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Muitos seguidores pediram ao Lenda, para gravar um episódio do LendaCast, sobre a história da menina Debora, que morreu esquartejada por uma vizinha, em 27 de outubro de 1983, em Itaquera, zona leste de São Paulo. A menina tinha apenas 5 anos quando foi morta pela vizinha, que a cortou em pedaços e jogou seus restos mortais pelas redondezas da cidade. O corpo da criança foi sepultado no cemitério da Vila Formosa e sua sepultura começou a ser visitada por centenas de pessoas, que acendiam velas para a alma de Debora e pediam milagres para a menina que, pelo seu grau de sofrimento, teria virado santa e ido imediatamente para perto de Deus, segundo a fé popular. Anos mais tarde, chegavam as placas de agradecimento, vindas de pessoas que afirmavam que Debora era realmente santa e realizava milagres.
Em 2018, Mari Cavalcante e eu (Daniel Pires), visitamos a sepultura da "Santa Débora", para mostrar os objetos que são deixados por lá. Além de brinquedos e doces, os fiéis também deixam chupetas infantis penduradas em uma árvore que nasceu ao lado do jazigo da menina. O curioso é que não há sequer uma foto de Debora em seu próprio túmulo, muito menos a data de seu nascimento. Só a data de morte, o que a torna um ideia, um corpo místico, uma verdadeira lenda. Neste episódio, vamos relembrar este caso absurdo e também, como este crime, ocorrido há quase 40 anos, ainda desperta ira e reacende lendas urbanas pela cidade de São Paulo.
By Daniel PiresMuitos seguidores pediram ao Lenda, para gravar um episódio do LendaCast, sobre a história da menina Debora, que morreu esquartejada por uma vizinha, em 27 de outubro de 1983, em Itaquera, zona leste de São Paulo. A menina tinha apenas 5 anos quando foi morta pela vizinha, que a cortou em pedaços e jogou seus restos mortais pelas redondezas da cidade. O corpo da criança foi sepultado no cemitério da Vila Formosa e sua sepultura começou a ser visitada por centenas de pessoas, que acendiam velas para a alma de Debora e pediam milagres para a menina que, pelo seu grau de sofrimento, teria virado santa e ido imediatamente para perto de Deus, segundo a fé popular. Anos mais tarde, chegavam as placas de agradecimento, vindas de pessoas que afirmavam que Debora era realmente santa e realizava milagres.
Em 2018, Mari Cavalcante e eu (Daniel Pires), visitamos a sepultura da "Santa Débora", para mostrar os objetos que são deixados por lá. Além de brinquedos e doces, os fiéis também deixam chupetas infantis penduradas em uma árvore que nasceu ao lado do jazigo da menina. O curioso é que não há sequer uma foto de Debora em seu próprio túmulo, muito menos a data de seu nascimento. Só a data de morte, o que a torna um ideia, um corpo místico, uma verdadeira lenda. Neste episódio, vamos relembrar este caso absurdo e também, como este crime, ocorrido há quase 40 anos, ainda desperta ira e reacende lendas urbanas pela cidade de São Paulo.

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