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A vacinação contra a Covid-19 se tornou um momento para manifestar alegria, esperança, críticas, revolta e, até mesmo, luto por familiares que morreram vítimas da doença. É diante desses episódios de múltiplas emoções que Adriana Müller convidou os ouvintes a refletirem como o momento da vacinação impactou na sua vida. "Temos o sentimento de alegria, emoção, das pessoas quando vão se vacinar e, finalmente, recebem aquilo que esperavam. Algumas delas estão até aproveitando esse momento pra levar placas, pedaços de papel, registrando o falecimento de pessoas queridas, da família. O luto! Percebemos também o alívio das pessoas", analisa a comentarista, nesta edição do CBN e a Família. E, você, já recebeu o imunizante? Qual foi a sua sensação? Ouça!
Nesta edição do CBN e a Família, Adriana Müller fala sobre a "síndrome do ninho vazio"! O tema é sugestão da ouvinte Silvia, que encaminhou a seguinte mensagem: "Sugestão para Adriana falar no próximo quadro: da solidão quando os filhos saem de casa. Como os pais ficam? É sobre o chamado 'ninho vazio'". A comentarista traz a reflexão: "o momento em que os filhos saem de casa não costuma ser fácil para a maior parte das famílias. O medo da 'quebra', distanciamento de um vínculo existe. Como a gente lida com isso? E quem já passou por essa situação, como reagiu?". Ouça a análise da comentarista!
Nesta edição do CBN e a Família, Adriana Müller convida mães e pais a refletirem: de que forma ter filhos mudou a sua vida? Sem romantismos ou idealizações, a rotina familiar, quando passa a envolver filhos, na maior parte dos casos, faz uma verdadeira revolução na vida dos responsáveis. Mudanças de prioridades, na forma de enxergar o mundo, de pensar o futuro. A comentarista discute o assunto! Exemplo recente foi trazido pela jornalista Andréia Sadi. Em entrevista ao podcast "Prazer, Renata", ela contou como tem sido sua nova rotina de mãe após o nascimento dos gêmeos João e Pedro. Sadi contou que a amamentação tem sido o momento mais especial e que já nem lembra mais como era a vida antes deles. Por outro lado, confessou que sente aflição quando não sabe o que fazer para acalmá-los quando choram muito sem ela saber direito o motivo.
Nesta edição do CBN e a Família, Adriana Müller discute a iniciativa de incluir a velhice na Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID), mantida pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A decisão vem provocando forte reação de setores ligados ao envelhecimento, preocupados com o risco de se mascararem problemas de saúde reais para a terceira idade, aumentar o preconceito contra idosos e interferir no tratamento e na pesquisa de problemas de saúde e na coleta de dados epidemiológicos. Mas, afinal, por que a velhice pode ser vista como doença? Como você deseja chegar na terceira idade? Ouça!
O tema desta edição do CBN e a Família foi motivado pela dúvida do ouvinte Alessandro. Ele questionou: "Quero sugerir para o próximo quadro: maturidade, como sabermos se já alcançamos?". Adriana Müller, claro, aborda o tema do ouvinte e convida à reflexão: afinal, você se considera uma pessoa madura? Existe algum "grau" de maturidade em nossas vidas? A comentarista já adianta o ponto principal do tema: "A discussão não é só de idade. Maturidade aparece também como um amadurecimento cognitivo, afetivo e moral do indivíduo. Temos exemplos práticos disso em nossas vidas".
Nesta edição do CBN e a Família, Adriana Müller trata da regressão de comportamento das crianças durante a pandemia da Covid-19. Um estudo da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal (FMCSV) indicou que 27% das crianças de 0 a 3 anos voltaram a ter comportamentos de quando eram mais novas. A pesquisa, divulgada este mês, indica que regressões geralmente são transitórias, mas devem ser observadas com cuidado pelas famílias.
Quais são os sinais que os pais e responsáveis devem ficar atentos? A comentarista explica: "Devemos ficar atentos que o foco não é a criança! O foco são os adultos. Não podemos 'patologizar' as crianças. Os adultos que estão com dificuldades e a criança reflete essa dificuldade que não estão dando atenção, carinho e tempo de qualidade pra elas".
Você se lembra até que idade dormiu junto com seus pais, na mesma cama? Pois nesta edição do CBN e a Família, Adriana Müller trata de um tema que sempre desperta dúvidas quando se fala dessa relação: afinal, até que idade é indicado que um filho possa dormir na cama dos pais? Nos primeiros meses de vida, é natural que o bebê durma no mesmo ambiente. Mas, e depois que os filhos crescem? Quais as orientações que devem ser seguidas e como fazer a transição da cama para o quarto próprio?
Nesta edição do CBN e a Família, o papo vai ser "cringe"! O significado desse termo ganhou uma intensa repercussão nas redes sociais nas últimas semanas. A palavra, de origem inglesa, consiste em uma gíria utilizada para se referir às situações desconfortantes e constrangedoras vivenciadas por determinada pessoa. Usuários da internet popularizaram o termo, que significa algo como "vergonhoso", em tradução livre, e vem sendo usado principalmente em discussões entre as chamadas gerações Milennials e Z para justificar costumes e atitudes. Assunto para Adriana Müller! Afinal, o que você, alguma vez, considerou "cringe"?
O mês de junho sempre foi marcado pela expectativa em torno das festas juninas e aquela vontade de saborear as deliciosas comidas típicas dessa época do ano! Mas em 2021, assim como no ano passado, as festividades não poderão ser como em anos anteriores. Ainda no cenário de uma pandemia e sem os grandes encontros e festividades, o que está dando pra fazer é trabalhar com a memória afetiva dos "sabores juninos". Este é o clima do CBN e a Família, com Adriana Müller. A comentarista convidou os ouvintes a relembrarem o que mais sentem saudades - e mais gostam, é claro - dos arraiás.
Nesta edição do CBN e a Família, Adriana Müller convida à reflexão sobre a convivência de casal, mas com uma ótica diferenciada e antenada aos tempos atuais: a comunicação virtual. O WhatsApp, por exemplo, é o aplicativo de mensagens mais popular entre os internautas, mas será que aquele tipo de parceiro(a) que fica mandando mensagem toda hora para a outra pessoa pode prejudicar a relação do casal? E quando o outro começa a se sentir incomodado com tantas mensagens?
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