Centro Automóvel

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By Rádio Jornal do Centro, Pedro Ribeiro, Paulo LopesLeisureAutomotive
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Centro Automóvel episodes

  • "Temos condições para lutar pelos lugares de topo", Fernando Salgueiro e Ricardo Loureiro arrancam época nos Clássicos de Montanha

    Antes da partida para a Arrábida onde, a 24 e 25 de abril, fazem a estreia da temporada, a equipa da Caramulo Racing estive à conversa com Pedro Ribeiro em novo episódio de 'Centro Automóvel'. Depois da frustração de não competir na época de 2020, Fernando Salgueiro e Ricardo Loureiro acreditam ter condições para lutar pelo pódio.

    Numa temporada que agora arranca, o dirigente da equipa, Nuno Pinto, fala ainda da Rampa do Caramulo agendada para 24 e 25 de julho "com algumas incertezas quanto à organização".

    31 min
  • Artur Lemos: Da BMW e Ford Portugal à candidatura à federação de automobilismo (FPAK)

    Conheceu o desporto automóvel como fotógrafo e como piloto nas décadas de 70 e 80. Deixou boa memória na promoção da modalidade dirigindo o marketing e relações públicas da Diabolique Motorsport, Traffic - levando para a estrada “Autocarro da TRAFFIC”, a primeira motorhome lusa - Baviera/BMW e Ford Portugal, tendo dado novo impulso à Fórmula Ford e à Formula Novis by Ford. Em 2013 foi candidato à presidência da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK).

    28 min
  • Artur Lemos: "Sinto-me vaidoso por ter ligação a tantos projetos fantásticos"

    Conheceu o desporto automóvel como fotógrafo e como piloto nas décadas de 70 e 80. Deixou boa memória na promoção da modalidade dirigindo o marketing e relações públicas da Diabolique Motorsport, Traffic - levando para a estrada “Autocarro da TRAFFIC”, a primeira motorhome lusa - Baviera/BMW e Ford Portugal, tendo dado novo impulso à Fórmula Ford e à Formula Novis by Ford. em 2013 foi candidato à presidência da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK).

    34 min
  • António Pinto dos Santos: "Nos ralis, a popularidade da nossa '4L' é um fenómeno mundial"

    No primeiro de dois episódios com António Pinto dos Santos como convidado especial, estivémos com as estórias da 4L de serviço da câmara de Arganil que participou no Rally de Portugal.

    Neste episódio, vamos à boleia da conversa com António Pinto dos Santos pela aventura internacional da Renualt 4L que começou na Acrópole, o mais duro dos ralis europeus. E contra todas as expectativas, o 4L acaba com as pedras gregas e termina em 58º lugar. Desde então, participou em várias rondas do campeonato mundial e tem deixado toneladas de memórias, não só à equipa mas também ao público que o tem tornado vencedor do aplaudímetro! A não dar sinais de querer a reforma, a 4L continua a ser pilotada por António Pinto dos Santos nos ralis históricos.

    36 min
  • António Pinto dos Santos e a Renault 4L mais famosa dos ralis

    Rallye de Portugal - Vinho do Porto, 1992. Mais ou menos por esta altura, em inícios de março, Portugal recebia a terceira prova da época do Mundial de Ralis, numa edição que passou pela região, com troços em Armamar, Covelo de Paiva (Castro Daire) e Viseu.

    António Pinto dos Santos apresentava-se numa edição em que brilharam Juha Kankkunen, Miki Biasion e Carlos Sainz e os nossos Joaquim Santos, Carlos Bica, Fernando Peres e José Carlos Macedo. Nos mesmos troços em que passaram o Lancia Delta HF, o Ford Sierra Cosworth e o Toyota Celica 4WD, António Pinto dos Santos estava ao volante de uma Renault 4 GTL. 

    Vestida a rigor com o xisto que pinta a paisagem da aldeia do Piódão, a 4L deu nas vistas em Portugal e ainda hoje continua a reunir estórias em ralis por esse mundo fora. No primeiro de dois episódios de Centro Automóvel, António Pinto dos Santos conta algumas das aventuras que foi reunindo em mais de três décadas, num percurso que começou no Rali do Centro, em Sátão.

    33 min
  • Paulo Longo, um Ás na década de 80 da Fórmula Ford

    Em 1984 era lançado 'Onde está o Ás', um programa de descoberta de novos valores no automobilismo que passava pelo autódromo do Estoril mas também pela classificativa de Viseu do Rali de Portugal. O convidado deste episódio de Centro Automóvel esteve entre entre os primeiros cinco que disputaram o campeonato nacional de iniciados. 
    Numa entrevista que toca alguns pontos da carreira do ex-piloto do Fundão, Paulo Longo recorda a estreia nos ralis. Aconteceu em 1984, em Ponte de Lima, com o Ford Escort XR3i da equipa Diabolique Motorsport.
    Mas foi na velocidade que Paulo Longo mais brilhou. Fez parte de uma geração de ouro da velocidade em Portugal, destacando-se na Fórmula Ford durante a década de 1980. Partilhou pistas com Luís Figueiredo e Silva, PêQuêPê ou Ni Amorim, entre outros.
    Hoje com 60 anos, Paulo Longo está em conversa com Pedro Ribeiro.

    32 min
  • Lourenço Beirão da Veiga “Tive alguma sorte e muito trabalho. Tudo faz parte!”

    Em entrevista ao Centro Automóvel, Lourenço Beirão da Veiga percorre alguns momentos de uma carreira que arrancou em 1994.

    Com 41 anos, o piloto profissional natural de Lisboa, fez a estreia nos automóveis em 2000, na Fórmula BMW Ibérica. Nesse ano foi vice-campeão e melhor rookie. Fez ainda escola na  Fórmula Renault 2000 Eurocup mas foi a partir de 2004, quando entrou no mundo dos GT’s que encontrou um lugar de destaque na carreira. Durante seis anos correu no Seat León Eurocup para vir a ser campeão de GT Espanha em 2009, fazendo equipa com Ricardo Bravo.

    A partir de 2011 a resistência automóvel passa a fazer parte da carreira de Lourenço Beirão da Veiga. Na Blancpain Endurance teve participação nas 24 horas de SPA, formando equipa com Duarte Félix da Costa e Ricardo Bravo na Team GT3 Portugal.

    Depois de provas em Espanha e em Inglaterra, em 2017 tem novo projeto com a ganhou em Monza com Augusto Farfus. Em duas provas fez equipa com Tiago Monteiro e António Félix da Costa. Foi com o atual campeão do mundo de Fórmula E que Lourenço Beirão da Veiga venceu Silverstone em 2017.

    Nesta entrevista ao Centro Automóvel, Lourenço Beirão da Veiga percorre alguns momentos da carreira que começou em 1994. O karting que fez durante 6 anos foi trampolim para ambições maiores. “É a maior base de todas que um piloto pode ter”, acredita Lourenço Beirão da Veiga.

    Para alimentar o sonho de um desporto caro como o automobilismo teve que construir o seu próprio caminho. “Com 13 anos, muito tímido mas cheio de vontade de fazer o que gostava, pus uma gravata e tinha reuniões onde explicava o projeto a patrocinadores”.

    Pouco tempo depois, foi um dos escolhidos do Team Portugal, projeto impulsionado pela Fundação Luís Figo e por Pedro Lamy, que formava jovens talentos . “Tive alguma sorte e muito trabalho. Tudo faz parte!” “Ouvir um não desanima mas se queremos mesmo alcançar aquele objetivo temos de fazer por isso.”

    32 min

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