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A conjunção dos luminares com Mercúrio, a caminho de Urano, prometia notícias imprevistas.
Em uma MIcrolua (excepcionalmente distante da Terra), os luminares formam quadratura T com Plutão, que promete crises trazendo questões a tona com grande intensidade
A Doriforia final, 06 astros em Áries, promove impulso com ímpeto para dar a partida
No clímax do ciclo os luminares foram quadratura T com Júpiter, indicando tendência a excessos e extravagâncias
As concentrações continuam a desiquilibrar a Terra. Na Lua Nova outra Doriforia, no Equinócio em "stellium" em Áries.
A faísca do novo ciclo foi acesa.
No eclipse de Virgem, Peixes predomina em trígono com Júpiter, mas é o clímax de um eclipse solar governado por Urano, disparado por Marte dia 28.
Um "stellium" em Aquário inclui os luminares em quadratura com Urano, prometendo imprevistos e transtornos repentinos
No clímax da lunação iniciada em 18/01, a Luas se opõe ao stellium em Aquário, Marte e Vênus enquadrando o Sol são governantes.
Participando de um forte concentração planetária (7º) junto a Mercúrio, Marte Vênus e Plutão, todos formam trígono com Urano, favorecendo renovação,
Individualmente, a oposição ao Sol, e Vênus e Marte que enquadram o Sol, promove um clímax que incentiva atitudes e reações com forte conotação emocional.
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