
Sign up to save your podcasts
Or


Nesta segunda temporada, o CBCE On Radio vem para celebrar e analisar a trajetória dos Grupos de Trabalho Temático, carinhosamente chamados de GTTs, no interior da nossa associação científica. Em 2022 eles completam 25 anos de criação e terão a culminância das celebrações no Simpósio Nacional do CBCE, a ser realizado de 17 a 19 de novembro de 2022, em Belo Horizonte – Minas Gerais.
Neste episódio trazemos a entrevista com a Profa. Dra. Simone Rechia, realizada em 2017, em Goiânia-GO, durante a realização do Congresso Brasileiro de Ciências do Esporte (Conbrace), quando ela encerrava sua gestão de quatro anos como presidenta do CBCE.
Roteiro e produção: Silvan Menezes dos Santos e Augusto César Rios Leiro
Edição: Silvan Menezes dos Santos
Nesta segunda temporada, o CBCE On Radio vem para celebrar e analisar a trajetória dos Grupos de Trabalho Temático, carinhosamente chamados de GTTs, no interior da nossa associação científica. Em 2022 eles completam 25 anos de criação e terão a culminância das celebrações no Simpósio Nacional do CBCE, a ser realizado de 17 a 19 de novembro de 2022, em Belo Horizonte – Minas Gerais.
Os GTTs foram gestados nos anos 1990 e funcionaram, pela primeira vez, no nosso Conbrace, o Congresso Brasileiro de Ciências do Esporte, em 1997, realizado em Goiânia. Eles funcionam como instância organizativa do CBCE e têm como principais objetivos aglutinar pesquisadoras/es com interesses comuns de estudos e pesquisas, bem como fomentar e organizar a reflexão, a produção e a difusão do conhecimento.
Para a composição desta temporada, traremos 15 episódios, lançados sempre nas segundas, quartas e sextas, durante os meses de outubro e novembro de 2022. Eles são constituídos por entrevistas, realizadas em 2017, quando da comemoração dos 20 anos dos GTTs, com pesquisadoras e pesquisadores que participaram da gênese dos grupos e seguem participando da gestão e dinâmica científica deles.
Esta produção do CBCE On Radio é mais uma ação da Direção de Comunicação do CBCE, em parceria com o professor doutor Augusto Cesar Rios Leiro, da Universidade Federal da Bahia, autor e coordenador do Simpósio Nacional do CBCE: 25 anos dos Grupos de Trabalho Temático.
Roteiro e Produção: Silvan Menezes dos Santos e Augusto César Rios Leiro
Edição: Silvan Menezes dos Santos
Com os olhos do mundo apontados para os Jogos Paralimpícos Tóquio 2020, foi possível ver uma percepção diferente para o esporte paraolímpico. Tivemos a oportunidade de conhecer melhor as modalidades e seus atletas, e desmistificar que pessoas com deficiências não conseguem exercer uma atividade esportiva competitiva e empolgante. Tal visibilidade tem potencial de desenvolver o interesse do público sobre como elas e eles treinam, como é o seu dia a dia esportivo e como foi sua introdução no esporte. Este mesmo interesse do público serve para desconstruirmos opiniões preconceituosas e erradas de que pessoas com deficiência não podem ou não conseguem praticar esporte, trazendo um legado importante e necessário para a sociedade. Neste sentido, nos perguntamos: quais são os principais legados dos Jogos Paralímpicos de Tóquio em 2021? Hoje contaremos com a participação da professora doutora Doralice Lange de Souza, docente titular do Departamento e do Programa de Pós-graduação em Educação Física da Universidade Federal do Paraná, e coordenadora do Laboratório de Estudos e Pesquisas Socioculturais sobre o Esporte Adaptado, o LEPSEA, fundado em 2015.
Roteiro: Alyson Douglas Santos Hilario* e Silvan Menezes dos Santos
Edição: Lucas dos Santos Vieira*, Nicholas Cesar dos Santos*, Rafael dos Santos* e Victor Matheus Silva Santos*
* Estudante de Educação Física do Instituto de Educação Física e Esporte da Universidade Federal de Alagoas
A celebração dos Jogos Paralímpicos Tóquio 2020 enche os olhos, principalmente, com o engajamento e as conquistas de atletas brasileiras e brasileiros. Destaca-se, sobretudo, jovens como Gabriel Geraldo, o Gabrielzinho, que trouxe para o brasil 3 medalhas paraolímpicas, sendo 2 ouros, ele que começou a sua trajetória esportiva na escola, por meio de práticas inclusivas. Para nós, então, fica a pergunta: como ocorre o financiamento público para o fomento às práticas esportivas de rendimento no nosso país? Qual a realidade orçamentária destes atletas? O que o financiamento federal revela sobre a situação do esporte no brasil? Neste episódio convidamos o professor doutor Fernando Henrique Silva Carneiro, docente do Instituto Federal de Goiás, pesquisador do Grupo de Pesquisa e Formação Sociocrítica em Educação Física, Esporte e Lazer, o Avante da Universidade de Brasília, coordenador adjunto do GTT Políticas Públicas do CBCE e membro da Secretaria Estadual do CBCE Goiás.
Roteiro: Alyson Douglas Santos Hilario* e Silvan Menezes dos Santos
Edição: Lucas dos Santos Vieira*, Nicholas Cesar dos Santos*, Rafael dos Santos* e Victor Matheus Silva Santos*
* Estudante de Educação Física do Instituto de Educação Física e Esporte da Universidade Federal de Alagoas
Em cada edição dos Jogos Paralímpicos reaparecem os discursos que os embalam como festa da inclusão das pessoas com deficiência no esporte. Este tema, no entanto, é perpassado por um longínquo debate sobre a natureza e configuração social do esporte de alto rendimento como manifestação sociocultural excludente, devido ao seu caráter e princípio seletivo, competitivo e meritocrático. O esporte paraolímpico, como expressão esportiva de rendimento adaptada às pessoas com deficiências, é recorrentemente questionado sobre a validade deste discurso inclusivo que carrega em nível institucional e discursivo. É sobre este imbróglio, portanto, que nos perguntamos: o esporte paraolímpico é ou não um meio de inclusão social para atletas com deficiências? Neste episódio apresentamos análises e reflexões da professora mestre Bruna Solera, docente do Centro Universitário Cidade Verde e integrante do GEEFEF, Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação, Educação Física e Políticas Educacionais da Universidade Estadual de Maringá.
Roteiro: Silvan Menezes dos Santos e Ângelo Luiz Bruggemann
Edição: Ângelo Luiz Bruggemann
Muito se fala sobre o potencial educativo dos Jogos Paralímpicos, especialmente no que se refere à conscientização sobre a inclusão social de pessoas com deficiência. Paralelamente, ao assistirmos as transmissões desta manifestação esportiva percebemos também a forte presença dos discursos sobre a superação das deficiências, sobre o heroísmo destes atletas e sobre o exemplo de vida que podem ser. Mas, afinal, como os Jogos Paralímpicos contribuem para a formação da cultura esportiva paralímpica com crianças e jovens? Neste episódio convidamos a professora doutora Ester Liberato Pereira, docente do Departamento de Educação Física e Desporto da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes)/MG e professora permanente do Programa de Pós-graduação em História (PPGH) da Unimontes, coordenadora do Grupo de Estudos em História do Esporte e da Educação Física (GEHEF), pesquisadora associada do Observatório do Esporte Paralímpico e Esportes Surdos (OESPES)/UFRGS, e membro pesquisadora da Academia Paralímpica Brasileira.
Roteiro: Silvan Menezes dos Santos e Ângelo Luiz Bruggemann
Edição: Ângelo Luiz Bruggemann
Muita gente se admira com a força de vontade e com as capacidades físicas e psicológicas de atletas com deficiência. Para a psicologia social e o interacionismo simbólico tal surpresa é um tipo de estigma advindo, principalmente, do desconhecimento e da falta de convivência com a realidade destas pessoas. Além disso, a necessidade de se superar a todo instante para participar da sociedade e para praticar esporte, é um desafio imposto a este grupo de cidadãos e cidadãs justamente pelo modo de organização social, inacessível e não inclusivo para com as diferenças humanas. É esta lacuna de garantia de direitos humanos e sociais que possibilita surgir a pergunta: resiliência e atletas paraolímpicos, que relação é esta? Como ela se manifesta? Neste episódio convidamos para análises e reflexões o professor mestre Gabriel Lucas Morais Freire, doutorando em Educação Física pela Universidade Estadual de Maringá, onde é membro do Grupo de Estudos em Psicologia do Esporte e Desempenho Humano (GEPDH) e membro do Grupo de Estudo em Psicologia Aplicada ao Esporte e Exercício (GEPAEE) da Universidade Federal do Vale do São Francisco.
Roteiro: Silvan Menezes dos Santos e Ângelo Luiz Bruggemann
Edição: Ângelo Luiz Bruggemann
A visibilidade do esporte paraolímpico na cobertura noticiosa nacional é questão de muita batalha deste movimento de esportistas e de pessoas com deficiência. Além de buscar e conquistar espaços na pauta midiático-esportiva do país, mesmo que incipientes, com pequenos avanços, trabalha-se muito pela superação de estigmas produzidos e reproduzidos pelas e nas narrativas jornalísticas. Por sua vez, no campo das relações entre a mídia e o esporte, de um modo geral, sabe-se do poder formador de cultura que a atuação dos meios de comunicação de massa e das mídias sociais têm sobre aquilo que conhecemos e compreendemos do fenômeno esportivo. Neste sentido, então, nos perguntamos: o que podemos aprender com os Jogos Paralímpicos da e na mídia brasileira em 2021? Neste episódio trazemos análises e reflexões da professora doutora Tatiane Hilgemberg, docente do curso de comunicação e do programa de pós-graduação em comunicação da Universidade Federal de Roraima.
Roteiro: Silvan Menezes dos Santos e Ângelo Luiz Bruggemann
Edição: Ângelo Luiz Bruggemann
Angariar espaço em agendas, pautas e programações dos meios de comunicação de massa é um dos desafios para o esporte paraolímpico no Brasil e no mundo. Interesses comerciais dos conglomerados midiáticos sobrepõe-se aos objetivos de expansão da inclusão social de pessoas com deficiência e da formação e difusão da cultura inclusiva e esportiva paraolímpica. No caso brasileiro em específico, a mídia justifica o obstáculo imposto ao esporte paraolímpico com o argumento de que ele ainda não se tornou uma manifestação esportiva rentável. Ou seja, não basta ser inclusivo e vitorioso, precisa vender para poder aparecer no telespetáculo e virar notícia. Diante deste cenário, nos questionamos: o que há entre o direito de transmitir e o direito de informar sobre o esporte paraolímpico no brasil? Neste episódio trazemos análises e reflexões do professor William Douglas, membro do Grupo de Estudos Olímpicos da Universidade de São Paulo e pós-doutorando na Faculdade de Educação da USP.
Roteiro: Silvan Menezes dos Santos e Ângelo Luiz Bruggemann
Edição: Ângelo Luiz Bruggemann
A carreira de atletas com deficiência é preenchida de obstáculos de todos os tipos, especialmente aqueles relacionados à acessibilidade e às possibilidades de participação ativa na sociedade e no campo esportivo. Além das questões arquitetônicas, metodológicas e atitudinais que dificultam a construção da trajetória como esportistas, existe no esporte adaptado e paraolímpico um sistema de classes que os avalia e define a categoria pela qual devem competir na modalidade almejada. É a chamada classificação funcional. A partir dela atletas com deficiência podem ser mais ou menos vitoriosas e vitoriosos, ou até mesmo serem excluídos das competições em alto rendimento. É sobre este imbróglio, portanto, que nos questionamos: como a classificação funcional e a elegibilidade das deficiências definem a carreira de atletas paraolímpicos? Neste episódio trazemos análises e reflexões da professora mestre Luciane Maria Micheletti Tonon, membro do Grupo de Estudos Olímpicos da Universidade de São Paulo.
Roteiro: Silvan Menezes dos Santos e Ângelo Luiz Bruggemann
Edição: Ângelo Luiz Bruggemann
From the publisher's feed