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As marchinhas de carnaval são tão populares que mesmo quem não curte muito o carnaval, certamente, conhece, ao menos, trechos de algumas das mais famosas. Mas a origem dessas músicas tão tradicionais da festa brasileira ainda é desconhecida para boa parte da população.
Uma das mais famosas, e considerada a primeira marchinha da história, foi composta por uma mulher, que é considerada por muitos a mãe da música popular brasileira: a compositora, instrumentista, primeira maestrina brasileira e autora teatral, Francisca Edwiges Neves Gonzaga, a eterna Chiquinha Gonzaga.
O Programa Bem Viver desta terça-feira (21) conversou com a biógrafa da artista, a pesquisadora e escritora Edinha Diniz. Ela fala do simbolismo de Chiquinha Gonzaga para o carnaval, mas também conta sobre outros aspectos muito interessante da vida dessa mulher negra transgressora, que, assim como outras personalidades, foi embranquecida pela história.
“Chiquinha Gonzaga era uma transgressora. Ela recusa o destino traçado pelo pai, que a preparou para ser uma dama da corte, com conhecimento de música, de piano, de francês, tudo que era permitido a uma sinhazinha naquela época. Teve um casamento arranjado. E larga o lar com os filhos e vai viver uma paixão. E sem essa experiência ela não seria a criadora de música, a compositora que foi”, conta Edinha.
Ficha Técnica:
Apresentação: Nara Lacerda
O post Chiquinha Gonzaga: mulher negra, transgressora e madrinha do carnaval brasileiro apareceu primeiro em Rádio Brasil de Fato.
By Brasil de FatoAs marchinhas de carnaval são tão populares que mesmo quem não curte muito o carnaval, certamente, conhece, ao menos, trechos de algumas das mais famosas. Mas a origem dessas músicas tão tradicionais da festa brasileira ainda é desconhecida para boa parte da população.
Uma das mais famosas, e considerada a primeira marchinha da história, foi composta por uma mulher, que é considerada por muitos a mãe da música popular brasileira: a compositora, instrumentista, primeira maestrina brasileira e autora teatral, Francisca Edwiges Neves Gonzaga, a eterna Chiquinha Gonzaga.
O Programa Bem Viver desta terça-feira (21) conversou com a biógrafa da artista, a pesquisadora e escritora Edinha Diniz. Ela fala do simbolismo de Chiquinha Gonzaga para o carnaval, mas também conta sobre outros aspectos muito interessante da vida dessa mulher negra transgressora, que, assim como outras personalidades, foi embranquecida pela história.
“Chiquinha Gonzaga era uma transgressora. Ela recusa o destino traçado pelo pai, que a preparou para ser uma dama da corte, com conhecimento de música, de piano, de francês, tudo que era permitido a uma sinhazinha naquela época. Teve um casamento arranjado. E larga o lar com os filhos e vai viver uma paixão. E sem essa experiência ela não seria a criadora de música, a compositora que foi”, conta Edinha.
Ficha Técnica:
Apresentação: Nara Lacerda
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