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A Fed sobe os juros pela primeira vez desde 2023 e Trump exige uma descida drástica. Além disso: Amodei, Altman e Musk pedem mais cautela na IA, e o Banco de Inglaterra mantém os juros mas vê a libra esterlina cair.
A Fed subiu os juros e Kevin Warsh não deu tréguas à inflação. O petróleo resiste a um ataque na Arábia Saudita, e a Intel dispara com rumores de parceria com a SK Hynix.
O petróleo já subiu vinte por cento em três semanas, as hipotecas nos EUA passaram os sete por cento, e a Arábia Saudita e a Líbia cortam ainda mais oferta — tudo à véspera da decisão da Fed sobre os juros.
A OpenAI adia a sua entrada em bolsa, o Senado dos EUA vota o Clarity Act e o iene volta a cair antes das decisões da Fed e do Banco do Japão. Os números do dia, no fim.
A inflação nos EUA surpreende e aumenta a pressão sobre a Fed. Também nos resultados: a Adobe cresce mas decepciona nas previsões, e a nuvem da Oracle acelera. Tudo no episódio de hoje do Café com Clareza.
BCE sobe a taxa de depósito, o petróleo Brent dispara sete por cento com o Estreito de Ormuz em risco, e a Uber corta pessoal enquanto avança para comprar a Glovo.
A inflação chinesa surpreende pela positiva mas por más razões, os EUA entram na defesa do iene, e o petróleo Brent volta a passar os 100 dólares com as reservas de emergência dos EUA no nível mais baixo desde 1982.
Os Estados Unidos investem trezentos milhões de dólares em três empresas de computação quântica, a Robinhood entra pela primeira vez como subscritora numa oferta pública inicial, e a Mistral fecha a maior ronda de financiamento privado de sempre na Europa.
As tecnológicas já emitiram 320 mil milhões de dólares em dívida para a corrida à IA, a Novartis tem o pior dia de sempre em bolsa, e a indústria alemã trava com força. Os números dos mercados no fecho do episódio.
A Apple entra numa nova era com o primeiro grande evento sob John Ternus, o emprego nos EUA surpreende tudo e Portugal sobe de rating pela Fitch.
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