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A Cia. Fundo Falso dá sequência à circulação do espetáculo “Trapaça honesta” e faz sessões extras nesta sexta-feira (06) e sábado (07), no Sesc Ipiranga. A montagem idealizada por Ricardo Malerbi e Rudi Solon estreou na unidade Pinheiros, e ainda terá apresentações no Sesc Campo Limpo e no Teatro Cultura Artística.
“Trapaça honesta” investiga os mecanismos por trás dos golpes e ilusões do cotidiano, num jogo que envolve o público em truques de mágica, técnicas de ilusionismo e humor. De acordo com os idealizadores do espetáculo, o ambiente é controlado, sempre com a escolha de uma pessoa da plateia para fazer o papel de “inspetor” do jogo.
A ideia para a montagem veio de uma situação real, admite Ricardo Malerbi, que caiu no golpe da troca do cartão de crédito. Outras armadilhas financeiras do cotidiano inspiram a encenação, como a fraude do azeite mais barato, o falso sequestro e a suposta troca do número de telefone para forçar a vítima a enviar dinheiro ao golpista.
A criação da Cia. Fundo Falso participou da edição 2025 do Festival Fringe, em Edimburgo, como um dos representantes do estado de São Paulo em seleção da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas de São Paulo e da Associação Paulista de Amigos da Arte.
By Estação CulturaA Cia. Fundo Falso dá sequência à circulação do espetáculo “Trapaça honesta” e faz sessões extras nesta sexta-feira (06) e sábado (07), no Sesc Ipiranga. A montagem idealizada por Ricardo Malerbi e Rudi Solon estreou na unidade Pinheiros, e ainda terá apresentações no Sesc Campo Limpo e no Teatro Cultura Artística.
“Trapaça honesta” investiga os mecanismos por trás dos golpes e ilusões do cotidiano, num jogo que envolve o público em truques de mágica, técnicas de ilusionismo e humor. De acordo com os idealizadores do espetáculo, o ambiente é controlado, sempre com a escolha de uma pessoa da plateia para fazer o papel de “inspetor” do jogo.
A ideia para a montagem veio de uma situação real, admite Ricardo Malerbi, que caiu no golpe da troca do cartão de crédito. Outras armadilhas financeiras do cotidiano inspiram a encenação, como a fraude do azeite mais barato, o falso sequestro e a suposta troca do número de telefone para forçar a vítima a enviar dinheiro ao golpista.
A criação da Cia. Fundo Falso participou da edição 2025 do Festival Fringe, em Edimburgo, como um dos representantes do estado de São Paulo em seleção da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas de São Paulo e da Associação Paulista de Amigos da Arte.