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Catarina Gushiken nasceu em São Paulo no ano de 1981. Seu modo de olhar o mundo vem de um lugar construído ao som do sanshin de seu jitchan e das delicadas danças sua batchan. A presença de sua ancestralidade asiática, uchinanchu, povo indígena de Ryukyu (hoje Okinawa/Japão), norteia seu caminho em direção aos saberes dos povos originários.
Durante mais de 10 anos ministrou aulas de Processo Criativo em seu atelier com foco no desenvolvimento da linguagem artística a partir da investigação de memórias e espiritualidade.
Sempre trabalhou o desenho e pintura como elementos de afeto para o desabrochar de mitologias pessoais com riqueza de pluralidades .
Desde 2017 vem se dedicando à pintura e performance como síntese de seu resgate ancestral que iniciou em 2011, quando começou o processo de tradução de cartas e diários deixados por seu avô, que datam desde 1936, ano que ele chegou ao Brasil.
Esta imersão e resgate ancestral que ainda continua em curso, fez surgir o projeto Caligrafias Imaginadas| Sentidos da Pele ao lado do artista e fotógrafo Gal Oppido.
Catarina também vem realizando conexões entre as escrituras abstratas, corpo e dança, e espiritualidade, tendo participado com suas pinturas corporais, no espetáculo “Jardim Oriental dos Primeiros Desejos", assinado pelo coreógrafo Ismael Ivo e pelo músico Rodolfo Stroeter, junto ao Balé da Cidade de São Paulo, realizado em 2019 no Instituto Tomie Ohtake.
By Wyka KwaraCatarina Gushiken nasceu em São Paulo no ano de 1981. Seu modo de olhar o mundo vem de um lugar construído ao som do sanshin de seu jitchan e das delicadas danças sua batchan. A presença de sua ancestralidade asiática, uchinanchu, povo indígena de Ryukyu (hoje Okinawa/Japão), norteia seu caminho em direção aos saberes dos povos originários.
Durante mais de 10 anos ministrou aulas de Processo Criativo em seu atelier com foco no desenvolvimento da linguagem artística a partir da investigação de memórias e espiritualidade.
Sempre trabalhou o desenho e pintura como elementos de afeto para o desabrochar de mitologias pessoais com riqueza de pluralidades .
Desde 2017 vem se dedicando à pintura e performance como síntese de seu resgate ancestral que iniciou em 2011, quando começou o processo de tradução de cartas e diários deixados por seu avô, que datam desde 1936, ano que ele chegou ao Brasil.
Esta imersão e resgate ancestral que ainda continua em curso, fez surgir o projeto Caligrafias Imaginadas| Sentidos da Pele ao lado do artista e fotógrafo Gal Oppido.
Catarina também vem realizando conexões entre as escrituras abstratas, corpo e dança, e espiritualidade, tendo participado com suas pinturas corporais, no espetáculo “Jardim Oriental dos Primeiros Desejos", assinado pelo coreógrafo Ismael Ivo e pelo músico Rodolfo Stroeter, junto ao Balé da Cidade de São Paulo, realizado em 2019 no Instituto Tomie Ohtake.