e Fael batemos um papo profundo e sincero com Harada, Matheus e Cami, desenvolvedores do game Broken Hero: Slime Tower e integrantes do estúdio Green Tale.
A conversa começa justamente no ponto de virada: quando projetos paralelos deixam de ser apenas testes e passam a formar a base de um estúdio de verdade. Falamos sobre os desafios iniciais para que Broken Hero existisse do jeito que é hoje.
O papo aprofunda no design com o Harada e Matheus, passando por decisões difíceis, mecânicas descartadas e os critérios usados para testar se o jogo está realmente divertido. Já com a Cami, falamos sobre a identidade visual poética do game, o papel da pixel art, os desafios entre sprite, cenário e animação, e como a arte conversa diretamente com o design.
O episódio fecha com reflexões importantes sobre escopo, aprendizados, erros que só aparecem no processo, a visão do cenário indie brasileiro hoje e conselhos diretos para quem está começando agora. Um papo honesto, técnico e inspirador sobre criar jogos no Brasil sem romantizar, mas sem perder o sonho.