Está no ar a nossa carta mensal referente ao mês de agosto. Nesta edição discutimos os caminhos e possibilidades acerca da condução da política fiscal no próximo ano, considerando o resultado das eleições como o grande divisor de águas. Em comum aos dois candidatos com mais intenção de votos há três promessas: manutenção do Auxílio Brasil em R$ 600; manutenção da desoneração de tributos federais sobre os combustíveis e reajuste da tabela do Imposto de Renda. Essas três medidas significarão aproximadamente 1,11% do PIB ou R$ 115 bilhões a menos no resultado primário em 2023, gerando “A inevitável discussão sobre aumento de tributos” no horizonte de curto e médio prazo.
No cenário macro, em agosto, os Índices dos Gerentes de Compra (PMI) nos EUA apresentaram queda maior que o esperado e as estimativas para o PIB do segundo trimestre continuam desacelerando, com o crescimento negativo. Já no Brasil, a inflação começou a ceder, embora os indicadores de núcleos e de difusão se mantenham pressionados.
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