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No novo episódio do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior), Fael e Marcos Machette voltamos com a Parte 2 da Copa Passa de Fase e dessa vez a disputa ficou ainda mais intensa.
O tema? As armas brancas mais cabulosas dos games.
Espadas lendárias, machados brutais, facas icônicas e lâminas que praticamente viraram personagens dentro dos jogos. A dinâmica seguiu o formato competitivo da Copa: colocar armas frente a frente e decidir quais realmente marcaram a história, seja pelo impacto visual, pela importância na narrativa ou pelo caos que causavam no gameplay.
E se na primeira edição já teve discussão, aqui a coisa esquentou de verdade. Argumentos técnicos, nostalgia falando alto, escolhas polêmicas e aquela zoeira clássica que transforma debate em entretenimento puro.
Falamos de armas que moldaram chefões, definiram combates corpo a corpo e mudaram completamente a forma como encaramos as batalhas. No fim das contas, ficou claro que arma branca nos games não é só ferramenta de combate é símbolo, estilo e identidade.
A Copa Passa de Fase segue provando que comparar clássicos nunca é simples… mas é sempre divertido.
No novo episódio do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior), Fael e Marcos Machette estreiam uma nova série que já começou no modo competitivo: Copa Passa de Fase.
E o tema da primeira disputa foi daqueles que dividem opiniões e despertam memórias intensas: as armas de fogo mais cabulosas dos games.
A proposta é simples e caótica ao mesmo tempo: colocar armas icônicas frente a frente e decidir quais realmente marcaram época — seja pelo impacto visual, pelo som inconfundível, pelo dano absurdo ou pelo trauma coletivo que causaram no multiplayer.
O papo passa por armas que definiram gerações, mudaram o meta de partidas online e se tornaram praticamente personagens dentro dos jogos. Falamos de shooters clássicos, campanhas memoráveis e daqueles momentos em que pegar “a arma certa” significava virar completamente o rumo da partida.
Entre argumentos técnicos, nostalgia e muita zoeira, a estreia da Copa mostra que essa série veio para render debates acalorados e escolhas difíceis. Porque no fim das contas, não é só sobre poder de fogo — é sobre memória, sensação e o impacto que cada arma deixou na nossa história gamer.
No novo episódio (#326) do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior), Facioli e Marcos Machette damos início a uma nova série que promete render muita nostalgia e caos organizado: Games de A a Z por geração.
E para começar, escolhemos uma das eras mais marcantes da história recente dos videogames: a 7ª geração, dominada por PlayStation 3, Xbox 360 e Wii.
A proposta é simples: passar letra por letra do alfabeto citando jogos dessa geração — mas o que parecia apenas um desafio de memória virou uma viagem cheia de histórias, tretas saudáveis, lembranças de multiplayer local, descobertas inesperadas e aquele sentimento de “como essa geração foi absurda”.
Falamos de jogos que definiram uma era, franquias que ganharam força nesse período, experiências online que mudaram nossa forma de jogar e títulos que até hoje deixam saudade. Entre risadas e momentos de “como a gente esquecia desse jogo?”, o episódio prova que a 7ª geração foi um divisor de águas em gráficos, narrativa e conectividade.
É o começo de uma série que vai percorrer diferentes gerações, mas já começa em grande estilo — misturando memória afetiva, debate e aquela energia de conversa entre amigos que viveram intensamente essa fase dos games.
No novo episódio (#325) do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior), Facioli e Fael batemos um papo profundo e sincero com Harada, Matheus e Cami, desenvolvedores do game Broken Hero: Slime Tower e integrantes do estúdio Green Tale.
A conversa começa justamente no ponto de virada: quando projetos paralelos deixam de ser apenas testes e passam a formar a base de um estúdio de verdade. Falamos sobre os desafios iniciais para que Broken Hero existisse do jeito que é hoje.
O papo aprofunda no design com o Harada e Matheus, passando por decisões difíceis, mecânicas descartadas e os critérios usados para testar se o jogo está realmente divertido. Já com a Cami, falamos sobre a identidade visual poética do game, o papel da pixel art, os desafios entre sprite, cenário e animação, e como a arte conversa diretamente com o design.
O episódio fecha com reflexões importantes sobre escopo, aprendizados, erros que só aparecem no processo, a visão do cenário indie brasileiro hoje e conselhos diretos para quem está começando agora. Um papo honesto, técnico e inspirador sobre criar jogos no Brasil sem romantizar, mas sem perder o sonho.
No novo episódio do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior) e o Facioli recebemos Cabal para um papo que conecta rap, videogames e RPG, quebrando de vez o estereótipo de que esses mundos não se misturam.
Ao longo da conversa, Cabal relembra quando os games e o RPG entraram na sua vida, fala sobre sua trajetória na música do Motirô ao sucesso de “Senhorita” e comenta como sempre conciliou o lado mainstream com paixões consideradas “nerds” por muito tempo.
O episódio também mergulha na relação entre narrativa no rap e no RPG, na criação de mundos e personagens, e no surgimento da Caverna do Cabal, projeto onde ele compartilha seu amor por fantasia, RPG e cultura geek. Também comentamos como rappers vêm marcando presença nos games atualmente, reforçando que essa mistura já é realidade.
Um papo leve, cheio de referências, nostalgia e boas histórias, mostrando que no fim das contas tudo gira em torno de contar histórias, seja com rima, controle ou dados na mesa.
No novo episódio (#323) do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior), Facioli e Fael voltamos no tempo para revisitar um dos períodos mais marcantes da vida gamer: a era das locadoras, quando escolher um jogo era quase um ato de fé.
Antes de trailers em 4K, reviews no dia do lançamento e listas infinitas de recomendações, a escolha vinha da capa, do nome estranho, da dica do dono da locadora ou daquele amigo que jurava que “esse jogo é bom, confia”. Às vezes funcionava. Às vezes… não.
O papo passa por tudo que fazia parte desse ritual: o medo de errar e perder o fim de semana, a alegria de descobrir um jogaço por acaso, as capas mentirosas, as lendas que se espalhavam de boca em boca e a pressão de escolher rápido enquanto alguém esperava atrás de você.
Também falamos da locadora como ponto de encontro, lugar de debate, zoeira e aprendizado coletivo. Um espaço que ajudou a formar não só nosso gosto por videogames, mas também nossa relação com risco, surpresa e descoberta.
É um episódio carregado de nostalgia, histórias pessoais e identificação imediata pra quem viveu essa época.
No novo episódio do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior), Facioli e Fael recebemos o Vinícius Nunes, da Prisma Games, para um papo fascinante sobre hardware retrô, criatividade e paixão pelo Game Boy.
A conversa mergulha na história da Prisma, criada por Vinícius Nunes, um entusiasta de eletrônica, física e tecnologia, que transformou o amor pelos portáteis da Nintendo em projetos reais. Ao longo dos anos, a Prisma desenvolveu fitas, hardwares e soluções para Game Boy, sempre com o objetivo de entregar qualidade, funcionalidade e preços acessíveis para a comunidade retrô.
Falamos sobre o processo de desenvolvimento desses hardwares, os desafios de produzir tecnologia física no Brasil, os cuidados com compatibilidade, testes e acabamento, além da satisfação de ver jogos e projetos independentes rodando em hardware real, longe de emuladores.
O episódio também discute o papel da comunidade, o crescimento do interesse por retro gaming, a preservação de consoles clássicos e como iniciativas como a Prisma ajudam a manter viva a experiência original do Game Boy — agora com soluções modernas e criativas.
É um papo que mistura técnica, nostalgia e inspiração, mostrando que o retro não é só memória: é engenharia, dedicação e muito amor pelos games.
No primeiro episódio (#321) de 2026 do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior), Facioli e Fael sentamos para olhar pra frente e discutir tudo o que 2026 promete para o Passa de Fase, para o Meu PS1 Nostalgia e, claro, para o mundo dos videogames.
O papo começa com as novidades e planos dos projetos, novos formatos de conteúdo, ideias que saem do papel e aquela vontade de expandir ainda mais a conversa sobre games, nostalgia e cultura gamer ao longo do ano. Também falamos sobre o que esperar dos lançamentos já anunciados, tendências do mercado e o que pode surpreender positiva — ou negativamente — nos próximos meses.
Em clima de aposta, o episódio entra no terreno perigoso das previsões: qual jogo tem cara de forte candidato a Game of the Year, quais títulos parecem ambiciosos demais para cumprir prazo e quem pode acabar sendo adiado. Tudo isso com aquela mistura clássica de análise, opinião pessoal, zoeira e lembranças de outros anos em que “a gente jurava que agora ia”.
No novo episódio (#320) do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior), Facioli e Fael resolvemos prestar um serviço essencial para todo gamer: garimpar games indies brasileiros que estão em promoção na Steam. E não foi pouca coisa — separamos mais de 40 jogos nacionais, organizados por faixa de preço, pra facilitar a vida de quem quer jogar bem gastando pouco.
A conversa passa por títulos que custam menos que um café, jogos com custo-benefício absurdo, indies mais robustos que entregam horas de gameplay e experiências completas, até produções nacionais mais ambiciosas que provam como a cena brasileira está cada vez mais madura.
Dividimos as indicações em quatro categorias de preço:
Entre dicas rápidas, comentários sinceros e muita conversa descontraída, o episódio vira aquele guia perfeito pra quem quer apoiar o indie BR, descobrir jogos novos e ainda economizar. É o tipo de papo que dá vontade de abrir a Steam enquanto escuta o podcast.
Se você curte descobrir jogos fora do óbvio, valorizar estúdios brasileiros e aproveitar promoções de verdade, esse episódio é pra você.
O Passa de Fase Cast (#319) estreia um quadro novinho em folha — e totalmente caótico: o Jogo do Checkpoint A a Z.
Neste episódio, eu (Mauro Junior), Matheus Reis e Fael escolhemos um tema que mora no coração de qualquer gamer raiz: os games da geração 16 bits.
A regra é simples, mas o desafio é grande: passar letra por letra do alfabeto citando jogos, personagens, franquias ou qualquer referência válida da era Super Nintendo e Mega Drive. Parece fácil… até a memória falhar, a pressão bater e a zoeira começar.
Entre risadas, lembranças de locadora, escolhas óbvias e outras completamente inesperadas, o episódio vira uma verdadeira viagem pela era de ouro dos videogames. É aquele tipo de papo que mistura competição saudável, nostalgia pesada e muitas histórias que só quem viveu os anos 90 entende.
Se você curte desafios criativos, jogos de memória e quer testar se ainda lembra dos clássicos 16 bits, esse episódio é um convite pra jogar junto com a gente — nem que seja mentalmente.
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