Ainda existem pessoas vivas que passaram por esse inferno. Não estamos na Idade Média, mas em tempos recentes. Esse nível de horror, infelizmente, se repete e está sempre à espreita. Tudo o que é preciso é que pessoas muito más sejam toleradas ou subestimadas.
Oro a Deus para que um dia aprendamos.
Cada uma daquelas crianças poderia ter se tornado médico, enfermeiro, professor, pedreiro ou costureira. Uma delas poderia ter encontrado a cura para o câncer ou ajudado a resolver a fome no mundo, mas, em vez disso, foram assassinadas simplesmente por estarem lá.