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No novo episódio do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior) junto com Facioli, Fael e Mandi, sentamos para fazer algo que parecia simples… mas rapidamente virou terapia gamer coletiva: falar das nossas impressões da Gamescom 2026 e da eterna luta de ser adulto gamer nos dias de hoje.
O papo começa revisitando os destaques da feira, os jogos que chamaram atenção, surpresas, decepções, tendências e aquele clássico sentimento de “isso aqui eu preciso jogar” mesmo sabendo que a backlog já parece uma segunda profissão.
Mas naturalmente a conversa vai para outro lugar: como mudou a forma de jogar depois da vida adulta? Quando o tempo ficou curto? Em que momento o hype passou a disputar espaço com boleto, trabalho, cansaço e sono?
Entre histórias, risadas e algumas verdades difíceis de admitir, falamos sobre culpa gamer, jogos abandonados, falta de tempo, mudança de gosto e aquela sensação de que hoje a gente joga diferente — mas talvez valorize ainda mais os momentos que consegue jogar.
No fim, o episódio vira aquele papo de identificação instantânea pra quem ama videogame, mas também precisa equilibrar a vida real.
Agora conta pra gente: ser adulto mudou seu jeito de jogar?
Ou você ainda consegue jogar como antigamente?
No novo episódio do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior) junto com Matheus Reis e Fael, resolvemos admitir uma verdade difícil: tem muito jogo bom que a gente simplesmente ignorou por pura teimosia.
Sabe aquele game que todo mundo elogiava, aparecia em lista de recomendação, os amigos insistiam… e mesmo assim você falava “uma hora eu jogo”? Então. O episódio inteiro gira em volta desse sentimento.
O papo segue no clima mais leve possível, quase como conversa de bar entre amigos relembrando decisões gamer duvidosas. A gente comenta jogos que evitou por preconceito, ranço, hype exagerado ou simplesmente porque “não tava afim”. Só que quando finalmente jogamos… bateu o arrependimento.
Entre histórias, zoeiras e confissões gamer, o episódio vira uma sequência de “como eu demorei tanto pra jogar isso?”. E quanto mais a conversa anda, mais aparece aquele tipo de jogo que provavelmente muita gente também deixou passar.
No fim, fica claro que todo gamer tem pelo menos um título que ignorou por anos… e depois teve que admitir: “ok, eu tava errado”.
Agora conta pra gente: qual foi o jogo que você demorou demais pra jogar e depois percebeu que era bom mesmo?
No novo episódio do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior) junto com o Facioli, o Fael e a estreia da caster Mandi, resolvemos fazer algo simples… que obviamente não terminou simples.
A ideia era cada um trazer três jogos que mexeram emocionalmente com a gente. Só que, como era de se esperar, o papo rapidamente saiu do controle e virou aquele tipo de conversa que mistura lembrança, identificação e alguns momentos meio inesperados.
Tem jogo que marca pela história, tem jogo que pega pela jornada e tem aqueles que simplesmente chegam na hora errada ou certa demais. E quando a gente começa a lembrar disso, já viu.
O episódio acaba mostrando uma coisa bem clara. Videogame não é só passatempo. Tem jogo que fica, que volta na cabeça e que mexe mais do que a gente gostaria de admitir.
Com a entrada da Mandi, o papo ganha ainda mais perspectiva e deixa tudo mais interessante. Cada escolha traz um motivo diferente e isso faz a conversa fluir de um jeito muito natural.
No fim, virou exatamente o que você imagina. A gente falando de jogo… e, sem perceber, falando da gente também.
Agora quero saber de você.
Qual jogo já mexeu de verdade com você?
E qual você não consegue nem revisitar?
No novo episódio do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior) estou de volta das férias… e nada melhor do que voltar direto pra um dos maiores patrimônios da nossa infância: a Sessão da Tarde.
Ao lado do Fael, a conversa vira uma viagem pelos filmes que marcaram os anos 80 e 90 aqueles que a gente assistia sem pensar duas vezes, decorava falas e, quando repetiam, assistia de novo mesmo assim.
O papo passa por clássicos, reprises infinitas, filmes que todo mundo viu pelo menos uma vez e aquele clima único de “parar tudo pra assistir”. Entre lembranças e boas histórias, a nostalgia bate forte.
E aproveitando o embalo, a gente também entra em outro território que sempre gerou curiosidade: os filmes baseados em games daquela época. Produções que tentavam traduzir o universo dos videogames pro cinema às vezes acertando, outras nem tanto mas que, de qualquer forma, marcaram presença.
É um episódio leve, cheio de memória afetiva e com aquela sensação boa de revisitar um tempo em que assistir filme era um evento e muitas vezes, a porta de entrada pra conhecer novos mundos, inclusive os dos games.
E agora a pergunta fica pra você: qual filme da Sessão da Tarde mais marcou a sua infância?
E indo além… qual adaptação de game dessa época você lembra até hoje?
No novo episódio do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior) sigo de férias… e claramente deixei o programa sem supervisão.
Com o controle nas mãos, Fael e Marcos Machette resolveram entrar em um território perigoso: discutir os jogos com pixel art mais lindos. E como era de se esperar, isso rapidamente virou uma mistura de bom gosto, opinião forte e algumas escolhas que vão dar o que falar.
Mas o papo não fica só na aparência. A conversa passa por direção artística, estilo, identidade e como a pixel art evoluiu ao longo dos anos, mostrando que o visual é parte fundamental da experiência e não só um detalhe.
Entre argumentos bem defendidos, nostalgia e aquele clima de debate que vai e volta, o episódio entrega exatamente o que a gente gosta: conversa boa, referência de sobra e opiniões que não passam batido.
Agora a pergunta fica pra você: quais jogos com pixel art entrariam na sua lista?
E mais importante… quem ficou de fora e merecia estar aqui?
Enquanto eu (Mauro Junior) tirava um merecido descanso, Fael e Marcos Machette assumiram o controle do cast e aproveitaram a oportunidade para falar de um dos consoles mais injustiçados da história: o Sega Dreamcast.
O episódio mergulha no legado do Dreamcast, relembrando seu impacto, suas inovações e o carinho que ele ainda desperta na comunidade até hoje. E pra enriquecer ainda mais o papo, dois convidados especiais entram em cena trazendo o presente e o futuro desse console.
De um lado, Angelo Pontes, responsável pelo projeto DreamColor, uma proposta que transforma o controle original do Dreamcast em uma plataforma moderna e expansível, mantendo sua essência clássica enquanto abre portas para novas possibilidades — especialmente na cena homebrew.
Do outro, Luiz Nai, desenvolvedor do game Metal Canary, um shoot ‘em up brasileiro que chega com versões para PC, Dreamcast e Wii. O projeto se destaca pelo cuidado em cada detalhe, desde a engine própria até a edição física especial com HQ.
O episódio vira uma conversa que vai além da nostalgia, mostrando como o Dreamcast continua vivo através de novos projetos, desenvolvedores independentes e uma comunidade apaixonada.
Esse é mais um daqueles episódios que mostram exatamente o que é o Passa de Fase: memória, paixão e futuro dos games andando juntos.
Link dos projetos:
No novo episódio (#332) do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior), Facioli, Fael e Diogo fazemos história com um episódio especial: o primeiro crossover entre o Passa de Fase Cast e o MeuPS1Cast.
E para marcar esse encontro, nada melhor do que voltar para uma das gerações mais importantes dos videogames: a 5ª geração, dominada por consoles como PlayStation, Nintendo 64, Sega Saturn e 3DO.
Dentro da série Games de A a Z por geração, o desafio segue o mesmo: passar letra por letra citando jogos marcantes da época. Mas dessa vez, o episódio ganhou um peso ainda maior com o encontro dos dois podcasts o que resultou em ainda mais histórias, opiniões, nostalgia e aquela disputa saudável que já virou marca do formato.
Falamos de clássicos que definiram a transição para o 3D, franquias que nasceram nessa geração e experiências que moldaram a forma como jogamos até hoje. Entre uma letra e outra, surgem histórias de locadoras, primeiras memórias com o PS1, momentos multiplayer inesquecíveis e aquele sentimento de descoberta que marcou a época.
Mais do que um episódio da série, esse é um verdadeiro encontro de universos celebrando uma geração icônica e unindo duas comunidades apaixonadas por videogames.
No novo episódio (#331) do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior), Facioli e Fael recebemos Bruno Toledo, Leandro e Felipe, da Mother Gaia, para um papo sobre o intrigante A Investigação Póstuma.
O episódio mergulha em uma proposta que chama atenção logo de cara: um game ambientado em um Rio de Janeiro noir em 1937, onde o jogador precisa investigar o assassinato de ninguém menos que Brás Cubas, personagem clássico da literatura de Machado de Assis.
Durante a conversa, os desenvolvedores contam como surgiu a ideia de misturar literatura brasileira com videogame, os desafios de adaptar esse universo e como construíram uma narrativa baseada em mistério, intrigas e traições.
Um dos grandes destaques do jogo é o loop temporal, que prende o jogador até que a verdade seja descoberta. Falamos sobre como essa mecânica impacta a experiência, incentiva a exploração e transforma cada tentativa em uma nova peça do quebra-cabeça.
O papo também passa pelos bastidores do desenvolvimento, referências criativas, decisões de design e o cuidado em criar uma experiência que respeita o material original, mas ao mesmo tempo apresenta algo novo e interativo.
E já tem data marcada: A Investigação Póstuma será lançado em 31 de março de 2026, reforçando a expectativa para um dos projetos mais criativos do cenário indie nacional.
No novo episódio (#330) do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior), Facioli e Fael voltamos com mais um capítulo da série Games de A a Z por geração, e dessa vez a viagem no tempo nos levou direto para a 6ª geração de videogames.
A proposta segue simples e divertida: passar letra por letra do alfabeto citando jogos marcantes da geração. Mas, como sempre acontece no Passa de Fase Cast, o que começa como um desafio vira rapidamente uma avalanche de histórias, lembranças e discussões nostálgicas.
Falamos de títulos que marcaram época, franquias que ganharam força nessa fase e experiências que definiram uma geração dominada por consoles como PlayStation 2, GameCube e Xbox.
A 6ª geração foi responsável por consolidar muitas ideias que moldaram os videogames modernos: mundos mais abertos, narrativas mais cinematográficas e experiências multiplayer que viraram memórias eternas entre amigos.
Entre um jogo e outro, surgem histórias de locadoras, madrugadas jogando, descobertas inesperadas e aquele sentimento clássico de “como a gente jogava tudo isso?”. O resultado é mais um episódio cheio de nostalgia, risadas e lembranças de uma era que marcou milhões de jogadores.
No novo episódio (#329) do Passa de Fase Cast, eu (Mauro Junior), Facioli e Fael recebemos Tacio Medeiros, da Broken Tooth Studios, para falar sobre o desenvolvimento de Gears of Glory.
Durante o papo, Tacio contou como nasceu a ideia do jogo, as principais referências, curiosidades do desenvolvimento e o que os jogadores podem esperar dessa mistura intensa de tower defense com ação em alta velocidade.
Em Gears of Glory, o jogador precisa construir torres estratégicas para defender sua base enquanto enfrenta ondas cada vez mais agressivas de robôs. Mas o diferencial está na dinâmica acelerada: além de planejar a defesa, você também assume o controle de um furgão, acelera pela pista, executa drifts e atropela inimigos no meio do caos.
Falamos sobre as mecânicas do jogo, os desafios de equilibrar estratégia e ação em tempo real, o processo de desenvolvimento do estúdio e até algumas curiosidades que mostram como ideias simples podem evoluir para projetos ambiciosos.
E claro, não poderia faltar um desafio dentro do próprio episódio, colocando todo mundo à prova para testar conhecimento e reflexos, tudo no clima descontraído que já virou marca do Passa de Fase Cast.
A demo de Gears of Glory já está disponível na Steam, então quem quiser experimentar pode jogar agora mesmo e aproveitar para adicionar o game à wishlist e acompanhar o lançamento.
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