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O programa de governo de Luís Montenegro tem uma moção de rejeição que deve ser reprovada na quarta-feira na Assembleia da República. Chega e Partido Socialista estão disponíveis para deixarem o governo entrar em plenas funções e do lado do partido de André Ventura até há elogios. Em entrevista ao Facto Político, o deputado Bruno Nunes encontra “pontos de contacto” entre o documento e as propostas que tem defendido no parlamento: “há muitas medidas do Chega espelhadas”. Apesar de tudo lamenta que o governo não tivesse aberto um caminho de diálogo relativamente a este processo e critica a “falta de visão para se projetar o país a 10 ou 15 anos”. Bruno Nunes pede que se explique “onde queremos estar na europa, como é que nos identificamos como estado, qual a nossa ligação ao mar” e que se esclareça “a ligação aos EUA e à América Latina”. “Falta ambição”, lamenta nesta emissão do Facto Político de 14 de junho, na SIC Notícias.
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O programa de governo de Luís Montenegro tem uma moção de rejeição que deve ser reprovada na quarta-feira na Assembleia da República. Chega e Partido Socialista estão disponíveis para deixarem o governo entrar em plenas funções e do lado do partido de André Ventura até há elogios. Em entrevista ao Facto Político, o deputado Bruno Nunes encontra “pontos de contacto” entre o documento e as propostas que tem defendido no parlamento: “há muitas medidas do Chega espelhadas”. Apesar de tudo lamenta que o governo não tivesse aberto um caminho de diálogo relativamente a este processo e critica a “falta de visão para se projetar o país a 10 ou 15 anos”. Bruno Nunes pede que se explique “onde queremos estar na europa, como é que nos identificamos como estado, qual a nossa ligação ao mar” e que se esclareça “a ligação aos EUA e à América Latina”. “Falta ambição”, lamenta nesta emissão do Facto Político de 14 de junho, na SIC Notícias.
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