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Gente amiga, hoje no Consultório da Alma, vamos falar sobre a Ilusão. Sabe quando a gente finge que o problema não existe para não ter que lidar com ele? Pois é, a psicologia e a espiritualidade nos ensinam que a cura só começa onde a mentira termina. Bora cair na real com alegria?
Nesta segunda-feira pós-Páscoa, iniciamos nossa série sobre as Dores da Alma. Refletimos sobre a irresponsabilidade de quem se esconde atrás de cargos para negar auxílio ao próximo. Uma conversa franca sobre empatia, compromisso e a colheita da vida.
No Domingo de Ressurreição, celebramos a vitória da vida sobre a morte. Refletimos sobre a nossa capacidade de recomeçar, a superação dos nossos próprios "sepulcros" e o convite para vivermos uma existência mais autêntica, iluminada pela alegria que não passa.
O Sábado Santo é o dia do vazio, do túmulo fechado e da reflexão profunda. É o intervalo entre a dor da cruz e a promessa da vida. Na psicologia, é o momento de lidar com a ausência e com o "luto" necessário para que o novo floresça
Na Sexta-Feira Santa, acompanhamos o julgamento, a flagelação e a crucificação de Jesus. Refletimos sobre os "linchamentos" modernos, a nossa capacidade de suportar as injustiças com propósito e o poder do perdão que nasce mesmo no auge da dor.
Na Quinta-feira Santa, mergulhamos na Última Ceia e no gesto do Lava-pés. Refletimos sobre a humildade como ferramenta de cura, a importância de nutrir a alma no cotidiano e como enfrentar as nossas próprias "agonias" através da oração e do perdão.
Na Quarta-Feira Santa, refletimos sobre o momento em que Judas decide entregar o Mestre. Uma análise profunda sobre a sombra humana, o processo de obsessão pelas ideias fixas e como a nossa sintonia mental define o nosso destino.
Na Terça-feira Santa, Jesus enfrenta as armadilhas de quem queria "pegá-lo na curva". Refletimos sobre como manter a integridade diante das pressões do mundo, como discernir a verdade em tempos de desinformação e o valor de estarmos prontos para o que a vida nos reserva.
Jesus confronta a figueira sem frutos e limpa o Templo dos vendilhões. Refletimos sobre a "religião de aparências" e a necessidade de expulsar o egoísmo do nosso templo interno para transformarmos nossa vida em uma "Betânia" de descanso e afeto para o Mestre.
Jesus entra em Jerusalém e "viraliza". O povo o aclama com a expectativa de um benefício imediato, mas ignora a mensagem real. Refletimos sobre o espetáculo das aparências, o choro do Mestre sobre a indiferença digital e as conspirações que tramam nos bastidores contra quem propõe a verdadeira mudança.
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