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No último episódio da 2.ª temporada do "Camarim das Estrelas", recebemos Soraia Lemos, orçamentista na bysteel e uma apaixonada assumida pelas artes. Natural de Guimarães, a Soraia partilha connosco o seu percurso desde a decisão de trocar a Engenharia Eletrónica pela Civil até ao desafio atual de concluir a sua tese de mestrado.
Ao longo da conversa, descobrimos uma convidada que vive em constante inquietude criativa. Embora o seu dia a dia profissional seja pautado pelo rigor dos números, a Soraia revela que o seu tempo livre é dedicado à música, sendo vocalista no coro bJazz e na própria banda do dstgroup, com a qual já atuou no Hard Club.
A Soraia aborda também a importância da consciência política no papel do artista, defendendo que o palco é um lugar de poder que deve ser usado para dar opinião e lutar pela dignidade humana. Partilha ainda o seu lado mais prático e "mãos à obra", contando como gosta de surpreender a família com remodelações e pinturas feitas por si.
É um episódio que nos fala de sororidade, de exigência feminina e da necessidade de "comprar tempo" para explorar todas as sensações que a vida oferece.
Neste episódio da 2ª temporada do Camarim das Estrelas, conhecemos a história da Isabela Araújo, nascida do outro lado do Atlântico, no Brasil. É mãe de quatro filhos, foi professora e hoje é a responsável pela gestão da limpeza do edifício Maria do Alívio Gonçalves Teixeira, inserido no campus do dstgroup.
Conta-nos a disparidade vivida nos dois continentes e de como foi difícil a integração no nosso país na altura da COVID-19, uma vez que apenas conseguiu trazer consigo dois dos seus filhos. Aborda o tema da imigração em Portugal, e de como a oferta de emprego em Portugal para os imigrantes ainda não está adequada à realidade que estes viviam nos seus países.
Considera que estes trabalhos invisíveis ligados à área das limpezas ainda são muito associados à falta de estudos e falta de competências, e que as pessoas deveriam conhecer as pessoas por trás das batas em vez de julgarem.
Revela, ainda, que vê na leitura e na educação o futuro para termos mulheres mais ativas na sociedade, por isso nunca deixou de estudar mesmo depois de ser mãe.
O “Camarim das Estrelas” está de regresso e, neste episódio, conversámos com Maria João, que integra o departamento de Recursos Humanos do dstgroup. Iniciou o seu percurso em 2018 na dstelecom, na área de segurança e saúde no trabalho.
Em 2023, após uma intervenção numa das “Leituras Furiosas às Quintas”, transitou para o departamento de recursos humanos, onde ainda hoje acompanha a gestão de desempenho de várias empresas e departamentos do grupo, promovendo o alinhamento estratégico, a monitorização de indicadores e a melhoria sustentada da performance organizacional através do Balanced Scorecard.
Partilha, ao longo da conversa, a experiência longa e difícil que viveu ao tentar encontrar alguma vaga numa creche para a filha. Isso levou-a a criar a petição “Creche para todos”, que rapidamente ganhou apoio nas redes sociais e gerou interações com pessoas em situações semelhantes.
Maria João sublinha a importância de repensar as redes de apoio familiar, por exemplo, através da reforma antecipada dos avós. Reforça, por fim, a satisfação que sente com o percurso profissional que tem construído dentro do grupo.
No novo episódio do nosso podcast “Camarim das Estrelas”, tivemos o prazer de receber Margarida Génio, licenciada em Arqueologia e apaixonada por Arqueologia Náutica. Natural de Ílhavo, Margarida iniciou o seu percurso profissional no Museu Marítimo da cidade.
Mais tarde, decidiu emigrar para o Luxemburgo, onde viveu durante sete anos. Ao longo da conversa, conta-nos que embora os primeiros tempos tenham sido desafiantes, acabou por viver experiências profissionais e pessoais muito diversas, passando pelo mundo da moda e pela área das vendas.
Margarida revela que o regresso a Portugal aconteceu de forma repentina, quando em janeiro foi convidada a integrar a zet gallery, local onde se sente em casa por se identificar com o trabalho que realiza e com a cultura organizacional do grupo.
Na zet gallery, acredita que não se vendem apenas obras de arte, mas experiências e investimentos pessoais. A nossa convidada deixa ainda um convite a todos, para que conheçam o espaço, que se distingue pela acessibilidade e pela vontade de democratizar a arte.
Para o lançamento de mais um episódio do podcast “Camarim das Estrelas”, tivemos o prazer de receber a Carina Ribeiro como nossa convidada.
Formada em Engenharia Biológica pela Universidade do Minho e especializada no tratamento de águas, a função da Carina no grupo passa pela garantia da qualidade da água potável e o correto descarte de águas poluídas.
Durante a conversa, partilhou o seu percurso profissional, marcado, desde cedo, pela busca pela sua independência. Começou a trabalhar na área ainda antes de concluir o mestrado. Enfrentou vários desafios, especialmente por ser uma mulher a liderar uma equipa maioritariamente masculina.
Carina falou ainda sobre a importância da entreajuda no ambiente de trabalho e da igualdade entre todos os profissionais, independentemente do cargo ocupado.
O episódio termina com uma reflexão sobre o papel da educação, desde cedo, na construção de um mundo mais justo e menos desigual.
Foi com Maria Luísa Meneses que demos asas a mais uma conversa inspiradora. O oitavo episódio acompanha o seu percurso profissional até ao atual projeto de Construção Industrial.
A arquiteta e administradora da bysteel fs partilha a sua formação académica e os oito anos de trabalho em Portugal, e a posterior partida para o Qatar, onde continuou a crescer profissionalmente.
Falamos ainda sobre o seu regresso a Portugal e a entrada no dstgroup: um novo desafio que a trouxe até à Construção Industrial. Maria Luísa realça a multidisciplinaridade do projeto e os seus futuros passos, como a presença da maquete do Living Lab na Triennale di Milano e a ligação à Fundação Norman Foster.
Este episódio reúne temáticas diversas que, mais uma vez, destacam o papel crescente da mulher no desenvolvimento de projetos na área da construção.
No sétimo episódio desta segunda temporada do podcast dedicado às mulheres do dstgroup, recebemos a Joana Neves Silva.
Antes de iniciar as suas funções no dstgroup, Joana teve a oportunidade de lançar um livro intitulado de “mais que as mães”. Conta-nos, ao longo da conversa, como começou a sua jornada: através de um simples blog com histórias do quotidiano, que depressa floresceu, dando origem a um livro sobre o lado secreto da maternidade.
Fala-nos também da sua envolvência na equipa do living lab e da construção industrial, e sobre como idealizam desconstruir o mito associado à construção modular. Aborda ainda o fator social da construção industrializada, onde a construção em fábrica, com recurso a equipamentos sofisticados, nivela o papel da mulher e do homem no setor da construção.
Após falar de temas como a maternidade e a experiência académica e profissional, o episódio termina com o paradigma geracional no qual nos encontramos atualmente, referindo-se a forma como os adolescentes são influenciados pelo submundo da internet.
Continuamos em busca de histórias inspiradoras das nossas trabalhadoras e para este episódio convidamos a Bárbara Fachada, uma das nossas arquitetas.
Filha de mãe arquiteta e pai matemático, revela-nos o motivo pelo qual se apaixonou pela sua área, e de como teve presente no seu percurso académico desvios felizes que a colocaram na estrada que percorreu até aos dias de hoje.
No decorrer da conversa, fala-nos da experiência de fazer parte do projeto “Parque Escolar”, que visava a criação de um conceito escolar utópico assente em diretrizes como a tecnologia e conhecimento, e que empoderavam o conceito de termos mais crianças a crescerem em ambientes arquitetonicamente estimulantes.
Por fim, termina com o tema emergente da construção industrial, desconstruindo preconceitos de que as casas pré fabricadas não podem ser esteticamente apelativas, e explora as possíveis soluções para combater a crise de habitação em Portugal.
Marlécia de Carvalho, a única mulher pintora na perícia, inaugura o nosso ciclo de conversas deste ano. Nascida em São Tomé, é mãe de três filhos e enfrentou o doloroso desafio de deixar o seu país natal em busca de melhores condições de vida. Apesar da solidão da jornada, carrega a determinação de em breve conseguir trazer os seus filhos.
No decorrer da conversa, partilhou as dificuldades de ser mãe em São Tomé, agravadas por uma relação abusiva com o ex-marido, que a impedia de trabalhar. Depois de se separar, tentou vários empregos na área da restauração e limpezas, mas foi na construção civil, especificamente na perícia, que encontrou um lugar onde se sente valorizada.
Contou-nos também como foi o processo de integração em Portugal e o surpreendente caminho que a levou a tornar-se a única mulher pintora da perícia – mesmo sem saber pintar inicialmente.
Um episódio deveras inspirador que nos transporta para uma realidade adversa, mas que, infelizmente, ainda está muito presente nos dias de hoje.
Ana Luísa Pereira nasceu em Barcelos, mas desde cedo percebeu que queria explorar mais mundos. Viveu uma aventura de Erasmus na Alemanha, seguiu-se a primeira experiência profissional na Holanda, onde trabalhou em investigação.
Chega até nós como gestora de projetos de inovação da dstsolar e hoje integra o departamento de inovação do grupo.
Nesta conversa descontraída e profunda, fala-nos sobre os desafios da investigação em Portugal, a liderança feminina, o padrão de exigência e autocrítica que prevalece nas mulheres, a sua experiência de negociação em projetos de envergadura internacional, a importância da inovação no contexto profissional, entre tantos outros temas.
Destaca a importância que a mãe teve na sua vida, a figura feminina mais empoderada que a moldou à pessoa que hoje é: destemida, aventureira, sem amarras sociais e com uma visão distinta sobre o mundo à sua volta.
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