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Na cabine do céu, Luiz Mendes testemunha o Flamengo transformar o Maracanã em palco de um baile histórico: 8 a 0 sobre o Vitória, a maior goleada da era dos pontos corridos. Pedro alcança a marca de 100 gols no estádio. O recado rubro-negro é claro: lidera com autoridade no Brasileirão e se impõe também como a força mais temida na Libertadores.
O comentário percorre os tropeços de Fluminense e Vasco no fim de semana do Brasileirão, mas destaca a vitória histórica do Botafogo sobre o Juventude em Caxias do Sul, após 29 anos, com a estreia iluminada do espanhol Chris Ramos, autor de dois gols e novo protagonista alvinegro.
Crônica em homenagem aos 127 anos do Vasco da Gama, celebrado em 21 de agosto de 2025. Do pioneirismo social da Expedição de 1923 à construção de São Januário, da luta contra o preconceito às grandes conquistas internacionais, o clube é retratado como símbolo de resistência e paixão popular. No estilo de Luiz Mendes, a caravela vascaína surge como farolda memória brasileira.
Na cabine do céu, Luiz Mendes revive os jogos de volta das oitavas da Libertadores. O Flamengo pintou o céu de vermelho e preto em Porto Alegre: Arrascaeta e Pedro garantiram a vitória segura, com Filipe Luís conduzindo um time compacto e sereno. A nova dupla de volantes, Jorginho e Saul, deu equilíbrio, e o rubro-negro avançou às quartas com autoridade, alimentando o sonho do título. Já o Botafogo, em Quito, enfrentou a altitude e a própria apatia: com três volantes, erros técnicos sucessivos e demora de Davide Ancelotti para mexer, viu a LDU virar a eliminatória com Villamil e Alzugaray.Assim, dois caminhos opostos: o Flamengo no embalo da confiança, o Botafogo no peso do desencanto.
Na Cabine do Céu, Luiz Mendes narra ao lado de Castilho a vitória do Fluminense sobre o América de Cali por 2 a 0, no Maracanã, pelas oitavas de final da Sul-Americana. A partida marcou a classificação tricolor às quartas e a noite histórica de Fábio, que alcançou o recorde mundial de 1.391 jogos oficiais. Com gols de Serna e Martinelli, o time de Renato Gaúcho foi cirúrgico, controlando o jogo com segurança. Castilho, emocionado, repetiu a máxima: “Um grande time começa com um grande goleiro.”
Fluminense venceu no sábado, Flamengo calou o Beira-Rio, Botafogo poupou forças para Quito e o Vasco aplicou goleadahistórica no Santos, com Neymar saindo chorando de campo. Luiz Mendes, da cabine do céu, costura os fatos da 20ª rodada do Brasileirão em memória e poesia contida.
Um episódio sobre legado. Da caneca trincada de Eraldo Leite à lembrança de tantas jornadas, Luiz Mendes revela que no rádio não se guardam objetos, mas os instantes que eles testemunham. A cada detalhe preservado, nasce a herança que mantém viva a voz e a memória das próximas gerações.
Flamengo e Botafogo iniciam as oitavas da Libertadores com vitórias por 1 a 0. O Rubro-Negro domina no Maracanã diante de 68.483 presentes e o Glorioso abre o placar relâmpago no Nilton Santos, mas ambos levam vantagem mínima para os jogos de volta.
No alto dos transmissores da Rádio Farroupilha, em Porto Alegre, uma falha técnica vira poesia. Esquecem o gongo cerimonial do meio-dia, e Heron Domingues, com um lápis e talento puro, resolve no improviso. Luiz Mendes relembra o episódio com humor elegante e memória viva — e mostra como aquele “barulhinho” virou, com o tempo, o som padrão de toda uma era.
A partida mal começouquando Gabriel Menino explodiu o placar em 38 segundos — o gol mais rápido do Brasileirão 2025. O Vasco reagiu com serenidade e determinação, empatando aos 18 minutos do primeiro tempo. Mas o empate foi apenas o começo: São Januário vibrou, mas o time segue no Z‑4, lutando contra o tempo, contra a matemática, contra si mesmo. Um duelo que expressa pressa, entrega, emoção. E, acima de tudo, esperança.
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