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O presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei que institui o Auxílio Brasil, mas vetou o trecho que previa a inclusão automática no programa de todas as famílias elegíveis para receber o benefício. Na prática, o dispositivo rejeitado por Bolsonaro pretendia acabar com a fila de espera pelo benefício, atendendo, portanto, todas as famílias que cumprissem os requisitos exigidos. O presidente ainda barrou a fixação de metas para redução de pobreza para os próximos três anos. De acordo com a colunista da Rádio Eldorado e do Estadão, os vetos impostos pelo presidente dizem muito sobre a 'alma e personalidade do governo'.
O ministro da Educação, Milton Ribeiro, decidiu proibir as Instituições Federais de Ensino de exigir a vacinação contra covid-19 como condicionante ao retorno das atividades educacionais presenciais. Pela determinação do ministro, compete a essas instituições a implementação dos protocolos sanitários e a observância das diretrizes estabelecidas por resolução do Conselho Nacional de Educação de agosto deste ano. Eliane Cantanhêde afirma que a decisão é mais um exemplo de que este e outros ministros do governo Bolsonaro estão disponíveis apenas para fazer 'o que seu mestre mandar'.
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By Estadão5
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O presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei que institui o Auxílio Brasil, mas vetou o trecho que previa a inclusão automática no programa de todas as famílias elegíveis para receber o benefício. Na prática, o dispositivo rejeitado por Bolsonaro pretendia acabar com a fila de espera pelo benefício, atendendo, portanto, todas as famílias que cumprissem os requisitos exigidos. O presidente ainda barrou a fixação de metas para redução de pobreza para os próximos três anos. De acordo com a colunista da Rádio Eldorado e do Estadão, os vetos impostos pelo presidente dizem muito sobre a 'alma e personalidade do governo'.
O ministro da Educação, Milton Ribeiro, decidiu proibir as Instituições Federais de Ensino de exigir a vacinação contra covid-19 como condicionante ao retorno das atividades educacionais presenciais. Pela determinação do ministro, compete a essas instituições a implementação dos protocolos sanitários e a observância das diretrizes estabelecidas por resolução do Conselho Nacional de Educação de agosto deste ano. Eliane Cantanhêde afirma que a decisão é mais um exemplo de que este e outros ministros do governo Bolsonaro estão disponíveis apenas para fazer 'o que seu mestre mandar'.
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