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Por que aceitamos morrer dezenas de vezes em alguns games, enquanto outros conseguem nos tirar do sério na primeira derrota?
Você erra um salto, perde uma vida e pensa: “Vacilei, foi culpa minha!”. Mas tem aquela morte que faz você olhar para a tela e soltar: “Ah, esse jogo tá roubando!”
Afinal, o que separa um jogo difícil de um jogo injusto?
Neste episódio do Passa de Fase Cast, eu, Mauro Junior, e o Fael batemos um papo sobre aquelas situações que colocam nossa paciência à prova. Entre inimigos imprevisíveis, mortes inexplicáveis e a sensação de que o controle não está colaborando, discutimos até onde vai a responsabilidade do jogador e onde começam as escolhas de quem desenvolveu o game.
Será que o jogo está mesmo roubando ou a gente só não quer admitir que jogou mal?
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Das telonas para os controles, relembramos jogos que marcaram época, seja pela qualidade ou por motivos nem tão bons assim.
Quem nunca saiu do cinema querendo continuar aquela aventura no videogame? O problema é que nem sempre o jogo era tão bom quanto o filme. E, em alguns casos, a surpresa era justamente o contrário!
Neste episódio do Passa de Fase Cast, eu, Mauro Junior, e o Fael batemos um papo descontraído sobre games baseados em filmes, relembrando adaptações que acertaram em cheio e outras que talvez devessem ter ficado apenas nas telonas.
Entre boas lembranças, decepções e muita nostalgia, fica a pergunta: um jogo precisa ser fiel ao filme para ser bom ou basta ser divertido?
E quais dessas adaptações realmente merecem passar de fase?
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Tem jogo que te ensina até como andar. Outros simplesmente colocam o controle na sua mão e desejam boa sorte. Mas afinal, qual é a importância de um bom tutorial nos games?
Neste episódio do Passa de Fase Cast, eu, Mauro Junior, e o Fael estreamos uma nova série de bate-papos que coloca duas perspectivas na mesma conversa: a de quem está com o controle nas mãos e a de quem está por trás do desenvolvimento.
E começamos justamente pelo tutorial! Quando ele é necessário? Quando atrapalha? E será que o melhor tutorial é aquele que você nem percebe que existe?
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Ah, e tem mais: a nova série ainda não tem nome oficial! Preparamos três opções e quem vai decidir é você. Corre no nosso Instagram e participe da votação!
HQs, mangás e livros também viraram games. Mas será que uma boa história no papel garante um bom jogo?
Antes de ganhar uma adaptação para o cinema ou uma série, muita história já tinha encontrado um caminho diferente: os videogames!
Neste episódio do Passa de Fase Cast, eu, Mauro Junior, recebo Matheus Reis e Mandi para relembrar games que nasceram ou buscaram inspiração nas páginas de HQs, livros e mangás.
Entre adaptações, referências e algumas escolhas curiosas, revisitamos títulos que levaram universos conhecidos para os controles e outros que talvez você nem imaginasse que tinham origem na literatura ou nos quadrinhos.
Será que passar uma boa história para os games é tão simples quanto virar uma página?
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Desenvolvido para o 8 bits da Sega, Codinome Jack aposta na ação run and gun em um gênero que sempre teve pouco espaço no console.
O Master System teve grandes jogos, mas quem procurava aquela pancadaria frenética no estilo Contra não encontrava muitas opções por lá. Décadas depois, Codinome Jack quer ajudar a preencher justamente essa lacuna.
No novo Passa de Fase Cast, eu, Mauro Junior, e o Fael recebemos Thiago e Lucas, da RetroJuice e LMS Retro, para conhecer os bastidores do desenvolvimento de Codinome Jack e descobrir como é criar um run and gun para o hardware original do Master System.
E o papo não ficou só no novo game. A dupla também abriu o jogo sobre outros projetos e novidades que estão saindo do forno.
O que ainda dá para fazer com o Master System tantos anos depois?
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Em 1994, Billy e Jimmy Lee saíram dos fliperamas direto para Hollywood. Mais de 30 anos depois, resolvemos encarar essa adaptação novamente.
Double Dragon tinha tudo que um filme de ação dos anos 90 precisava: dois irmãos, gangues, artes marciais e muita porrada. Então era só levar isso para o cinema, certo?
Bom… em 1994, Billy e Jimmy chegaram às telonas e o resultado merece uma boa conversa.
Neste episódio do Passa de Fase Cast, eu, Mauro Junior, e o Fael voltamos ao clássico dos fliperamas e revisitamos sua adaptação para o cinema. Tem memória afetiva, muita coisa peculiar dos anos 90 e aquela pergunta inevitável: o que acontece quando Double Dragon encontra Hollywood?
Será que essa fita ainda merece uma locação? Dê o play nos apps de podcast ou assista no YouTube e descubra com a gente.
O sapo mais cheiroso dos games está ganhando uma nova aventura em cartucho para o clássico 8 bits da Sega.
Mais de 30 anos depois de marcar presença no Master System, o Sapo Xulé está voltando para casa!
No novo Passa de Fase Cast, eu, Mauro Junior e Mandi, recebemos Paulo José, criador do personagem, Johnny Vila, da Squash Studios, Guilherme e Tiago, responsáveis por transformar Sapo Xulé e o Casamento Indesejado em um verdadeiro jogo para o Master System.
Como é criar um game novo para um console dos anos 80? O que cabe, o que precisa mudar e quais são os desafios de colocar tudo isso em um cartucho de verdade?
Dê o play nos apps de podcast ou assista no YouTube e venha conhecer os bastidores desse retorno aos 8 bits. O Sapo Xulé não lava o pé, mas ainda sabe passar de fase!
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As discussões após o novo vídeo de GTA VI levantaram uma questão: estamos esperando demais dos jogos antes mesmo de colocarmos as mãos neles?
A Rockstar divulgou um vídeo de 26 minutos de GTA VI e, como era de se esperar, cada detalhe começou a ser analisado. Mas, em meio à empolgação, também apareceram críticas e reclamações sobre elementos de um jogo que sequer foi lançado.
E foi daí que surgiu a pauta desta semana.
No novo episódio do Passa de Fase Cast, eu, Mauro Junior, e Matheus Reis discutimos como a expectativa criada em torno dos grandes lançamentos pode influenciar nossa percepção antes mesmo de jogarmos.
Além de GTA VI, resgatamos casos recentes de jogos que chegaram cercados por promessas, trailers, especulações e expectativas gigantescas. Alguns conseguiram entregar o que o público imaginava. Outros descobriram da pior maneira o tamanho da distância entre o jogo que as pessoas criaram na cabeça e aquele que realmente chegou às lojas.
Mas será que a culpa é sempre das desenvolvedoras? Ou nós também estamos criando expectativas impossíveis de serem atendidas?
Dê o play no novo Passa de Fase Cast nos apps de podcast ou assista no YouTube e descubra quais jogos entraram nessa discussão.
Mario, Sonic, Zelda e outros personagens trocaram os controles pela TV em adaptações que foram do inesquecível ao inacreditável.
Antes de games virarem grandes produções no cinema e no streaming, nossos personagens favoritos já se aventuravam pela televisão. E quem viveu essa época sabe que fidelidade ao jogo nem sempre parecia ser uma preocupação.
No novo episódio do Passa de Fase Cast, eu, Mauro Junior, Matheus Reis e Mandi revisitamos algumas das animações baseadas em games que marcaram gerações para descobrir o que acontece quando tiramos os óculos da nostalgia.
Será que aquele desenho que adorávamos continua bom? Qual personagem ganhou uma versão completamente diferente dos games? E entre Mario, Sonic, Zelda e tantas outras adaptações, quais realmente passaram de fase?
Tem lembrança boa, algumas descobertas e momentos que fizeram a gente questionar como certas ideias conseguiram chegar à televisão.
Quer descobrir quais sobreviveram ao nosso julgamento? Ouça o episódio completo nos apps de podcast ou assista no YouTube e depois conte pra gente qual animação baseada em games marcou a sua infância.
Novos jogos, cartuchos e desenvolvedores brasileiros mostram que Mega Drive, Game Boy e outros consoles clássicos ainda têm muita fase pela frente.
Quem disse que videogame antigo só vive de nostalgia? Em pleno 2026, Mega Drive, Game Boy e outros consoles clássicos continuam recebendo jogos inéditos, inclusive produzidos por desenvolvedores brasileiros.
Neste episódio do Passa de Fase Cast, eu, Mauro Junior, e o Fael conversamos sobre o crescimento dessa cena no Brasil, os desenvolvedores que estão criando para hardwares com mais de 30 anos e as iniciativas que estão levando esses projetos até para cartuchos e edições físicas.
Também falamos sobre jogos como Metal Canary, Condenado Sem Saída, Green Memories e Pocket Bravery, além de discutir como o game design moderno está encontrando novas possibilidades dentro das limitações dos 8 e 16 bits.
É só nostalgia ou Mega Drive, Game Boy e companhia realmente ganharam uma nova vida? Dê o play e venha descobrir com a gente por que esses consoles ainda estão longe do Game Over.
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