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Autor: Davison Willian, CEBI-SE
A paz de Cristo e a alegria do Evangelho a todas as nossas comunidades, círculos bíblicos e grupos de reflexão!
Quando nos debruçamos sobre a Palavra de Deus a partir da vida do nosso povo, o Evangelho deixa de ser um texto antigo e passa a ser luz viva para a nossa caminhada diária. A passagem de Mateus 22, 15-22 é um exemplo límpido de como Jesus lê a realidade, desmascara a opressão e nos ensina a agir com sabedoria profética.
30/09/2026
CEBI – SC, Alzira, Hermes, Miguel, Simone, Irdes.
A parábola que vamos refletir está situada no final do ministério de Jesus, em Jerusalém, pouco antes de sua prisão e morte. Jesus está no templo, dialogando e entrando em conflito com as autoridades religiosas. É nesse ambiente de conflito que Jesus conta a parábola da vinha.
A pergunta principal que perpassa o texto é sobre quem é o verdadeiro dono da vinha. Os vinhateiros agem como se a vinha lhes pertencesse, enquanto o dono, antes de viajar, apenas lhes atribuiu a missão de cuidar da vinha. Dessa forma, a parábola é uma denúncia às lideranças que se apropriam daquilo que pertence a Deus e ao povo.
24/09/2026Tea Frigerio mmx – CEBI Pará
As primeiras palavras que escutamos Jesus falar no Evangelho das comunidades de Mateus são estas: “Deixa por ora, convém que se cumpra toda justiça” (3,15). Jesus as pronuncia quando, estando na fila do povo, vai a João para ser batizado. As primeiras palavras são importantes, pois apresentam a pessoa e indicam a linha principal que orienta e orienta sua vida.
Perto do final do Evangelho de Mateus a comunidade de novo associa a palavra justiça com João Batista, o último versículo da narrativa que a liturgia deste domingo nos apresenta: “João veio até vocês no caminho da justiça e vocês não acreditaram nele”.
18/09/2026
Autora: Maristela Bonim CEBI-RO
Cebiana, Pedagoga, Professora e Catequista.
Reflexão Bíblica – Mateus 20.1-16 (A Parábola dos Trabalhadores da Vinha)
Jesus conta esta parábola logo após o episódio do jovem rico (Mt 19.16-30). Pedro havia perguntado: “Nós que deixamos tudo, o que receberemos?” (19.27). Jesus responde que haverá recompensa, mas revela o caráter da graça: o Reino não é uma questão de mérito ou tempo de serviço, mas da bondade soberana de Deus.
Hermes A. Fernandes
Neste XXIV Domingo do Tempo Comum, os textos de Eclesiástico 27,33–28,9, Romanos 14,7-9 e Mateus 18,21-35 convergem em torno de uma questão profundamente humana e social: como romper os ciclos de ressentimento, vingança, violência e exclusão que destroem a convivência? A resposta bíblica não consiste numa simples recomendação moral para que cada indivíduo “seja bonzinho”. Trata-se de uma proposta de transformação das relações humanas a partir da experiência da misericórdia de Deus.
Lidos à luz da Teologia Latino-Americana e da caminhada das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), esses textos adquirem uma dimensão social e política. O perdão cristão não significa ignorar injustiças, silenciar vítimas ou legitimar estruturas opressoras. Ao contrário, significa recusar a lógica da vingança e construir caminhos de justiça, reconciliação, solidariedade e defesa da vida.
O Evangelho de hoje nos apresenta os diversos passos a dar quando um cristão peca contra outro. Em cada etapa (discussão pessoal, discussão diante de testemunhas, discussão diante de toda a comunidade), o propósito é devolver à comunidade o cristão que pecou. Não se especifica a natureza do pecado, mas indica-se que se trata de uma quebra de relação que precisa ser restaurada por intermédio do perdão.
Ruan Isnardi - Reflexão sobre Mateus 16,13-20
“E vocês, quem dizem que eu sou?” (Mt 16,15).
A pergunta de Jesus continua atravessando os tempos. Ela não é apenas uma pergunta sobre conhecimento religioso, nem um teste para saber quem decorou melhor as respostas sobre Jesus. É uma pergunta que nos coloca diante da vida: quem é Jesus para nós? E o que significa reconhecê-lo?
Lc 1, 39-56
Por Sebastião Catequista - Leigo; membro do CEBI-PE; agente de pastoral; é membro do CONIC do Agreste de PE; a muitos anos cultiva a espiritualidade dos Padres e das Madres do Deserto na vida moderna e é praticante da Oração de Jesus. Atualmente milita também nos Movimentos Pastorais e Sociais da Diocese de Caruaru.
Nesta semana somos chamados a meditar o texto bíblico em que narra a visita de Maria, mãe de Jesus, a sua prima Isabel. A narrativa é solene! Há muito que explorar no texto e nos seus paralelos com personagens e narrativas do Primeiro Testamento, entretanto, no contexto de hoje, sobretudo, para a divina liturgia romana, o texto lido se justifica pela memória litúrgica da solenidade da Assunção de Maria, dogma, afirmação de fé da tradição romana. Mas, o que podemos contemplar desse texto na atual situação pelo qual passa nosso país em vésperas de eleições?
REFLEXÃO DO EVANGELHO DE Mt 14,22-33
ALCEU JOSÉ FACCO E KARLA FACCO
Nós, do Centro de Estudos Bíblicos (CEBI), queremos levar até vocês UMA MENSAGEM DE AMOR ATRAVÉS DA PALAVRA DE JESUS CRISTO hoje no Evangelho de Mt 14,22-33. Que a Graça e Paz de Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo nos ilumine neste dia e seja uma Boa Notícia para todos…. O Senhor esteja conosco. Ele está no meio de nós. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo proclamado pela comunidade de Mateus.
Mateus 14,13-21
Equipe do Centro de Estudos Bíblicos de João Pessoa – Paraíba
Zanza (Maria dos Anjos Neves Moraes)
Glória Maria Carneiro
Edna Maria Nascimento Silva
Em Mt 1-2 Jesus nasce em Belém: Casa do Pão, em 26-28, antes de sua morte, Jesus “se faz pão” na Eucarístia (Edimilson Schinello).
O texto que estamos meditando neste 18⁰ Domingo do Tempo Comum, está em Mt 14, metade do livro do Evangelho segundo a Comunidade de Mateus. Nele se narra a partilha dos pães e dos peixes. O inicio do capitulo narra a execução de João Batista e o banquete da morte promovido por Herodes (em seu palácio) e pelo sistema da época que era contra a mensagem do Reino do Céu, que Jesus representava. A chegada desse Reino põe em cheque todo um sistema sociopolítico e religioso que explorava e dominava as populações da Palestina. O convite que Jesus faz é para o banquete da Vida, onde o que une e o que lhe movia era a Compaixão.
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