Por muito tempo, elas não tiveram vez em um ambiente tão dominado por homens. Ainda assim, as sambistas marcaram história e não deixaram o samba morrer, principalmente no período pós-escravidão.
No Câmara Rio Entrevista de hoje, Valéria Valenssa recebe a historiadora Angélica Ferrarez, que pesquisa a trajetória de mulheres negras no pós-abolição pela perspectiva da cultura, da cidade, do samba, museus e patrimônios.