“A esperança da Europa caminhar na direção de uma união fiscal trouxe fluxo de investimentos para o continente, o que acabou contaminando positivamente os países emergentes. Junto com a reabertura das principais economias do mundo, criou-se um ambiente muito positivo para a recuperação dos ativos globais.Permanecemos monitorando atentamente a evolução da pandemia ao redor do mundo e seus possíveis impactos nos mercados. No Brasil, os últimos sinais de reforço da política econômica prudente por parte do presidente da república e uma redução dos atritos entre executivo e legislativo, nos parecem determinantes para recuperação dos ativos.”