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Carta aos Hebreus 12,4-7.11-15
Irmãos,
[4] vós ainda não resististes até ao sangue na vossa luta
contra o pecado,
[5] e já esquecestes as palavras de encorajamento que
vos foram dirigidas como a filhos: "Meu filho,
não desprezes a educação do Senhor, não te desanimes
quando ele te repreende;
[6] pois o Senhor corrige a quem ele ama e castiga a
quem aceita como filho".
[7] É para a vossa educação que sofreis, e é como filhos
que Deus vos trata.
[11] No momento mesmo, nenhuma correção parece
alegrar, mas causa dor.
aqueles que nela foram exercitados.
[12] Portanto, "firmai as mãos cansadas e os
joelhos enfraquecidos;
[13] acertai os passos dos vossos pés", para que não se
extravie o que é manco, mas antes seja curado.
[14] Procurai a paz com todos, e a santificação,
sem a qual ninguém verá o Senhor;
[15] cuidai para que ninguém abandone a graça de Deus.
tumultuando e contaminando a comunidade.
REFLEXÃO
Por incrível que possa parecer, a paz é uma
possibilidade concreta, e não apenas uma paz fictícia,
como uma circunstância ou momento com ausência
de conflito explícito.
A paz verdadeira tem preço.
No caso da nossa paz com deus, custou a encarnação,
morte e ressurreição de seu filho.
Assim, Cristo é o modelo perfeito da paz “procurada”
e “com todos”.
Assim como a paz “procurada” e “com todos” de Cristo,
assim a nossa paz “procurada” e “com todos” é
absolutamente completa e não comporta convicção
pessoal ou preconceito.
A paz completa é um projeto de Deus que Ele
realizou em Jesus.
A paz completa aqui na terra é sua vontade para a
humanidade, porque é aqui que o cristão exercita sua fé,
fruto da reconciliação nossa com Deus,
por meio de Cristo.
Deus é o Senhor, porque, em seu Filho e sua morte e
ressurreição, nos comprou para si.
Na nova vida em fé, tudo e todos são de paz.
Quem quiser ver o Senhor terá que estar pacificado em
Cristo, e ser pacificador de Cristo entre
os seres humanos.
É o Sermão da Montanha reafirmado pelo autor da
Epístola aos Hebreus.
Se foi para os israelitas convertidos e espalhados pelo
mundo que o autor escreveu esta carta, podemos
imaginar o desafio que os aguardava naquele Império
Romano violento contra os seguidores de Jesus.
Independente da resposta que estes primeiros cristãos
deram a Deus, foi uma resposta extraordinária,
o correto é refletir sobre esta paz “procurada’ e
“com todos” como uma possibilidade real entre as
pessoas no nosso dia a dia, a paz sem preconceitos,
em santidade, pois no próximo “vemos a Deus”.
By REINALDO ROCHACarta aos Hebreus 12,4-7.11-15
Irmãos,
[4] vós ainda não resististes até ao sangue na vossa luta
contra o pecado,
[5] e já esquecestes as palavras de encorajamento que
vos foram dirigidas como a filhos: "Meu filho,
não desprezes a educação do Senhor, não te desanimes
quando ele te repreende;
[6] pois o Senhor corrige a quem ele ama e castiga a
quem aceita como filho".
[7] É para a vossa educação que sofreis, e é como filhos
que Deus vos trata.
[11] No momento mesmo, nenhuma correção parece
alegrar, mas causa dor.
aqueles que nela foram exercitados.
[12] Portanto, "firmai as mãos cansadas e os
joelhos enfraquecidos;
[13] acertai os passos dos vossos pés", para que não se
extravie o que é manco, mas antes seja curado.
[14] Procurai a paz com todos, e a santificação,
sem a qual ninguém verá o Senhor;
[15] cuidai para que ninguém abandone a graça de Deus.
tumultuando e contaminando a comunidade.
REFLEXÃO
Por incrível que possa parecer, a paz é uma
possibilidade concreta, e não apenas uma paz fictícia,
como uma circunstância ou momento com ausência
de conflito explícito.
A paz verdadeira tem preço.
No caso da nossa paz com deus, custou a encarnação,
morte e ressurreição de seu filho.
Assim, Cristo é o modelo perfeito da paz “procurada”
e “com todos”.
Assim como a paz “procurada” e “com todos” de Cristo,
assim a nossa paz “procurada” e “com todos” é
absolutamente completa e não comporta convicção
pessoal ou preconceito.
A paz completa é um projeto de Deus que Ele
realizou em Jesus.
A paz completa aqui na terra é sua vontade para a
humanidade, porque é aqui que o cristão exercita sua fé,
fruto da reconciliação nossa com Deus,
por meio de Cristo.
Deus é o Senhor, porque, em seu Filho e sua morte e
ressurreição, nos comprou para si.
Na nova vida em fé, tudo e todos são de paz.
Quem quiser ver o Senhor terá que estar pacificado em
Cristo, e ser pacificador de Cristo entre
os seres humanos.
É o Sermão da Montanha reafirmado pelo autor da
Epístola aos Hebreus.
Se foi para os israelitas convertidos e espalhados pelo
mundo que o autor escreveu esta carta, podemos
imaginar o desafio que os aguardava naquele Império
Romano violento contra os seguidores de Jesus.
Independente da resposta que estes primeiros cristãos
deram a Deus, foi uma resposta extraordinária,
o correto é refletir sobre esta paz “procurada’ e
“com todos” como uma possibilidade real entre as
pessoas no nosso dia a dia, a paz sem preconceitos,
em santidade, pois no próximo “vemos a Deus”.

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