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Bom é ter esperança e aguardar em silêncio: nessa espera, a alma não se entrega ao vazio, ela aprende a respirar com Deus.
Davi não escreveu apenas um poema. Escreveu um memorial. Um lembrete de que, quando o inimigo parece maior, quando as águas querem afogar, quando a fuga se torna rotina, há um Deus que inclina os céus, desce, estende a mão e diz: “Eu me agrado de ti”. E isso muda tudo.
Neste Dia dos Pais, celebramos os pais que estão presentes. Recordamos com carinho os que já partiram. Abraçamos em oração aqueles que sentem saudade, dor ou ausência. E acima de tudo, descansamos nesta verdade: temos um Pai celestial.
O Profeta Sofonias - O grande dia do Senhor está perto.”
Não é só um aviso para o antigo Israel. É como se Deus dissesse ao nosso coração, hoje: “Há contas que não podem ficar para depois. Há escolhas que não podem ser empurradas. Há um dia em que tudo será colocado na balança.”
Talvez o problema não seja a ausência de Deus.
Talvez seja a nossa distração.
Porque Ele continua vindo.
Continua se revelando.
Continua se aproximando.
Mas só quem espera… percebe.
Lucas 2:25-38
Tu me farás conhecer a vereda da vida; na tua presença há plenitude de alegria, à tua mão direita há delícias perpetuamente.” (Salmos 16:11)
Dezembro pode ser um ícone de profundas perturbações emocionais ou um encontro profundo com os Céus
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