
Sign up to save your podcasts
Or


Com certeza você já ouviu a frase "Trabalhe com o que ama e nunca mais terá que trabalhar um dia sequer em sua vida". Faz sentido, né? Se eu gosto do que faço, vou gostar de trabalhar, certo? ERRADO! Sinto lhe informar, mas essa é uma das maiores besteiras que alguém já pode dizer.
Estava, dia desses, ouvindo um podcast sobre tecnologia onde programadores reclamavam de situações desconfortáveis (para dizer o mínimo) que passaram em suas carreiras. Foram várias reclamações e eu me vi em praticamente todas elas.
Durante muito tempo eu também fui o cara que reclamava do trabalho e das situações escrotas que volta e meia temos que passar, principalmente na área de tecnologia.
Só que, de um tempo para cá, eu resolvi mudar. Na verdade, não foi bem uma decisão, mas sim consequência de entender diversos conceitos que antes não eram tão claros para mim. Essa bulshitagem de "trabalhe com o que ama" foi uma delas. Tiveram várias outras também.
No vídeo de hoje quero compartilhar um pouco dessas minhas conclusões com você.
Na semana passada eu publiquei um vídeo que pensei que fosse terminar em polêmica. Estamos passando por um momento social bastante tenebroso. Existe um grande nível de intolerância com quem pensa diferente, mesmo que seja apenas em alguns aspectos bem específicos. Essa intolerância culmina na tão infantil e perigosa "cultura do cancelamento", onde o diálogo e a negociação cedem espaço ao confronto e linchamento virtual.
O vídeo da semana passada tinha grandes chances de ser "cancelado", dado o tema tabu e a minha proposição, um tanto quanto "exagerada", ou enérgica. Felizmente a recepção do vídeo foi muito boa e acabou gerando debates muito interessantes. Recebi até uma mensagem de um grande amigo que acabou em uma ligação de 1h30.
Dado que eu apenas propus uma ideia, recebi vários comentários dizendo: "Poxa, legal, faz muito sentido dobrar meu salário. Mas como eu faço isso?"
Portanto, hoje vou trazer duas grandes dicas para você dobrar seu salário. Mas antes, quero fazer um pequeno disclaimer. Confira no vídeo!
Os temas que mais fazem sucesso no meu canal do youtube e no meu blog são sempre os que eu falo sobre dinheiro. Fato.
Isso é bastante curioso pois, via de regra, o brasileiro não gosta de falar sobre dinheiro. As pessoas não falam para os que confiam, por exemplo, o quanto elas ganham. Não discutem estratégias, não questionam sobre como ganhar mais.
As pessoas falam abertamente sobre sexo, mas não falam abertamente sobre dinheiro. Definitivamente este é um assunto tabu.
Eu arrisco algumas explicações para isso. A primeira delas é que, como diria Tom Jobim, "no Brasil, sucesso é ofensa pessoal". Como o assunto não é discutido abertamente, criam-se mitos e crenças em torno. "Quem ganha dinheiro mexe com coisa errada", ou então "depois que fulano ganhou dinheiro, esqueceu dos pobres".
A minha vida mudou drasticamente depois que eu passei a encarar o dinheiro de maneira séria. Ganhar dinheiro é muito bom e não há absolutamente nada de errado com isso. Além disso, como em qualquer outra área da vida, quanto mais discutimos sobre um assunto, mais aprendemos sobre ele.
É por isso que este é um dos meus temas preferidos. Falar sobre dinheiro ajuda a todos que tem a vontade genuína de melhorar de vida, mas ainda não perderam totalmente o medo do julgamento alheio. Ajuda também a consolidar as minhas ideias sobre o assunto. E, por último, e não menos importante, cutuca a ferida dos que sofrem do famoso "nojinho do dinheiro".
É por isso que hoje eu quero te explicar porque você deve dobrar o seu salário o mais rápido possível.
Semana passada recebi uma pergunta muito boa no vídeo "Como ganhar muito dinheiro sendo Programador". A pergunta, que veio do Diogo Marv, é essa: "Na sua opinião, vale mais a pena em termos financeiros, ser empregado ou trabalhar por conta própria como programador?".
Como disse em um vídeo anterior, devemos sempre prestar mais atenção no que uma pessoa diz, ao invés de simplesmente focar no que ela fala. Essa pergunta é um exemplo perfeito que podemos aplicar esta teoria. Com certeza, por trás desta pergunta, conseguimos suspeitar de diversas crenças que podem (ou não) ser verdades.
O primeiro questionamento que faço é: quais as diferenças entre "ser empregado" ou "trabalhar por conta"? O que implica cada um dos cenários? Quais os prós e os contras? Além disso, é possível termos uma resposta genérica para esta pergunta? O contexto de cada um não deve ser considerado?
Diante de todas as reflexões, hoje eu quero falar basicamente sobre estes dois pontos. Qual é o papel do "trabalhador" nos dias de hoje? Como entender este papel e decidir qual caminho tomar?
Na semana passada eu falei sobre a importância de possuirmos princípios para lidar com o dia a dia das nossas vidas. Eu vinha intuindo isso há um bom tempo, mas, como disse, foi Ray Dalio com seu livro Princípios quem consolidou essa ideia na minha cabeça.
No fim do vídeo eu citei um pequeno passo a passo para você desenvolver seus princípios que consiste em: 1) Aceitar que você é burro; 2) Viver e se observar enquanto vive; 3) Identificar os padrões que irão emergir do seu viver; 4) Desenvolver princípios que te ajudem a lidar com esses padrões.
Não temos nada de novo nesse método. Se você já teve contato com conhecimento referente a administração de empresas, irá encontrar grande semelhança com o famoso Ciclo PDCA. Se você já teve contato com a criação de startups, também vai encontrar semelhança com o Método Lean Startup.
Todos estes métodos são adaptação do chamado método indutivo, base da filosofia empírica. O método indutivo "é o raciocínio que, após considerar um número suficiente de casos particulares, conclui uma verdade geral."
O que fiz no vídeo passado foi te apresentar uma sequência de passos para que você consiga desenvolver seus princípios de uma maneira empírica. Hoje vou me aprofundar em cada um desses passos.
Sabe aquelas frases prontas, ou histórias, que ninguém sabe realmente se é verdade, mas acaba,de fato, se tornando verdade, de tanto ser contada ao longo dos anos? Tem uma dessas que eu adoro.
Dizem que Bill Gates (ou Steve Jobs, ou Elon Musk, são sempre a eles atribuídas estas sacadas geniais que provavelmente eles nunca falaram) que toda empresa deve buscar contratar pessoas preguiçosas. A lógica por trás do pensamento é simples: Toda pessoa preguiçosa, por ter esta natureza, procurará o caminho mais curto para atingir seu objetivo.
Acredito muito nesta máxima, independente de qual a cunhou. Eu sou um preguiçoso nato. Sempre questionei o porquê das coisas, buscando, no fundo, um motivo para não fazer o que era preciso ser feito.
Dada esta minha natureza, eu sempre me interessei por conceitos, assuntos e pessoas que buscassem a forma mais rápida de atingir um objetivo. Foi então que, ao longo da vida, fui me interessando por conceitos como minimalismo, ou então a Lei de Pareto. Fui também me interessando por pensadores como Taleb, Tim Ferriss, ou até mesmo Ray Dalio.
Ao ler Dalio, consegui racionalizar algo que vinha intuindo há algum tempo: devemos ter um conjunto de princípios que norteiem nossas decisões. No vídeo de hoje quero destrinchar um pouco destes conceitos e explicar como venho construindo meus princípios.
Eu já comentei em outros posts por aqui o quanto gosto da linha de pensamento do Nassim Taleb. Dos seus livros, já tive a oportunidade de ler A Lógica do Cisne Negro e Anti-frágil. Ainda faltam Iludidos Pelo Acaso, O Leito de Procusto e, o que eu estou lendo agora, Arriscando a Própria Pele.
Eu já havia sido apresentado ao conceito "skin in the game" nas outras obras do Taleb, principalmente em Antifrágil. Mas, ao dedicar uma obra somente ao tema, o autor acaba costurando diversas pontas soltas em todas as suas obras. Como ele mesmo diz, cada livro novo "sai da costela" de um livro antigo.
O que faz o Taleb ser um dos meus autores preferidos é a capacidade que ele tem de aliar filosofia e matemática em uma narrativa densa, mas, ao mesmo tempo leve. Você consegue enxergar essa habilidade quando ele tangibiliza seus princípios através de exemplos simples, do nosso cotidiano, recheados de humor, acidez e inteligência.
Resolvi abordar este tema hoje inspirado pelo vídeo da semana passada. Durante toda a leitura que vim fazendo esta semana, conseguia enxergar nitidamente nessa polêmica idiota referente Github os problemas apontados por Taleb. Todos os elementos estão lá: devs de palco, pessoas que dão opiniões sem se arriscar, a vontade e necessidade de agradar seus pares, ao invés do cliente e a clara falta de skin in the game de certas pessoas.
Portanto, hoje, quero trazer alguns dos conceitos apresentados no livro e te convidar a refletir. Assista e então olhe para o lado e reflita: o quão robusta são as pessoas? O quão robusto você é?
Na semana passada rolou mais uma daquelas tretas chatas e sem nenhum benefício na "devtwit" (já que existe uma fintwit, me permitam pegar emprestado a terminologia). O assunto da vez era a relação entre relevância do programador e sua atividade no Github.
Infelizmente o twitter, que antes era um espaço de troca de ideias e debates interessantes, está se tornando um esgoto onde as pessoas estão mais preocupadas em militar e ofender o diferente, do que debater em um nível decente.
Seguindo o excelente manual de sobrevivência a internet, do Henrique Bastos, eu silencio qualquer tipo de pessoa, ou termo, que possam me fazer cair no erro de confundir diálogo com disputa de força e acabar tentando debater com um militante (eles não buscam o debate, apenas enfiar sua ideologia abaixo da guela alheia).
Graças a essa atitude eu mantenho minha sanidade mental e fico alheio a maioria essas discussões idiotas. Infelizmente, algumas tomam uma proporção tão grande que acabam resvalando em mim. Foi o caso dessa última.
Já que acabei impactado por isso, resolvi tentar fazer do limão uma limonada e usar esse flame para dar minha opinião sobre alguns assuntos que rodeiam essas discussões.
Essa semana resolvi falar de um assunto relativamente técnico. O mundo está do avesso… temos uma pandemia acontecendo, todos estão vivendo um dia por vez. Para completar, temos um governo ruindo, basicamente por causa de patacoada atrás de patacoada.
Esses assuntos dominam a pauta dos noticiários e, infelizmente, acabam invadindo ambientes que costumam ser agradáveis. Isso acontece porque estes fatos mexem com as emoções do cidadão.
E o que pode sair de discussões apaixonadas? Exatamente o que esses crápulas querem: Falta de foco no que realmente importa, além de pessoas semelhantes brigando entre si por só conseguir enxergar suas diferenças.
Eu estou bem de saco cheio disso. Já que esses abutres não fazem nada para nos ajudar, não vou permitir que eles me atrapalhem mais do que já atrapalham.
Inspirado pelo excelente post do Ícaro de Carvalho, resolvi ignorar todo esse show de horror e trabalhar. Por isso, hoje quero falar sobre as maravilhas do Python e porque ele é a MELHOR linguagem para você aprender.
Passeando pelo site dev.to, eu me deparei com uma thread bem legal que me fez refletir bastante: Se eu pudesse voltar no tempo, que conselho daria para meu eu de 20 anos?
As respostas são muito interessantes, e, com certeza, dizem muito sobre a história de cada pessoa. Pensando nisso, comecei a pensar o que eu diria para mim mesmo.
Várias coisas passaram pela minha cabeça. A primeira delas é: do que eu me arrependo? Hoje em dia não consigo lembrar de nada que fiz e me arrependi, afinal, sou o que sou hoje devido a meus acertos e também meus erros.
A segunda coisa que pensei é: qual conselho meu eu de 20 anos, rebelde e teimoso, ouviria? Provavelmente só os que o interessasse. Provavelmente seriam conselhos relacionados a diversão e dinheiro, que proporcionaria mais diversão.
Enfim… refleti bastante e listei três conselhos que daria para o meu eu de 20 anos. A ideia deste post é listar e explicar estes conselhos. Mas antes, quero fazer alguns comentários sobre alguns conselhos que li por lá.
From the publisher's feed