Em 1942, o Brasil introduziu o Cruzeiro como nova moeda nacional, substituindo o Réis, para modernizar e estabilizar a economia. Durante esse período, a construção do hospital da Santa Casa enfrentou dificuldades de financiamento devido à proibição de uso de impostos municipais para o projeto. Essa restrição refletiu a centralização das políticas fiscais do governo, que priorizava o controle de recursos em meio à Segunda Guerra Mundial e às políticas econômicas restritivas, dificultando a execução de projetos locais essenciais.