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Nesta Carta do Gestor analisamos os impactos da reabertura da China no ciclo de atividade econômica dos mercados internacionais. O cenário de 2023 deve ser de moderação do crescimento global e continuidade do aperto monetário pelos principais bancos centrais. A atividade deve crescer 2,9% em 2022, com desaceleração moderada para 2,5% em 2023.
Apesar do arrefecimento, as economias do mundo exibirão desempenhos díspares nos Estados Unidos e Europa, com registro de recessão leve. O gigante chines deve acelerar seu crescimento para 5,5% no período, um cenário favorável para o setor de commodities. O enfraquecimento do dólar é esperado devido ao menor crescimento americano, o que reduz pressões inflacionárias e melhora as condições para economias emergentes.
No Brasil, a PEC da transição teve prazo reduzido para um ano, mas o total de gastos adicionais ficou em torno de R$198 bilhões, cerca de 1,8% do PIB. O déficit primário parte de 2,2% em 2023, exigindo aumento de receitas na faixa de 1% a 1,5% do PIB para reduzir a diferença. O desafio do governo será ajustar a arrecadação e equilibrar o déficit primário num quadro de desaceleração da economia.
No Kilima View deste mês, fazendo uma análises também das condições para renda fixa, renda variável, bolsa de valores e fundos imobiliários no atual contexto econômico global. Ouça agora!
By Kilima AssetNesta Carta do Gestor analisamos os impactos da reabertura da China no ciclo de atividade econômica dos mercados internacionais. O cenário de 2023 deve ser de moderação do crescimento global e continuidade do aperto monetário pelos principais bancos centrais. A atividade deve crescer 2,9% em 2022, com desaceleração moderada para 2,5% em 2023.
Apesar do arrefecimento, as economias do mundo exibirão desempenhos díspares nos Estados Unidos e Europa, com registro de recessão leve. O gigante chines deve acelerar seu crescimento para 5,5% no período, um cenário favorável para o setor de commodities. O enfraquecimento do dólar é esperado devido ao menor crescimento americano, o que reduz pressões inflacionárias e melhora as condições para economias emergentes.
No Brasil, a PEC da transição teve prazo reduzido para um ano, mas o total de gastos adicionais ficou em torno de R$198 bilhões, cerca de 1,8% do PIB. O déficit primário parte de 2,2% em 2023, exigindo aumento de receitas na faixa de 1% a 1,5% do PIB para reduzir a diferença. O desafio do governo será ajustar a arrecadação e equilibrar o déficit primário num quadro de desaceleração da economia.
No Kilima View deste mês, fazendo uma análises também das condições para renda fixa, renda variável, bolsa de valores e fundos imobiliários no atual contexto econômico global. Ouça agora!